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Melhor fonte sobre a atriz Anna Kendrick

11.11.2016
Anna Kendrick fala sobre “The Accountant”, “Trolls” e “Pitch Perfect 3” para Heat UK
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Entrevista

Enquanto Anna Kendrick se junta a Ben Affleck no novo filme The Accountant, ela fala para a gente sobre Timberlake, Trolls e Pitch Perfect.

Está sendo um ano maravilhoso para Anna Kendrick. A super querida atriz de 31 anos, que participou da Saga Crepúsculo, teve vários filmes lançados esse ano como Mike And Dave Need Wedding Dates, e o recém lançado Trolls.

Semana que vem ela estréia mais um grande sucesso, The Accountant, é um filme de ação onde Anna e Ben Affleck interpretam dois contadores. A personagem de Anna é uma contadora comum, louca por seu trabalho em uma empresa de robótica, enquanto o personagem de Affleck é além de um trabalhador autônomo, um assassino treinado, e que também sofre com o autismo.

Um dos pontos altos do filme, é ver estes dois atores trabalhando juntos em uma química super forte. Por isso, antes de falarmos com a Anna sobre esse ano super ocupado para ela onde ela anda para cima e para baixo com Justin Timberlake, nós queremos saber tudo sobre essa dupla “Bendrick”, a qual decidimos nomear.

 

ENTREVISTA

Como é trabalhar com o Ben?

Trabalhar com o Batman? Sim, é legal. Ele desceu um pouco para o meu nível, mas a sua performance foi impecável.

Então, ele é um pouco amador?

É tipo, “qual é, trabalhe”(ela ri). Não, teve uma cena pela qual eu estava sem acreditar que eu estava gravando com ele, e com os diretores JK Simmons e Gavin O’Connor – é estar ao redor de mentes brilhantes, mas ao mesmo tempo é muito divertido pois tenho trabalhado muito ultimamente. Eu tenho pulado de filme para filme, para entrevistas para filmes, e de repente você se vê no automático.

Você teve um tempo para você mesma, durante tudo isso?

Sim! Durante as gravações de The Accountant, eu estava tipo: “pare, dê um tempo..” E eu aprendi com isso, peguei minha experiência e pensei: “É por isso que você atua, é assim que funciona, por isso você entrou nessa vida.”

Para ser sincera, The Accountant é um dos 50 filmes que você está lançando…

Por favor, sem exageros. Na verdade são 42.

Você também está na animação Trolls. Seu colega Justin Timberlake disse que não tinha trolls quando era pequeno…

Sim, bem, eu vi ele olhando de longe para eles, e isso fez com que a nostalgia aparecesse. Ele só está tentando ser mais moderninho.

Você teve algum?

Eu tive vários quando pequena. Bem, na verdade, espera…você nunca vai ter o suficiente. Eu não acredito que disse algo assim. Mas sim, tecnicamente eu tive vários.

Quantos são vários?

Uma dúzia, talvez.

Oh, achamos que você iria dizer uns 100. 12 nem é muita coisa.

É sim, não é? Eu estava me sentindo especial, e agora não me sinto mais. Obrigada por tirar isso de mim.

Desculpe, claro. Isso foi errado.

Muito melhor assim. Eu adorava eles, eu adorava o cabelo, eu adorava como eles eram feios e fofos ao mesmo tempo, tipo aqueles cachorros da raça Pug, que são tão feios, mas ao mesmo tempo você tem vontade de esmagar. E eu dou muito crédito ao filme por terem feito seu dever de casa direito, pois eu vibrava quando ganhava um daqueles enfeites para lápis, e escrever com eles era muito divertido. Eu adorava brincar com o cabelo deles, fazia tranças…espera, talvez tudo isso tenha influência na minha educação, talvez agora tudo faz sentido…eu poderia ter me tornado uma médica, ou algo do tipo…

Pelo seu amor aos Trolls, fazer esse filme acreditamos que tenha sido maravilhoso então…

Sim, sim, um grande e fácil sim. Mas eu fiquei muito chocada com o convite.

Porque?

Porque filmes infantis não são muito a minha praia. Eu não fui feita para tanta felicidade, disposição, e é isso que a minha personagem Poppy traz para as pessoas. Mas eu não posso me prender a somente um tipo de trabalho. Eu preciso arriscar sempre. E de preferência, não ver o meu trabalho afundar.

E Poppy é uma personagem muito divertida de interpretar..

Sim! Eu conheci Poppy, e ela é super divertida, direta e está sempre no controle da situação. É um pouco exagerada demais, o que eu gosto de pensar que tive um pouco a ver com isso. E ela é também tão fofa e adorável ao ponto de que eu queria gritar e chorar. Quero dizer, é a combinação perfeita em uma só personagem. Ela tem várias qualidades.

Você é mais parecida com a Poppy ou com o mal humorado Branch na vida real?

Eu acho que sou mais parecida com Branch do que o Justin (que interpreta o personagem). Eu sou pessimista, sem querer ser. Eu pulo direto para a parte negativa das coisas. Eu penso: ” isso vai ser um desastre”, “oh, isso vai dar errado”. Eu sempre penso o pior. Qualquer coisa que aconteça eu já acho que tudo vai acontecer da pior maneira e todos vamos morrer. Eu sou muito negativa.

Com o que você se preocupa?

