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Melhor fonte sobre a atriz Anna Kendrick

26.10.2016
Fotos & Vídeos: Anna Kendrick participa do programa Extra TV em Los Angeles
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Entrevista, Filme, Livro, promoção

Anna Kendrick promoveu nessa terça, 25, a animação Trolls no programa Extra TV na Universal Studios, em Los Angeles. Além da animação, a atriz também conversou sobre seu livro, Scrappy Little Nobody, previsto para chegar as lojas nos Estados Unidos no próximo dia 15.

Ela tirou algumas fotos antes de se encontrar com o apresentador Mario Lopez, e estava usando um vestido azul e vermelho.

Confira as fotos e vídeo:

FOTOS

Anna Kendrick no programa EXTRA, em Los Angeles | 25 de Outubro

VÍDEOS

Anna Kendrick chegando ao programa Extra TV

Anna Kendrick responde a perguntas feitas por fãs.

26.10.2016
Anna Kendrick é homenageada no 23rd Annual ELLE Women In Hollywood Awards
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Evento, Premiações

Anna Kendrick compareceu ontem, 24, ao 23rd Annual ELLE Women In Hollywood Awards. O evento realizado pelo revista Elle aconteceu no The Four Seasons Hotel em Beverly Hills, na Califórnia.

A atriz recebeu o prêmio ao lado de outros grandes nomes que também estamparam a capa da revista na edição do mês de outubro. O prêmio foi entregue a ela por Ben Affleck, seu companheiro de elenco no filme O Contador.

Confira as fotos:

FOTOS

25.10.2016
Anna Kendrick comparece a premiere de Trolls em Los Angeles
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Première

No último domingo, dia 24, aconteceu em Westwood, na Califórnia, a premiere da animação Trolls.

Anna Kendrick e grande parte do elenco compareceram ao red carpet da animação mais colorida do ano.

A atriz usou um vestido de veludo azul com enfeites de cristal. Assinado por Marc Jacobs, o vestido faz parte da coleção de primavera de 2017.

Confira as fotos:

FOTOS

Premiere de “Trolls” em Los Angeles | 23 de Outubro

23.10.2016
Anna Kendrick é capa da revista Vanidades do México
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Entrevista, Revista

Entre todas as estrelas que protagonizaram a exitosa saga de Twilight, Anna Kendrick é a única que recebeu uma nomeação ao Oscar (pelo filme Amor sem Escalas). Enquanto Robert Pattinson tenta encontrar um estilo de filme que o devolva a fama e Kristen Stewart se decide por filmes mais arriscados, Anna não tem nenhum problema em manter seu prestigio entre as atrizes de sua geração. Os números mostram. Nenhuma outra estrela em Hollywood estreia tantos filmes como ela. Em entrevista exclusiva, no Hotel Caesars Palace de Las Vegas, falamos sobre seu perfil pessoal que esconde atrás de cada um de seus novos filmes.

Esse ano você pode estar estrando nada menos que sete filmes. Verdade?

Quem sabe?

Vamos fazer as contas juntos: Mr. Right, The Hollars (Família Hollar, título no Brasil), Get a Job (Arrume um Emprego), Table 19, Trolls, The Accountant (O Contador), Mike and Dave Need Wedding Dates (Os caça-noivas). Não são sete no total?

(Rindo) Sim! É engraçado, porque eu gravei todos ao longo de um período muito maior e agora estão saindo todos juntos, esse ano.

Pura coincidência? 

Sim! algumas eu gravei inclusive faz dois anos. E uma delas, como Get a Job, já tinha feito faz 4 anos.

Com personagens completamente diferentes e filmes muito distintos, Anna Kendrick é uma atriz privilegiada em Hollywood. Em Get a Job, com Miles Teller, mostra a dificuldade de conseguir um trabalho depois de se formar na faculdade. Em Mr. Right se apaixona por alguém que parece ser o homem ideal (Sam Rockwell), até que descobre que ele é um assassino a solta. Na comédia romântica Table 19 conta uma mesma história do ponto de vista de vários estranhos juntos na mesma mesa de solteiros em um casamento. E em Mike and Dave Need Wedding Dates, Anna é o par eleito por Zac Efron para ir em uma festa de casamento. Ainda tem mais: The Hollars tem como diretor e protagonista John Krasinski. E Trolls é um filme animado em que vamos escuta-la cantar, antes de vê-la em The Accountant, com uma completa mudança de estilo, é um filme dramática em que Ben Affleck é um contador que arruma os livros dos clientes ilegais.