Eu me preocupo com tudo o tempo todo. E se eu não tenho nada para me preocupar, eu dou um jeito de achar algo para isso. O que por sinal, não é uma forma legal de se viver, tudo no fim termina bem. Por isso eu preciso ser um pouco mais como a Poppy. Eu juro que estou tentando.

Você já era fã do Justin Timberlake antes de trabalhar com ele?

É engraçado, pois estou trabalhando em Trolls faz um tempo, e sei que tem um boato de que eu não era fã dele…eu sabia que algo estava acontecendo, e comecei a me preocupar em ser demitida. O que mostra completamente como sou parecida com Branch, sempre pensando negativamente. Mas eles vieram falar comigo e foi algo do tipo: “eu não sei se você sabe, mas estamos trazendo Justin Timberlake para trabalhar no filme também e com as músicas.” E simplesmente senti como se estivessem me pedindo permissão para isso. Sabe, “está tudo bem pra você? É algo que você consegue trabalhar?” Dentro de mim eu estava: “MEU DEUS, É O JUSTIN TIMBERLAKE, CARAMBA!!” E por fora eu estava tipo: “ok, claro…tudo bem, eu acho..”

Você ficou muito nervosa ao se apresentar com ele no palco?

Meu Deus, você não tem ideia! E não foi somente cantar com Justin, e sim cantar “True Colors”. Foi tipo, isso tudo é real? Eu não conseguia acreditar.

Fala a verdade! Você ainda vai lançar um álbum no futuro…seus fãs iriam a loucura.

Ahn..não. Isso não vai acontecer.

Porque não? Tem tanta gente tão ruim gravando por ai. E você é incrível.

Bem, eu sei disso..obviamente (risos)

Bom, ao menos vamos ter você cantando novamente em Pitch Perfect 3.

Pobre de vocês…

É uma marca muito forte. Você imaginava que isso iria acontecer?

Com robôs, espaçonaves, e monstros, e vários tipos de super heróis, a resposta é um grande não. Mas sim, é ótimo que estes filmes alcançaram um grande número de pessoas.

E não somente as meninas..

Jamais! Os meninos adoram também. Eles não admitem, claro. Eles são mais: “Sim, minha namorada adora…e me obrigou a assistir..” “mas não foi tão horrível assim..” quando secretamente eles amaram.

Existe um pedido muito grande para que sua personagem e a personagem de Brittany Snow fiquem juntas no próximo filme. Você aceitaria?

Sim! Brittany como minha namorada, sim. Eu adoraria.

Existem muitas fanfics ao redor do mundo com as suas personagens. Uma em particular chamada “50 tons de Bechloe – Capitulo 1: a banheira”…

Meu Deus! Eu preciso ver isso! Isso é incrível, o que acontece?

Bom, vocês duas estão em uma banheira…

Elas poderiam lavar o cabelo uma da outra…eu não sei… talvez nem seja por um apelo sexual, eu sei que é. O que francamente eu ficaria desapontada se não fosse…

Elas podem ficar juntas no terceiro filme?

Eu quero que aconteça, tipo, 1.000 por cento. Eu acho que isso está para acontecer desde a cena do chuveiro. E no segundo filme, aconteceram alguns momentos que poderia ser perfeito rolar alguma coisa…

Você trabalha tanto. Quando vai tirar um tempo para você?

Não vou. Eu tenho trabalhado tanto nos últimos tempos, que envelheci uns 20 anos em 6 meses. Hollywood gosta muito de pessoas mais novas, tipo aos 30 anos, certo?

Como você se sente com 30 anos até agora?

É bom! Não está muito diferente de quando eu tinha 20 e poucos, mas acho que é porque eu achava que tinha 30 já com meus 20 e poucos – eu fui muito apressada. Sabe, com 28, você já se sente uma mulher de 30. É bom. Mas você sente muito mais pressão para se cuidar mais fisicamente.

O que você faz para se manter em forma?

Eu preciso comer de forma saudável e fazer exercícios, o que é muito chato, eu realmente odeio. Eu fico com mais raiva ainda porque eu me sinto bem quando faço.

Ser saudável é o pior…

É o pior. Eu vou pedir um Big Mac depois dessa entrevista..

 

Fonte: Heat UK

08.11.2016
Anna Kendrick estampa capa da “Oh! Magazine” da República Dominicana
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Entrevista, Revista

Anna Kendrick está mais uma vez estampando uma revista da América Latina. Depois de ser capa de duas revistas mexicanas, a atriz agora está na capa da “Oh! Magazine” da República Dominicana.

Confira a entrevista traduzida e os scans da revista:

 

ENTREVISTA

Anna Kendrick, os valiosos trolls e sua brilhante carreira.

Anna Kendrick protagoniza junto a Justin Timberlake o filme Trolls, uma aventura musical da DreamWorks Animation da mais entretida, animada e engenhosa. Kendrick da voz a Poppy, a combativa, graciosa e audaciosa líder dos trolls, que são naturalmente felizes… todo o tempo! Diferenciados pelos longos e coloridos cabelos, os trolls são otimistas que amam cantar e dançar. O aposto de Timberlake, que empresta sua voz a Ramón (Branch), um troll amargo, intratável e temeroso. Contrário aos outros, é mau humorado e pessimista, sobre os Bertenos, que capturam os trolls e os comem. O filme em 3D, foi dirigido por Mike Mitchell e Walt Dohrn. Timberlake é o produtor executivo musical.

Da equipe da DreamWorks Animation responsável pelos exito de Shrek, Trolls tem uma irreverência parecida e é igualmente engraçado. O filme se inspirou nos bizarros bonecos ternos/feios com cabelos coloridos que foram originalmente inventados por um artista de madeira em 1959 e que foram populares em todo o mundo nos anos setenta. Visualmente, o mundo dos trolls é impactante e original, com um look diferente como se tivesse sido feito a mão, que é um reflexo da paixão de Poppy por fazer álbuns com recortes. Radiante, usando em vestido preto e branco de Jonathan Simkhai, com sandálias da Opening Ceremony, Anna Kendrick se sentou para a seguinte entrevista nos estúdios da DreamWorks no sul da Califórnia.

O que levou sua participação no filme?

Para ser sincera, provavelmente teria feito qualquer coisa que a DreamWorks me pedisse, mas me explicaram o filme e achei genial. Me contaram sobre Poppy, usando muitas referências visuais, e depois de um momento eu só esperei que me deixassem falar “sim”.

Quem é Poppy?

Quando estava conversando sobre o filme, me falaram que Poppy era a mais feliz de todos os trolls, e que os outros trolls já eram bastante felizes. Poppy é amor, alegria e felicidade. Pensa que todo mundo tem algo bom e quer que tudo seja arco-iris e festas. Poppy tem muita vitalidade e brilho.

Como é a relação de Poppy com Ramón?

Ramón tem a voz do maravilhoso e gracioso Justin Timberlake, ele é o único troll de toda a Villa Troll que é rabugento e enojado. Mas Poppy ama tudo e todos, assim que ama Ramón ainda mais. Ele quer se esconder em um casa do pânico que ele criou. Mas termina ajudando Poppy na missão para salvar os amigos dos Bertenos, que sequestraram alguns dos amigos favoritos de Poppy e que possivelmente serão refeição. Ramón e Poppy precisam ir ao Povoado dos Bertenos e encontrar uma forma de resgatar os outros. São completamente opostos, mas se apoiam um no outro através dessa viagem. 

Como foi para você atuar e cantar no filme?

É um sonho fazer animação, comédia e musical no filme. A música é o mais divertido. Tem muitas músicas antigas, e acredito que Justin tentou incorporar esse som as novas músicas. Parece um pouco com o estilo disco, mas também tem algumas baladas e músicas originais. Musicalmente, tem um excesso de riquezas. Foi maravilhoso cantar covers de clássicos como “The Sound of Silence”, “True Colors” e “Move Your Feet”… o nossa versão, “Move Your Hair”. Você se sente um pouco como se tivesse cantando em com um borrifador e tivessem pagando por isso.

Pode resumir o que podemos esperar de Trolls?

Trolls tem um estilo de animação que nunca vi antes. O filme é atraente e faz sorrir. Poder ver essas criaturinhas, simplesmente me faz feliz. É muito entretido e acredito que a meta principal era fazer algo que os pais desfrutassem, mas também algo que as crianças amassem e se lembrariam com carinho. Queremos que as pessoas que forem assistir se sintam felizes. Espero que seja um desses grandes filmes animados que as crianças queiram ver uma e outra vez.

Que tão satisfatória e feliz é sua vida atualmente?

É um máximo. Nesse momento estou feliz passando tempo em casa. Não tenho estado lá por quatro anos pelo trabalho. Assim que finalmente quero plantar algumas flores e ervas no meu jardim. O estar em casa e ver meus amigos é um luxo. E eu amo estar com uma cozinha limpa!

“Acredito que era muito inquieta quando criança e definitivamente era competitiva, mas suponho que todos somos um pouco mais felizes na infância (risadas). Cada vez mais me dou conta que sigo sendo a mesma pessoas que era quando tinha três anos.”

“As pessoas sempre me perguntam se quero tirar férias, mas simplesmente o estar em casa com as pessoas que amo, é estar de férias. Como viajo tanto, minha casa definitivamente é meu lugar feliz.”

SCANS

Anna Kendrick na capa da “Oh! Magazine” | Novembro

07.11.2016
Anna Kendrick marca presença no “20th Annual Hollywood Film Awards”
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Premiações

No último dia 7, Anna Kendrick compareceu ao “20th Annual Hollywood Film Awards” no Beverly Hilton, em Beverly Hills

Na ocasião a atriz foi responsável pela entrega do prêmio de “Música do Ano”  Justin Timberlake, seu companheiro de elenco em Trolls.

 

FOTOS

Anna Kendrick no Hollywood Film Awards (Carpet), em LA | 06 de Novembro

Anna Kendrick no Hollywood Film Awards (Palco), em LA | 06 de Novembro

 

VÍDEO

06.11.2016
Anna Kendrick é capa da revista Glamour do México
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Entrevista, Revista

Essa menina – de Portland, Maine – é uma das atrizes mais exitosas do meio (e também muito cotada, com muitas estreias por vir) e agora chega aos cinemas com o filme O Contador. Com uma carreira grandiosa, uma voz fabulosa e um humor incrível. Existe algum que Anna não possa fazer?