Podemos formular as perguntas com base nos títulos de seus filmes? Por exemplo, Get a Job e The Accountant, que em espanhol seria como “Consigue un trabajo” (Arrume um Emprego, no Brasil) e “El Contador” (O contador)… Já considerou trabalhar como contadora se não fosse atriz?

Você não vai acreditar, mas minha mãe é contadora e penso que eu seguiria os passos dela. Mas sou muio ruim em matemática. Ela é muito boa nessa matéria, faz contas de cabeça e as vezes tenho que pedir para ela parar porque não entende do que ela fala.

Que outro trabalho você gostaria de ter se não fosse atriz?

Adoraria ser chef responsável pelas sobremesas.

Podemos dizer que cozinha melhor as sobremesas?

Digamos que sou boa.

O filme The Hollars, que dirige John Krasinski, conta sobre uma pessoa que volta a pequena cidade onde nasceu. Nesse sentido, o que você mais sente falta de Portland, onde você foi criada?

As paisagens e a neve.

Depois de ter gravado o filme Mr. Right, que em espanhol seria “El Hombre ideial” (O homem certo, em livre tradução para o português do Brasil), acha que é difícil encontrar o homem perfeito em Hollywood?

Não sei…  (risadas). Tem que usar o Tinder (site para encontrar um par).

Assim como acontece no filme Mike and Dave Need Wedding Dates, em que Zac Efron e Adam Devine precisam arrumar pares para levar ao casamento, em seu caso você sente pressão de ter que levar sempre alguém nos grandes eventos de Hollywood?

Não sinto pressão. Em uma festa importante eu levo um amigo. Prefiro um amigo a um namorado.

O que você acha das pressões da sociedade para que você case e tenha filhos antes de certa idade?

Eu acho é engraçado. Nunca senti nada disso, porque minha mãe teve filhos quando era bastante adulta e sempre esteve muito concentrada na sua carreira. Me lembre que quando tinha 22 anos e estava pegando um táxi no aeroporto, em Los Angeles, um homem de origem russa me falou: “Deveria se casar no ano seguinte ou se não, as pessoas achariam que tinha alguma coisa estranha”.

Você se parece em algo com a mulher atrevida do filme Mike and Dave Need Wedding Dates?

Acho que sim, mas mantenho bem guardado. Quando estava gravando, do nada eu estava falando coisas que normalmente não diria e me desculpava: “Ah, desculpe, é meu personagem que fala. Mão queria falar isso’.

Entre todos os seus filmes, qual personagem se parece mais com a verdadeira Anna Kendrick?

Provavelmente diria que Katherina do filme 50/50 (50%). Ela desejava ser amável e que as pessoas gostassem dela, mas se fica nervosa consegue acabar com tudo.

Qual a imagem mais equivocada que você acredita que as pessoas tenham de você?

Acho que muita gente pensa que sou super tensa e muito organizada pelo filme Up in the Air. Acreditam que preciso ter tudo de forma especial e que sou muito exigente.

O terceiro filme da saga Pitch Perfect estreia no próximo ano, verdade?

Sim, vamos começar as filmagens em alguns meses.

Acreditou que Pitch Perfect podia chegar a se converter em uma série de filmes com tanto êxito,  em que o segundo filme chegou a arrecadar quase 300 milhões de dólares? 

Não, ninguém que estava envolvido chegou a imaginar. Ainda que pareça um pouco ingênuo dizer que não sabíamos que Twilight ia ter tanto êxito, sequer pensávamos que Pitch Perfect podia alcançar, mas é certo. Quando estávamos filmando, houve um momento em que inclusive cheguei a me perguntar se alguém ia pagar para ver algo assim, porque estava passando “Glee” na televisão e as pesoas poderiam ver de graça. Não precisava pagar um ingresso. Mas estou feliz de que conseguimos também algo diferente do programa de TV.

Você viu os vídeos que tem no YouTube com a pessoas que fazem a brincadeira dos copos como no primeiro filme de Pitch Perfect, onde você canta a música “Cups”?

Sim. Acredite, todos aqueles que conheço que tem filhos me manda vídeos para me contar: “Hoje é o dia em que ele aprendeu…”. E eu sinto muito, porque para todos os pais a princípio parece lindo e depois reclamam de tanta dor de cabeça.

Em seu caso, que outro estilo de filme gostaria de ver mais em Hollywood?

Eu gostaria que tivesse mais filmes com animais que falam, porque quero trabalhar com cachorros (risos). Sei que os filmes com animais que falam não são muito legais, mas eu gostaria de filmar uma. Se eu fosse presidente de Hollywood, faria com que todos filmes tivessem 10 cachorros no mínimo.

Você tem cachorros em casa?