Se tem algo que podemos falar com todo certeza é que Anna Kendrick é talentosa e que todos seus personagens são adoráveis, mas isso certamente se deve ao fato da vida real dela ser assim. Desde o instante que começamos a conversar, não houve um momento sem risadas, embora quando falávamos de seus compromissos profissionais ela ficava mais séria. Começou sua carreira em obras de teatro, incluindo um musical na Broadway chamado High Society. Posteriormente fez filmes independentes, para depois ganhar o papel que a colocaria no radar de Hollywood. Twilight, onde interpretou Jessica Stanley, a melhor amiga de Bella Swan (Kristen Stewart). A partir dai, a sorte esteve a seu favor e conseguiu vários protagonistas, sendo Amor Sem Escalas, com George Clooney, um dos mais importantes, já que ganhou nomeação como “Melhor Atriz Coadjuvante” nas premiação Golden Globes, Screen Actor Guild Awards e no BAFTA (algo mais?). Daí por diante, a temos visto em outros êxitos, como 50% e A Escolha Perfeita. E esse mês, Anna estreia O Contador, um filme intenso, que conta a história de Chris (Ben Affleck), um homem com uma mente extraordinária para a matemática, ainda que esse grande talento será usado para algo mais obscuro (e emocionante) que uma agenda cheia de contas e cálculos de impostos. A personagem de Anna, Danna, mudará a perspectiva de Chris sobre as pessoas e a maneira em que impacta nossa vida. Com tantos acertos em sua trajetória, nessa entrevista você lerá os plano de Anna para conquistar o mundo (ainda que acreditamos que ela já tenha conseguido).

 

ENTREVISTA

O filme O Contador tem de tudo: ação, drama, muitos momentos intensos… Ficamos encantados! Ben Affleck e você fazem um grandioso trabalho. Como você se preparou para esse papel?

Minha mãe é contadora, então pedi ajuda para entender a trama, já que alguns conceitos são muito concretos e queria estar certa de estar convincente na interpretação, Danna (meu personagem) é muito talentosa com números (mas não tanto como Chris, interpretado por Ben). Nunca me dei muito bem com a matemática, desafortunadamente não herdei  isso da minha mãe, de modo que sentamos durante várias horas e revisamos o roteiro. Foi interessante, triste que no momento exato em que terminamos as gravações, tudo saiu muito rápido da minha cabeça. Também tratei de pensar quem era Danna e o que aconteceu na sua vida. Tem uma cena especial entre ela e Chris onde ela conta coisas de sua família, é algo muito intimo e ajudou para conhecê-la e construí-la.  Ela conta que queria estudar algo mais criativo, mas seu pai foi quem a motivou a seguir aquele caminho, onde encontraria trabalho facilmente.  E eu gostei de como ela se relaciona com Chris; a primeira vista podia pensar que é limitado, mas para Danna ele tem um potencial enorme. O admira e gosta de sentir isso. A ele, graças a seu dom, não custou tanto trabalho para escolher seu destino como a Danna, ele já sabia.

Como foi trabalhar com Ben Affleck? Fazem um grande equipe!

Incrível. Ben fez muitas investigações sobre o tema, e nosso diretor, Gavin O’Connor, também estava com gente correta para armar uma história boa e genuína. Eu me preparei para reagir a qualquer personagem que Ben quisesse trazer para o cinema, pois foi algo que ele criou. Fizeram minha vida simples porque era entrar no estúdio e me adaptar as situações, somente tinha que ensaiar perfeitamente meus diálogos.

Definitivamente, o giro que tem a história é emocionante. Acredita que a frase: “nunca julgue um livro pela capa”?

Claro! Isso é parte da diversidade da vida, não? Por exemplo, eu gosto de mostrar para as pessoas que eles se equivocam sobre mim. E não falo só das primeiras impressões; quando você mostra as pessoas que te conhecem desde sempre o que você é capaz e até onde você pode chegar, são momentos emocionantes.

Apesar do filme se tratar de um assunto sério, sua personagem é relaxada e acessível. Você se identifica com a Danna?

Eu gosto de pensar que sou assim, uma pessoa que você pode se aproximar com facilidade… Desafortunadamente, as pessoas pode chegar a pensar que não é assim por eu ter resting bitch face. E eu sofro! Eu acredito que sou uma pessoa que você pode sentir proximidade.

Você pensa muito no que as pessoas podem te falar?

Não tanto. Isso que falei (na pergunta anterior) só aconteceu com algumas pessoas. Me sinto afortunada porque minhas experiências com as pessoas (pessoalmente e online) são boas, a maioria é amável, e eu agradeço. Afinal não me preocupa, eu foco somente nas coisas boas.

Com 13 milhões de seguidores, no instagram e no twitter, você deve sentir muita pressão. A fama não te mudou?

No inicio era estranho. Quando apenas começava a carreira e eu não me reconhecia tanto, me sentia nervosa poque não queria falar coisas equivocadas e tinha medo de decepcioná-los. Isso me preocupava. Não queria decepcionar ninguém, assim que houve um momento que tratei de ser a menina digna de concurso de beleza, mas os anos passaram, tomei confiança e meu sarcasmo e personalidade foram mostrados ao mundo. Graças a isso me sinto mais cômoda em público e não tenho medo de conversar com as pessoas. Gosto que meu tipo de humor já é conhecido e posso brincar com todo mundo…  Espero que pensem o mesmo!

É bom sair desse estereotipo de que as mulheres devem ter um humor inocente, um pouco de sarcasmo não faz mal.

Claro! Fico encantada que já não importa gênero, raça, religião ou orientação, agora você tem a oportunidade de escolher o que quer. E não se trata de ser irreverente; Sara Milican do Reino Unido é hilariante, e seu humor é doce. Por outro lado, está a Sarah Silverman, que é acida, mas igual de desfrutar. Gosto que nossa percepção se abra para qualquer tipo de gênero, não importa quem seja. Me fascina estar cercada de pessoas graciosas.  Acredito que não poderia me conectar com pessoas que não tenha algo sarcástico e de bom humor. Você pode ser uma boa pessoa, amável com o mundo, mas se não brinca nem um pouquinho, meu cérebro me manda uma mensagem de alerta:”Cuidado! Não confie nessa pessoa!” (risos).

Temos que ter cuidado! E o que te faz feliz?

Muitas coisas! Protetor solar, internet, açúcar e escapar das minhas responsabilidades. Já sabe, o que faz todo mundo feliz.

Não poderia seguir meus dias sem isso. E as coisas que te motivam?

Nesse trabalho, as boas oportunidades chegam repentinamente, inclusive se você não está preparada, e sou consciente de que tenho somente 24 horas para completar minhas metas. Meu segredo é concentrar nos meus brincos, tomar um Red Bull e entrar em pânico. Não tem nada que me mova mais a seguir adiante do que isso.

Desde jovem você esteve envolvida em projetos que envolviam os palcos. Quando soube que queria seguir esse caminho?

Eu tenho perguntado muitas vezes isso a mim mesma, mas somente quis fazer, desde que me lembre e desejo que siga assim.

Quais foram os momentos mais difíceis?

Uff, os primeiros anos da minha carreira. Tinha um ritual de ver a conta bancaria e pensar quantos dias poderia suportar viver no meu carro. Muitas coisas me faziam pensar que talvez não ia dar certo e que deveria considerar outras opções. Mas aos 17 anos conheci uma menina que me falou: “Fique calma. Não pode só pensar em dinheiro. Isso vai chegar sozinho”. E em momentos intensos, quando acreditava que ia ser despejada (risos), pensava que as coisas iam se resolver, tinha somente que seguir me esforçando. Cada vez que lembro das palavras dela, sinto que foi um conselho vindo do coração. Fico feliz de tê-la escutado e ter acreditado.

A paciência é um grande aliado. Por outro lado, no filme, sua personagem conta a Chris sobre uma anedota, em que ela busca ser a menina com o “efeito wow”. Você também é?

(Risos) Claro que não! Esse tipo de ideia resulta em ser falsa, mas todas as mulheres já tivemos. Nessa cena, Danna fala sobre o desejo de ser aceita e as conexões que queria, mas essa história era de quando era muito jovem, estava no período da escola e queria que à aceitassem. Mas quando se é adulto, são poucas as pessoas pelas quais deveria buscar esse tipo de aprovação. Seus amigos ou sua família, mas eles te querem como você é. Esse momento do filme é uma ilustração de como queremos conectar as pessoas, mas no mal sentido. Ela se dá conta disso, e Chris observa que existem maneiras mais importantes e profundas de conhecer as pessoas.

Então como poderia obter o “efeito wow” agora?

De maneira rápida? Coloque fogo em alguma coisa em um quarto cheio de gente. Você vai chamar atenção rapidamente. Super garantido!

Te vimos em diversos gêneros cinematográficos, desde drama e comédia até terror, em The Voice, com Ryan Reynolds. Você gostaria de experimentar algo novo? 

Esse filme foi um desafio grandioso, uma combinação de todo. Agora me sinto um pouco cobiçosa.

Como foi trabalhar com Marjane Satrapi, a diretora dessa grande história?

Estava tão feliz de fazer, me esforcei muito. Amo o livro e o filme de “Persépolis”, e me lembro certinho quando falamos por Skype para se organizar. Só gostaria de me sentir bem com ela, até iluminei perfeitamente meu quarto e coloquei algumas coisas para o fundo ficar legal. Fiquei obcecada! Ela não soube de nada disso até terminarmos de trabalhar juntas.

E agora você também é autora. Logo estará publicando Scrappy Little Nobody. O que você pode nos contar sobre isso?

São ensaios autobiográficos. As vezes penso que escrevi relatos que não deveria… Definitivamente coisas que me fazem levantar a noite, aterrorizada. Foi um projeto divertido, e sigo a mesma filosofia: rir de si mesmo faz o caminho mais leve.

Pode ver alguma evolução como atriz ao escrevê-lo?

Ainda estou esperando me converter em uma adulta. Tem uma parte de mim que está buscando esse progresso, mas é bom ver comportamentos que tinha aos 21 anos que mudaram. Por exemplo, sinto que melhorei a comunicação com as pessoas que gosto. Antes dessa entrevista, estava conversando com uma amiga e me perguntava coisas de saúde, planos de vida… Tudo muito adulto! E antes a única coisa que importava era sair e beber cerveja. Isso é o que importa, essas pequenas mudanças.

Desde os 13 anos você construiu sua carreira. De acordo com sua experiência, como foi crescer na indústria?

Eu gostei porque cada uma das pessoas que conheço que estão no meio são incrivelmente trabalhadoras, e também gostam de compartir tudo e isso foi um benção. E, bom, eu sei, existem alguns loucos, mas também podem ser um exemplo para saber o que nunca fazer.

Então tudo é ficção na vida hollywoodense?

Posso resumir em duas coisas o que é o estilo de vida: cremes corretivos e spanx. Nada mais!

Como é um dia livre na vida de Anna Kendrick?

Ah, no meu caso é diferente. Eu sou muito glamourosa, sempre estou arrumada, com a vida perfeitamente organizada. Se alguém falar que é ao contrário, desde agora te juro que é um grande mentiroso (risos).

Você se sente, nesse momento, que tem controle sobre tudo?