Não (risos). Não tenho porque não poderia viajar com eles e não tenho tempo para cuidar. Por isso preciso de cachorros nos filmes.

 

Fonte: Vanidades México (Edição 18 de Outubro 2016)

22.10.2016
Site argentino “La Nacion” avalia filmes com Anna Kendrick no elenco.
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Filme

O site argentino La Nacion aproveitou o lançamento do filme O Contador para analisar os filmes que trazem Anna Kendrick no elenco. Segundo o site, a carreira da atriz teve altos e baixos e dessa maneira eles criaram uma “lista” que conta com os 3 melhores filmes e os 2 não tão bons. Confira:

 

Os três melhores:

1 – Amor Sem Escalas (Up in the Air, 2009 – Direção: Jason Reitman)

Entre a segunda (Lua Nova) e a terceira (Eclipse) parte da saga Crepúsculo – saga que interpretou a frustrada Jessica Stanley, amiga de Bella Swan-, Anna Kendrick se fez notar com uma personagem secundário em Amor Sem Escalas, filme de Jason Reitman baseado no livro de Walter Kirn. O efeito Kendrick se converteu em uma marca registrada e os resultados de suas composições dependem sempre da sua interpretação. Nesse caso, a atriz combinou com precisão o que sua personagem, Natalia Kenner, precisava: a ambição de uma natureza overachiever (alcançar mais sucesso do que o esperado) e a inquietação ao ver como os planos podem ocasionalmente se romper. Enquanto em Amor Sem Escalas, George Clooney e Vera Farmiga são as pessoas com quem troca afiados comentários, Kendrick apela para o mesmo desde um lugar mais encantador, como a protegida de um homem de negócio (ou de demissões). Por sua atuação, a atriz foi indicada ao Oscar na categoria de “Melhor atriz coadjuvante”, perdendo para  imbatível Mo’Nique.

 

 

2 – 50% (50/50, 2011 – Direção: Jonathan Levine)

Em 50/50 já apareciam alguma inquietudes que o diretor Jonathan Levine exploraria quatro anos depois na grande comédia de natal “The Night Before”. Assim como no segundo filme citado também vemos Seth Rogen e Joseph Gordon-Levitt aludindo a importância da amizade através de pequenos gestos, na primeira o panorama é similar, mas o contexto mais severo: o protagonista é diagnosticado com câncer. 50/50 praticamente começa com o temido diagnóstico, pelo qual o resto da filmagem se foca em como Adam (Gordo-Levitt) redescobre sua vida por outra perspectiva. O acerto do filme não é apelar para golpes baixos, se não ao desfrute das situações rotineiras como uma honesta conversa em um parque.  Kendrick interpreta Katherine McKay, terapeuta e Adam, essa mulher que o obriga a mudar uma existência que estava entorpecida muito antes do diagnostico. 50/50 é uma verdadeira joiazinha que o roteirista Will Reiser escreveu a partir de sua própria experiencia com a doença. Sem dúvidas, a genuinidade é perceptível.

 

 

3 – Um brinde à Amizade (Drinking Buddies, 2013 – Direção: Joe Swanberg)

Em uma entrevista com publicação na “Variety”, a atriz Greta Gerwing ilustro a perfeição de como funcionou as filmagens do filme circunscrito em gênero mumblecore (atuação naturalista e diálogos muitas vezes improvisado): “Trabalhávamos todo no mesmo departamento, dormíamos juntos, e exista uma  lista na geladeira das coisas que tinham que ser compradas: leite, ovos.. e um roteiro”. A piada interna entre quem concebia e quem executava essas produções é bem conhecida por Joe Swanberg, um dos seus maiores representantes. Por tanto, ainda que se encontrem amparada por uma produção maior, Um brinde à Amizade tão pouco teve roteiro e tão pouco esteve delimitada. O segredo? Deixar os atores fazerem os seus personagens segundo de acordo com os próprios critérios. Kate (Olivia Wilde) e Luke (Jake Johnson) são dois amigos que trabalham em uma cervejaria e cujo o vinculo parece destinado a outro coisa. Ao se tratar de Swanberg, nada se desenvolve de acordo com os parâmetros de  uma comédia romântica convencional e seu final tão indelével é a mostra mais clara disso. Kendrick interpreta a Jill, namorada de Luke, e o faz adaptando com soltura ao estilo do realizador, com quem voltaria a colaborar nas menos destacadas Happy Christmas e Digging for Fire.

 

 

 

Os dois ruins:

1 – Caminhos da Floresta (Into the Woods, 2014 – Direção: Rob Marshall)

Independente de não ser um musical ajustado, o problema chave de Caminhos da Floresta é sua indecisão. O filme de Rob Marshall foi adaptado por James Lapine, o autor do livro em que se baseou o musical de Stephen Sondheim, e cuja a coluna vertebral é a releitura dos contos dos irmãos Grimm. Por tanto, o trabalho com o subtexto era imperativo, era necessária certa obscuridade para levar a um bom ponto todas essas mensagens escondidas nas histórias apresentadas como afáveis. Pelo contrário, quando se produzem existe a quebra da fantasia, Caminhos da Floresta se encolhe e se destaca como um hibrido que não leva a lugar nenhum: não é suficiente áspera para um público adulto, mas também é suficiente para  uma audiência jovem. Dentro de uma grande elenco grande o que se destaca um lado mais cômico de Chris Pine, Kendrick interpreta a Cinderela com um desenvolvimento de seus dotes para o canto não tão exitosos como os que vimos em A Escolha Perfeita e em The Last Five Years.

 

 

2 – Cake: Uma razão para viver (Cake, 2014 – Direção: Daniel Barnz)

O filme de Daniel Barnz implicou em um retrocesso para Kendrick, quem desde Crepúsculo no que ficava tão regalada a uma trama tão cansada. Cake: Uma razão para viver parece ter sido exclusivamente orquestrada para resplandecer a protagonista, Jennifer Aniston, que por sua vez ficou muito próxima de conseguir uma nomeação ao Oscar pelo seu trabalho. Nina, o personagem de Kendrick, não é mais que um forçado MacGuffin (algo que serve de pretexto para avançar na história) para que Clair (Aniston) decida abandonar a bebida, a vida de reclusão e o maltrato com o que se conduz diariamente. Em consequência, a jovem atriz aparece somente em flashbacks e as razões do sofrimento de Nina são incipientes pelos outros personagens que busam configurar a imagem dessa menina que foi dominada pela depressão. Pouco inspirada, de  realização sem grandeza de ideias e com Aniston forçando sua veia dramática para ganhar prestigio, Cake: Uma razão para viver persegue uma transcendência que nunca irá alcançar.

 

 

Fonte: La Nacion

 

E aí, vocês concordam com nossos hermanos?

21.10.2016
Anna Kendrick: “Eu quero matar os nazistas”
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Entrevista, Filme, Livro, Notícia

Anna Kendrick atua, canta, escreve e tem milhões de seguidores convencidos de que ela é a estrela mais simpática de Hollywood. Mas, por baixo de tudo, ela é determinada, conforme transparece em entrevista concedida ao repórter Sanjiv Bhattacharya, do site inglês Telegraph.

Eu não deveria perguntá-la sobre isso, – seus assessores me disseram que está “fora de questão” – mas que seja. Anna Kendrick lançará a sua autobiografia, intiluda Scrappy Little Nobody, no mês de novembro. Isso vindo de uma atriz nomeada ao Oscar, amiga de George Clooney e que tem um trilhão de seguidores no Twitter (na verdade, são 5.8 milhões). Se ela for uma “ninguém”, então o que será do resto de nós? Até que ponto a autodepreciação tem o efeito completamente contrário?

“O que, tipo uma falsa modéstia? Como se eu quisesse ser elogiada?” Suas sobrancelhas se arquearam. Ela parece estar genuinamente irritada. “Deveria ter intitulado Super Important Star (Estrela Super Importante)? Isso teria feito você mais feliz?”

Hmm, talvez.

“Que tal I’m Obviously Amazing (Eu sou, obviamente, Incrível) por Anna Kendrick?” Então, a sua irritação se transforma em um grande sorriso. Ela cai na risada. “Isso é realmente muito bom. Poxa! Agora quero mudar.”

Nós estamos reunidos no escritório do seu assessor, em Wilishire Boulevar, e a sua agenda é infernal. O livro é um dos muitos motivos pelos quais Kendrick está sendo requisitada – ela também está no filme O Contador, com Ben Affleck, e na animação da Dreamworks, Trolls, com Justin Timberlake. Então, após um repórter sair pela porta, a sua equipe me empurra para dentro da sala, eu a encontro no canto do cubículo, perto da janela, parecendo um pássaro pequeno, pálida como papel, folheando revistas. “Sem falar sobre o livro e sem selfies”, me dizem. Então, a porta atrás de mim se fecha.