Claro que não! Quem bom que as pessoas que me cercam são pacientes, me perdoem que não respondo mensagem em uma semana.

Incrível que fale isso! Muitos te olham como um role model.

Então meu plano malvado está funcionando no mundo!

Acredita que exista a mulher perfeita-multitask?

Não sei bem se posso chegar a definir o que é a perfeição, mas conheço muitas mulheres que fazem coisas extraordinárias. Cuidam de seus filhos, cuidam a casa, tem seu próprio negócio… Essas são as pessoas que deveriam ser perguntadas sobre seus segredos porque definitivamente não posso fazer nada disso.

Outro filme que é bem popular é A Escolha Perfeita. Um grupo de menina, sendo geniais. Qual seria a fórmula perfeita para amizade entre meninas?

Duas palavras: humor e honestidade. Essas são as qualidades importantes para mim e que conseguimos passar em A Escolha Perfeita.

Aí mesmo podemos ver outro de seus talentos: cantar. Será que teremos um álbum totalmente seu?

Ah, não acredito… Se a industria do cinema é difícil, o mundo da música é uma loucura. Exige muito tempo e energia. Tenho amigos músicos e sempre ficam surpreendidos pela solicitação e como pode ser complicado. No meu caso, o que eu gosto é poder combinar a música com os filmes, mas pelo momento é a único que farei no aspecto.

Se tivesse a oportunidade de viajar no tempo, o que você gostaria de fazer: te ver no futuro ou olhar o passado?

Se pudesse falar alguma coisa quando jovem seria: não use delineador branco e preto para ir a escola. Não sabe o que está fazendo porque os tutorias do YouTube ainda não existem, assim que não faça, por favor. E não me veria no futuro, isso sempre é uma má ideia. Ainda que aproveitaria o momento para saber de algumas coisas, e assim voltar ao presente e apostar muito dinheiro. Só por isso valeria apena fazer.

E por último, algo que queira falar as nossas leitoras?

Espero que vocês gostem de O Contador! Esse filme tem tudo. Basicamente tem muito ação, Ben Affleck chutando bundas e eu estou aí para transformar toda a situação em algo muito incomodo. E isso é o melhor que faço no mundo.

 

FOTOS

 Photoshoot para a Glamour Mexico por Rachell Smith | Novembro

Anna Kendrick na capa da Glamour Mexico | Novembro

30.10.2016
Anna Kendrick fala sobre os seus novos projetos
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Entrevista, Filme, Livro

Nativa do estado de Maine, Anna Kendrick tem vários filmes, músicas e um novo livro chegando.      

Em seu novo livro, Scrappy Little Nobody, Anna Kendrick escreve que, aos 13 anos, ela decidiu “manter a loucura dentro da minha cabeça, onde ela pertencia”, mas admite que isso tem que sair de algum lugar. Esse lugar, para a já indicada ao Oscar e ao Tony, de 31 anos, vem de atuar e cantar.

“Ela é muito engraçada, e ela é tão talentosa e tão divertida de se assistir nas telas”, diz Ben Affleck, que estrelou com Kendrick no thriller policial recém-lançado, O Contador. “Ela é uma dessas pessoas que tem um tipo especial de qualidade, que é difícil de encontrar, mas os torna irresistíveis e divertidos.”

Os seguidores do Twitter da atriz – ela tem cerca de 6 milhões em @annakendrick47 – já sabem o quão engraçada ela pode ser. Divertida o suficiente para que ela seja convidada pela Touchstone para escrever um livro de histórias sobre sua vida, que vai além 140 caracteres.

Kendrick é relutante em dizer que Scrappy Little Nobody, que será publicado dia 15 de Novembro, é um livro de memórias ou mesmo uma coleção de dissertações, e isso não soa como se a nativa de Portland, Maine, fosse desistir do seu trabalho principal.

Ela esteve em três filmes recentes,  Família Hollar, O Contador e Os Caça Noivas. Além de uma comédia indie escrita por Jay e Mark Duplass chamada Table 19, prevista para lançar em janeiro, além disso, no próximo ano ela vai começar as gravações de A Escolha Perfeita 3.

Você pode ouvir Kendrick na animação musical Trolls da DreamWorks, onde ela dá voz à Poppy – descrita como “a Troll mais feliz que nasceu.” Justin Timberlake dá a voz ao seu antagonista, – o rabugento Branch –  mas os dois são forçados a ir em uma missão juntos para salvar os Trolls, com muita cantoria durante o caminho. O elenco inclui Zooey Deschanel, James Corden, Jeffrey Tambor e Christine Baranski.

Quando, recentemente, conversou sobre Trolls, Scrappy Little Nobody e o processo de escrever um livro, Kendrick mostrou seu senso de humor irônico. Aqui estão alguns trechos editados da conversa.

Nas notas da imprensa de Trolls, disseram que você não queria ser a troll “mais feliz”.

Quando eles me pediram para fazê-la, eu estava um pouco confusa, porque eu não sou conhecida por fazer personagens realmente animados, e eu não sou conhecida por ser uma pessoa alegre e otimista. Então, eu estava feliz que eles me deixarem fazê-la, um pouco sem limites e com um pouco de energia psicótica feliz. Eu também acho que isso torna mais divertido estar ao lado dela, do que de um personagem que é apenas muito alegre.

Geralmente, em filmes de animação, você não encontra os outros membros do elenco durante as gravações. Foi isso que aconteceu aqui?