Isso não é muito o estilo da Kendrick – equipe controladora, cenário corporativo, entrevistas fabricadas. Ela é conhecida por ser gentil, pé no chão, uma daquelas garotas – aquela palavra esquisita: “autêntica”. Nós vemos Kendrick nos programas de televisão e ela é divertida, um pouco como Jennifer Lawrence, Lena Dunham e Emma Stone, a geração do milênio que deixou de lado rótulos de estrela com complexo de diva por algo muito mais relacionável, engraçado e até mesmo adorável – um bom exemplo para garotas de todos os lugares.

“Sim, eu, Jennifer Lawrence e Lena Dunham nos juntamos para pensar em algo que pudesse irritar os jornalistas,” ela diz, rindo. “Pensamos, ‘e se dissermos que somos todas normais e isso deixar todo mundo louco?'”

É isso. Ser pé no chão significa rir quando chamada de pé no chão, afinal, que outra maneira há de ser? Enfim, é verdade – estou aqui para atestar que Anna Kendrick, embora não seja uma “ninguém”, por qualquer padrão sensato, é perfeitamente normal.

PROVA A: ela fica intimidada com celebridades. Uma das suas histórias preferidas é sobre quando conheceu Beyonce e hiperventilou durante todo o momento. Foi tema de uma publicação popular no seu Instagram (com 9 milhões de seguidores). “Eu deveria não ter me intimidado?” Ela pergunta. “Deveria ter falado ‘Sou melhor que você, curve-se diante de mim’?” Peça para ela nomear a melhor coisa em ser famosa e ela responde, sem hesitar: “Kelly Clarkson me respondeu no Twitter, uma vez.”

Tem um padrão aqui. Redes sociais e cantoras – duas das grandes obsessões de Kendrick. Ela ama vocalistas e, inclusive, é uma espécie de cantora. Ela canta em quase todas as faixas da trilha sonora de Trolls. Na verdade, ela começou cantando – em um musical da Broadway com 12 anos de idade.

Seu primeiro filme também foi um musical, Camp. Dentre todos os seus filmes dramáticos – Amor Sem Escalas Marcados para Morrer –  foi o filme A Escolha Perfeita que a estabeleceu como uma inquestionável atriz de sucessos de bilheterias, uma franquia de filmes de comédia musical sobre um grupo de canto à capela formado por garotas que atingiu em cheio os adoradores de Glee-barra-poder-feminino. A Escolha Perfeita tem previsão para ser lançado no ano que vem e Kendrick, de acordo com boatos, recebeu 6 milhões de dólares para estrear o filme.

O que nos leva a PROVA B da sua tão vangloriada normalidade – ela é simples. Ela dirige um Prius semi-novo – a sua amiga, Aubrey Plaza, a ajudou na negociação do preço na concessionária. Ela faz as suas próprias compras – “mas eu compro bastante em um site de compras delivery, porque sou preguiçosa.” E ela viaja na classe econômica. Nem mesmo na executiva – se tem alguma coisa que a atriz de 1,57m não precisa é de mais espaço para as pernas.

“Sim, eu sou uma heroína,” ela diz, deixando transparecer o sarcasmo. “Na verdade, é sobre isso que eu e Lena Dunham conversamos: Vamos viajar em um jatinho particular, mas contaremos às pessoas que voamos de econômica, para parecermos mártires.” Ela dá de ombros. “Mas, claro, se eu estiver comprando a minha própria passagem – o outro tipo é incrivelmente caro. Eu nunca gastaria tanto dinheiro assim por algumas horas da minha vida.”

Não é o dinheiro, é o princípio. “Mesmo se eu tivesse todo o dinheiro do mundo, apenas parece errado,” ela diz. Esses são os tipos de valores sensatos, típicos de uma família de classe-média, em que ela foi criada. Ela cresceu em Portland, Maine, com um irmão mais velho e os seus pais, agora aposentados, que trabalhavam com finanças. Esbanjar dinheiro nunca foi o estilo deles.

E, de qualquer forma, ela não se incomoda em se camuflar – ela não é o tipo de celebridade que as pessoas notam. “Eu sou bem pequena,” ela explica. “Com o cabelo solto. E se eu colocar um boné também, é isso. Fim de jogo.”

O mundo das celebridades já tem a sua cota de pessoas vazias e egoístas, mas Kendrick não faz parte dela. Ela não tem necessidade de frescuras ou de supérfluos. Ela é pragmática, ativa, célere, conclusiva. E isso não é sempre valorizado.

“As minhas qualidades favoritas são, às vezes, o que as pessoas menos gostam em mim,” ela diz, divertindo-se com o antagonismo. “Eu posso ser bem exigente e prática e, às vezes, na indústria cinematográfica, as pessoas só querem fazer a mágica acontecer.”

Por exemplo? “Tudo bem, por exemplo, eu estou gravando e sei que você quer capturar o momento exato em que digo essa fala e o cavalo aparece em cena. Então, por que eu não fico dizendo a fala sem parar e, quando o cavalo aparecer, teremos a cena? Mas muitos diretores não acham que isso é arte. Eles acham que eu estou sendo arrogante. Mas se o cavalo tem a necessidade de correr entre uma cena e outra, vamos fazer isso acontecer! Eu só quero executar a ideia.”

Essa é a sua palavra preferida – executar. Quando ela está executando, ela está feliz, e quando não está? Nem tanto. “Eu consigo me tirar de certas situações, algumas vezes,” ela diz. Exemplo de tweet: Quanto tempo você pode ficar deitado sem desenvolver uma úlcera? #MotivaçãodeDomingo. “Mas, lá no fundo, eu quero levantar e me manter ativa.”

Um exemplo ilustrativo: esse livro – que não deveríamos estar mencionando. “Foi difícil para caramba escrevê-lo,” ela diz. “Fez com que eu respeitasse, ainda mais, os escritores e também me tornou mais crítica – eu acho que, para ser um escritor, você tem que ser clinicamente louco. Em alguns momentos, eu até caía na risada, então, pelo menos, eu consigo me fazer rir. Porque, no final das contas, eu vou morrer sozinha, e é melhor eu ter uma boa plateia.”

Antes do livro, ela apenas tinha escrito tweets. Mas, como os seus zilhares de seguidores já sabem, ela é boa nisso. O Twitter é o lugar onde Kendrick se solta e mostra o seu senso de humor, principalmente. Tweets do tipo: “Bruno Mars seria o hobbit mais legal do Condado” e “Os publicitários dos comerciais de comida reciclam as músicas dos pornôs dos anos 80 ou só eu que quero fazer amor com esse suflê?

“A maioria das pessoas não os entende,” ela diz. “Teve apenas um em que eu pensei, ‘esse é o tweet! – eles não estão prontos para isso!’ E não funcionou muito bem. Foi assim: ‘Eu odeio quando você reclama de um comediante que está fazendo algo apenas pela piada. Tipo, ir em encontros às cegas ou ter filhos.’ E todo mundo ficou viajando, sem entender o que eu queria dizer.”

O seu vasto número de seguidores nas redes sociais – ela tem mais seguidores no Twitter do que o número de habitantes da Dinamarca – poderia significar cifras de dinheiro, se ela assim escolhesse. Bem parecido com o universo Kardashian, no qual vivemos. Mas ela ainda não monetizou os seus fãs. Por exemplo, ela poderia começar a tirar fotos bebendo uma Coca Diet refrescante. Não seria pela marca – ela é irônica, engraçada e, essencialmente, se importa com a arte e não com o dinheiro

E, ainda assim, tem uma marca que ela gostaria de fazer publicidade, somente se eles a chamassem. “Para a Intuition Razors – uma marca de lâminas de depilação para mulheres,” ela diz. “Eles têm esse creme de depilação bem sólido, então você consegue pular uma etapa. Muito bom. Inovador.”

Quando jovem, ainda na cidade de Portland, ela nunca pensou que um dia teria uma conversa assim. Na sua adolescência, ela se alternava entre “se sentir inconfortavelmente tímida e muito extrovertida.” E ela ainda oscila até hoje. “Eu tenho uma síndrome terrível em que eu me sinto uma impostora – isso tudo foi um grande erro – e tem momentos em que eu acho que eu tenho muito a provar.”

Mas ela não esperava e não previa esse tipo de sucesso. Com certeza, não veio facilmente. Ela se jogou em vários testes de elenco em Los Angeles, com o seu espírito alegre – vai lá, faça o seu melhor! Ela tem uma beleza jovem, sem muitas curvas, então portas se fecharam, mais do que algumas.

“Eu me lembro de uma vez, quando estava voltando para a segunda etapa de um teste de elenco, o lugar estava fechado, então eu meio que, literalmente, comecei a olhar pelo vidro da janela. Meu agente tinha me ligado por engano, dizendo que eu tinha passado para outra fase. Então, sim, tiveram muitas rejeições e eu me pegava pensando, ‘não, eu definitivamente sou boa nisso, certo?’ Saber que outras pessoas talentosas também não estavam trabalhado, de certa forma, me ajudou. Algumas vezes é preciso de sorte e de um momento certo.”