Justin e eu fizemos alguns diálogos juntos — mas nem tantos. Mas fizemos todas as músicas. Eu nunca gravei uma música sem a presença dele.

Como foi o Justin como produtor? Você cantou com outra pessoa durante as gravações?

Eu achei que seria intimidador, mas Justin foi incrivelmente paciente, prático e me deu algumas dicas específicas, que me ajudaram muito. Fazer regravações de músicas clássicas dos anos 70 foi divertido. Mas eu não trabalhei com ninguém além do Justin. Como atriz, eu fico insegura na minha vez de cantar uma música. Então, fiquei feliz que Zooey Deschanel não estava lá me assistindo enquanto eu cantava.

E quanto ao seu livro? Você gostou do processo de escrevê-lo?

Seria mentira dizer que “gostar” é a palavra correta. Eu achei muito interessante e, algumas vezes, eu escrevia algo que era muito bom e, outras vezes, eu escrevia algo e três semanas depois o meu editor me dizia, “Não vamos usar isso.”

Quais foram as dificuldades?

Houve momentos em que eu achava que deveria mudar o ritmo da história ou abordar determinado tema de um capítulo anterior, então eu pensava “Eu não sei porquê alguém me deixar fazer isso. É tão diferente de tudo que eu já tive que fazer na minha vida.”

Como você se sente sobre isso agora que está perto de ser lançado?

Foi muito desafiante, e estou feliz e orgulhosa do resultado. Mas é difícil saber, porque ainda não foi lançado. Então, eu acho que ainda posso melhorá-lo. Geralmente, você trabalha em um filme por alguns meses, tão intensamente e, às vezes, você sente que nada mais existe. Então, tudo acaba e você esquece sobre isso por um ano. Mas foi diferente com o livro. Trabalhar em algo que eu sempre poderia voltar, mudar as coisas ou consertar algo, é uma proposta diferente para mim, porque eu, definitivamente, sou indecisa. Muitas vezes eu adicionei frases e o meu editor as cortava dizendo, “Você não precisa explicar isso.” Eu estou sempre com medo de ser mal interpretada. Então, milhões de vozes na minha mente diziam que eu deveria esclarecer que eu estava sendo sarcástica, mas isso se tornava uma coisa chata de ler.

Você vai ler as críticas?

Eu não leio críticas desde os meus dois primeiros filmes, eu não tenho a intenção de ler as críticas do meu livro. Uma parte de mim ficou surpresa quando me dei conta que pessoas iriam criticar o meu livro, porque eu sentia que isso não era algo que eu realmente faço. Eu não sou uma escritora de verdade. Por que se incomodar em criticar? Claro que esse foi um pensamento bobo. Mas como alguém que se agarra a cada palavra como algo que pode ser interpretado de forma negativa, ler as críticas seria uma coisa insensata de se fazer.

Então, você não vai chamar isso de autobiografia?

Eu falo sobre a minha vida, e uma grande parte sobre o meu trabalho. Mas, obviamente, estou muito hesitante de alguém achar que esse é um livro de memórias. Recentemente, eu fiz a minha primeira entrevista com uma pessoa que leu o livro, e ele queria falar sobre coisas do tipo, “Quando você percebeu que a sua carreira estava decolando ou algo assim?” E eu pensei, “Meu Deus, ele está me entrevistando como se eu fosse Dustin Hoffman refletindo sobre a minha carreira.” Fiquei constrangida. Eu penso no livro como uma coleção de experiências que eu já tive. Aqui estão alguns dos pensamentos estúpidos que estão na minha mente. Se alguém estiver interessando, vá em frente, leia!

Você tem uma turnê de divulgação do livro marcada. Você vai ler trechos do seu livros?

Eu não. Na verdade, espero que não. Seria desconcertante. Eu sou melhor em apenas conversar com as pessoas. Essa é uma daquelas coisas bobas, não é uma turnê de verdade. Mas, ao mesmo tempo, é uma turnê de verdade.

Mas você tem 10 datas, incluindo Los Angeles.

Eu não penso nisso como algo real, porque não está conectado com nada que eu faça profissionalmente. Esse é um daqueles momentos que você se dá conta quão bizarro é a sua própria lógica, tipo, não é uma turnê de verdade.

Fonte: Bangor Daily News.

29.10.2016
Anna Kendrick participa do programa de Jimmy Fallon
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Entrevista, Livro, Vídeo

Anna Kendrick participou na última sexta, 28, do programa ‘The Tonight Show com Jimmy Fallon’. A atriz conversou sobre seus projetos, inclusive do seu livro, Scrappy Little Nobody, previsto para chegar as lojas nos Estados Unidos no próximo dia 15.

FOTOS

Anna Kendrick no programa de Kimmy Fallon em NYC | 28 de Outubro

VÍDEOS

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28.10.2016
Anna Kendrick deixando hotel em New York
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Fotos

Na última sexta, dia 28, Anna Kendrick foi vista saindo de um hotel em Manhattan, New York.

Confira as fotos:

FOTOS

Anna Kendrick deixando hotel em NYC | 28 de Outubro

28.10.2016
Anna Kendrick e Justin Timberlake: trolls de corpo e alma
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Entrevista, Filme

Justin Timberlake desperta muitas paixões. E ainda que tenha deixado sua época de boyband, às vezes relembra aqueles anos que fazia parte do NSYNC e arrasava enquanto andava rodeado de guarda-costas. A imagem se repetiu na última edição do Festival de Cannes, onde apresentou algumas cenas exclusivas de Trolls junto com sua companheira de elenco, Anna Kendrick.