Para Kendrick, o seu sucesso veio com o filme em que contracenou com George Clooney, Amor Sem Escalas, e o ambiente do filme se adequa bastante com a sua trajetória. O seu teste de elenco foi em um pequeno bangalô em Venice, na presença do diretor do filme, Jason Reitman. “Eu achei que aquilo era muito para mim, eu nem imaginava que conseguiria o papel,” ela diz. E, ainda assim, meses depois ela se pegou contracenando com o George Clooney. Essa é a sua história preferida.

“O hotel em que estávamos tinha aulas de ioga e eu pensei que seria boa nisso, afinal eu tinha frequentado aulas de dança quando criança. No set, eu estava falando sobre a aula, basicamente me gabando por ter colocado a minha perna sobre o meu ombro. O George me perguntou se eu conseguia tocar a minha cabeça com os meus joelhos e eu disse que ninguém conseguia isso. Então, bem ali na minha frente, ele, praticamente, se dividiu em dois. Foi bem impressionante. Naquele momento eu pensei, ‘Tudo bem, você é melhor do que eu em tudo.'”

Kendrick ainda é nova, apenas 31 anos. Não seria muito chocante se, em mais ou menos uma década, outra atriz jovem falar sobre ela dessa mesma forma. Ela faz comédia, canta, escreve livros e é uma atriz séria. Não tem muitas coisas que essa “pequena ninguém” não consegue fazer.

“Eu não sei, tem um papel que eu quero muito, mas, provavelmente, eu nunca conseguirei,” ela diz. “Eu quero interpretar um soldado na Segunda Guerra Mundial.”

Aparentemente, ela ama Irmãos de Guerra “é uma dos filmes mais legais que já foi feito.” E ela adoraria ser uma desses irmãos.

“Seria tipo Irmãos de Guerra e Uma Irmã, ou algo assim. E não me diga que eu posso interpretar uma enfermeira esse não o ponto. Eu estou falando sobre ser uma heroína. Arriscar a minha vida pelo meu país. A moralidade não é muito obscura na Segunda Guerra Mundial não como nas guerras atuais, que são eticamente complicadas e meio frustrantes. Eu quero ser forte.”

Ela pega uma revista Vogue e abre em uma página com várias bolsas de mão caríssimas. Então, Anna Kendrick, de 1,56m, nerd que curte musicais de teatro, diz: “Eu só quero matar nazistas.”

Fonte: Telegraph.

21.10.2016
Contracenando com Ben Affleck, Anna Kendrick é a equação certa para “O Contador”
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Entrevista

New York – Um quarto cheio de números, escritos em um quadro, vidro e praticamente em qualquer lugar em uma superfície plana, seria chato para qualquer pessoa. Para os personagens de Ben Affleck e Anna Kendrick, no filme “O Contador“, essa matemática é mágica.

O filme de ação onde Affleck interpreta Chris Wolff, um contador tentando evitar o governo que tenta descobrir o porquê milhões de dólares foram perdidos de um cofre de uma grande empresa de tecnologia. A personagem de Kendrick, Dana Cummings é a contadora júnior que ajuda ele, onde no início é colocada contra ele, mas acaba fazendo amizade.

“Essa cara é como Rubik’s Cube para ela”, diz o diretor Gavin O’Connor. “Ela é realmente curiosa sobre a vida dele, mas tem essa parede invisível ao redor dele pela qual ela tenta entrar e nunca consegue.”

Depois de passar a noite toda em cima dos livros – com uma lixeira cheia de marca textos e números por toda parte – Chris é louco por seu trabalho e a mente de Dana é de um gênio.

Eles não somente descobrem as finanças e resolvem o mistério, como também descobrem que adoram a mesma coisa.

“Pela primeira vez, eles estão conectados, considerando que as outras vezes foram desastrados a respeito de tudo.” diz a atriz.

“O mundo que ele vive é tão satisfatório para ele. É uma diversão, e ele permite que ela também viva essa experiência.” O’Connor diz. “Essa cara tem uma mente matemática extraordinária, um super humano intelectual, mas ela acende uma chama no seu coração. Ele faz por ela, e ela por ele.”

Affleck gostou de interpretar este diferente personagem. “Quando ele está em silêncio, é quando consegue ser mais ágil.“, o ator diz.

No seu papel, Kendrick encontrou um charme diferente. “Diferente de Chris, Dana se coloca fora de tudo e tenta decifrar as pistas dele – ela realmente o acha extraordinário.” Ela diz. “Existe esse monólogo que Dana faz sobre como estamos sempre fazendo as mesmas coisas; às vezes é difícil descobrir como conectar. Mesmo que Chris seja autista e Dana não, ela não tenta uma conversa agradável também.”

O que eles têm em comum é que ambos são influenciados pelo seus pais. O pai de Chris disse para ele se empenhar em ter uma vida normal mesmo com autismo, enquanto o pai de Dana a aconselhou a escolher um caminho onde tivesse uma carreira segura.