Trolls é um filme de animação da DreamWorks em que Timberlake (cantor, produtor musical e ator), além de dar vida a um dos protagonistas, também exerce a função de produtor executivo musical. Em concreto, Justin cede a voz a Branch, um dos protagonistas que, junto a Poppy (que tem a voz de Kendrick na versão original), tentam devolver a liberdade e a alegria de seus iguais, os Trolls, esses encantadores bichinhos coloridos que passam o dia cantando, rindo e se abraçando.

Depois de passar pelo festival, e com a Riviera Francesa literalmente a seus pés, Justin Timberlake e Anna Kendrick (indicada ao Oscar de 2010 por Up In The Air) iniciavam uma intensa campanha de promoção do filme que acaba de chegar aos nossos cinemas e cuja a canção principal (que pode  ter te feito dançar no verão) é “Can’t Stop The Feeling”, a última do cantor.

A música, junto com uma maravilhosa experiência de animação, estão confirmadas nos cinemas em que também participam outros interpretes como Gwen Stefani, Zooey Deschanel, James Corden e a dupla Icono Pop. Mas isso não foi o único, nós conversamos com os protagonistas…

 

Entrevista

 

Justin, seu personagem em Trolls é um grosso que não gosta de música, muito menos de cantar…

JT: Basicamente eu mesmo… (risos) Foi divertido interpretar um personagem como esse porque no geral não me oferecem papeis sarcásticos e hostis. Então eu me diverti muito

AK: Ao contrário de mim que sempre recebo personagens sarcásticos…

JT: Mas dessa vez você teve um muito alegre e brincalhão.

 

Quais as dificuldades de dar voz a um personagem?

AK: É mais divertido que difícil. Obviamente é um repto, porque você não pode usar sua própria cara e nem corpo, e aí está o desafio. É uma grande experiência: você tem que resolver as dificuldades que te apresentam, mas você mesma, nunca tem que lidar com que o co-protagonista perca o papel, o com que o diretor tenha uma sincope porque começou a chover… Em um filme como esse tudo está em suas mãos e isso te dá uma sensação de verdadeiro prazer.

JT: Aliás, o irônico é que em um trabalho como esse usasse mais o corpo. Depois das sessões de dublagem chegava em casa exausto porque utilizava todas as minhas extremidades para ter certeza que meu personagem ‘sairia’, é uma ferramenta que se tem a mão para te dar voz, a força ou a energia necessária.

 

Como foi trabalhar com os animadores?

JT: Os animadores são as peças mais valiosas em todo o trabalho. Faziam closes de nossos rostos, não como um motion capture (movimentos reais que são passadas para animação), se não para ter esses vídeos como referências na hora de fazer as animações. Assim faziam com que seu personagem movesse a boca como você, que tivesse gestos seus e expressões.

 

Em Trolls vocês cantam “True Colors” (originalmente interpretada por Cyndi Lauper), vocês lembram-se da primeira vez que escutaram essa música?

JT: Saiu em 1984 mais ou menos, não? Lembro-me de escuta-la quando era pequeno.

AK: É uma dessas músicas que você sempre se lembra, é muito famosa. Mas não sei exatamente quando foi a primeira vez que escutei.

JT:  O que sempre passa com essas grandes músicas é que você não consegue se lembrar quando escutou pela primeira vez; parece que ela sempre esteve aí…

 

Justin, como aconteceu essa versão de “True Colors” para o filme e como foi a criação da trilha sonora?

JT: Antes de me unir como produtor executivo, a musica já havia sido escolhida  e já tinha um primeiro arranjo. Foi como um sinal para mim, porque me deu a oportunidade de incluir várias músicas pop de diferentes décadas. Quando fiz a primeira apresentação, a sensação era de algo muito moderno e irreverente, assim que decidimos manter essa linha. Foi uma benção que tivessem escolhido “True Colors”, porque foi o primeiro impulso para escrever “Can’t Stop The Feeling”, por exemplo.

 

Quantas músicas você escreveu para o filme?

JT: A trilha sonora inclui cinco temas originais co-escritos e produzidos por mim.  Um deles a Ariana Grande interpreta e o outro canto com Gwen Stefani.

 

Então é um dueto?

JT: Algo parecido. Ela canta grande parte da música, porque quando se tem Gwen Stefani cantando deve deixa-la fazer. Não pode fazer mais nada.  “Can’t Stop The Feeling” tem duas versões diferentes, uma interpretada pelo elenco. Foi um processo muito emcionante.

 

Vocês começaram a fazer promoção de Trolls nas redes sociais com muita antecedência, comunicar diretamente com seus seguidores seus trabalhos se tornaram uma parte do mesmo?

AK: Eu coloquei muitas coisas no instagram com esse telefone (o pega e levanta), mas simplesmente porque tinha fotos geniais. Não que minha intenção fosse levar tudo como estratégia de promoção pelo instagram, mas estivemos em cidades maravilhosas e tínhamos muitas fotos.

 

Uma das características de Trolls são os penteados. Justin, isso você conhece: você teve muitos estilos…

JT: Por que lembrou de mim?

 

Pergunto-me se você se arrependeu de algum…

JT: Me arrependi de mais de um (risos).

 

Existe algum que você realmente repudia?

JT: Olha, melhor deixarmos por aqui, sim? Ou você quer que eu volte para terapia? (volta a rir).

 

Fonte: GRAZIA.es