Sendo um pai de 3, Affleck permite que ele entenda esse senso de vulnerabilidade.

“Você percebe que o mundo é muito mais assustador quando se tem filhos.” Ele diz. “É uma questão interessante que o filme aborda: nós vamos tão longe. às vezes, tentando proteger nossos filhos, que isso de fato pode ser prejudicial?”

“Como pai, você vê seus próprios erros muito mais claramente: que foi uma péssima ideia fazer tal coisa ou você nem deveria ter dito nada. Você está sempre achando que as coisas estão certas, mas é muito dificil de ter certeza.”

FONTE: USA Today

21.10.2016
“Eu vou acabar com a sua vida”, diz Anna para Ben Affleck
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Entrevista

New York – É tudo muito divertido com Ben Affleck e Anna Kendrick até Affleck começar a cantar a música Cups, sucesso do filme Pitch Perfect.

“When I’m gone,” Affleck começa, antes de Kendrick mandar parar. “Eu vou acabar com a sua vida,” ela diz para seu colega do filme The Accountant.

Na verdade é Affleck que é a força mortal no seu novo filme. Ele interpreta um cara comum, Christian Wolff, que é procurado pelo Tesouro Americano por lidar com organizações criminosas. Um homem de ações com um pouco de autismo, Chris conhece uma contadora Júnior, Dana Cummings, no seu novo trabalho em uma companhia de robótica, e quando ela está marcada para morrer, ele vem para salvá-la.

Qualquer um que viu Batman x Superman, com Affleck como Dark Knight, sabe que ele lida bem com uma cena de luta. Kendrick estava no set de gravação de The Accountant no dia que Affleck colocou um especialista na pia do banheiro e a atriz pôde lutar um pouquinho.

“Eu passei a maior parte dos dias lidando com caras do mal, mas eu realmente bati em um com uma tampa de privada. Esse foi o meu momento.” Diz Kendrick, 31.

Good Will Hunting foi o que fez ela e Affleck serem fãs, e o ator e diretor de 44 anos gostou de tudo o que ela fez, desde a saga Crepúsculo até a marca Pitch Perfect. “Eu ainda estou esperando para fazer Pitch Perfect 3”, Affleck diz. “Eu não sei se vou chegar lá.” (Affleck sabe cantar?Não“, Kendrick diz, na verdade, o que arranca risos do ator.)

Eles não se conheciam direito antes de filmar, mas logo se tornaram amigos, diz o diretor do filme, Gavin O’Connor.

Uma coisa que fez eles se tornarem amigos foi o amor pelo time Patriots de New England. Kendrick torce para eles regularmente, mas ela era realmente fanática mesmo antes das gravações em 2015, quando os Patriots jogaram contra os Seattle Seahawks no Super Bowl.

“Eu estava aos gritos no bar do hotel. Não só queria que os Pats ganhassem o Super Bowl, mas se eles não ganhassem, meu colega de trabalho irá ficar muito triste amanhã.” Kendrick disse. E depois de ganharem de 24 a 28, “ele veio no melhor bom humor do mundo, cumprimentando todo mundo.”

“Isso pareceu certo”, Affleck disse.

O ator também ficou surpreso com a notícia de que ele aparece no livro de Kendrick “Scrappy Little Nobody”. Dentro de sua coleção de frases e ditados estão vários momentos absurdos como estar no Oscar em 2015 e correr para pegar um avião para Atlanta logo em seguida para filmar na manhã seguinte.

“Existem diversos problemas de logística para Ben, eu tenho certeza, mas como mulher, tem muito mais coisas como cabelo, vestido, jóias. Como eu vou falar com as pessoas se não sou responsável por tudo isso?” Kendrick diz.

“Eles querem o cabelo deles de volta”, Affleck brinca. “Agora que eu sei que estou lá, vou comprar o livro.”

Com Affleck dirigindo o novo filme do Batman e Kendrick filmando a sequência de Pitch Perfect no início de 2017, essa dupla dinâmica já tem planos de trabalharem juntos mais uma vez.

“Nós vamos fazer uma troca.” Diz Kendrick.

“Tá bom, você fará Batman e eu faço Pitch Perfect. Vendido!” Diz Affleck.

Kendrick é ambiciosa em escolher seu personagem (“eu quero ser o Batman”), mas Affleck ainda não desistiu de seu sonho em cantar.

“Eu posso ser um dos cantores”, ele pede. “Essa vez podemos fazer com os Patriots ao invés dos Packers.”

FONTE: USA Today