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Melhor fonte sobre a atriz Anna Kendrick

07.11.2016
Anna Kendrick marca presença no “20th Annual Hollywood Film Awards”
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Premiações

No último dia 7, Anna Kendrick compareceu ao “20th Annual Hollywood Film Awards” no Beverly Hilton, em Beverly Hills

Na ocasião a atriz foi responsável pela entrega do prêmio de “Música do Ano”  Justin Timberlake, seu companheiro de elenco em Trolls.

 

FOTOS

Anna Kendrick no Hollywood Film Awards (Carpet), em LA | 06 de Novembro

Anna Kendrick no Hollywood Film Awards (Palco), em LA | 06 de Novembro

 

VÍDEO

06.11.2016
Anna Kendrick é capa da revista Glamour do México
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Entrevista, Revista

Essa menina – de Portland, Maine – é uma das atrizes mais exitosas do meio (e também muito cotada, com muitas estreias por vir) e agora chega aos cinemas com o filme O Contador. Com uma carreira grandiosa, uma voz fabulosa e um humor incrível. Existe algum que Anna não possa fazer?

Se tem algo que podemos falar com todo certeza é que Anna Kendrick é talentosa e que todos seus personagens são adoráveis, mas isso certamente se deve ao fato da vida real dela ser assim. Desde o instante que começamos a conversar, não houve um momento sem risadas, embora quando falávamos de seus compromissos profissionais ela ficava mais séria. Começou sua carreira em obras de teatro, incluindo um musical na Broadway chamado High Society. Posteriormente fez filmes independentes, para depois ganhar o papel que a colocaria no radar de Hollywood. Twilight, onde interpretou Jessica Stanley, a melhor amiga de Bella Swan (Kristen Stewart). A partir dai, a sorte esteve a seu favor e conseguiu vários protagonistas, sendo Amor Sem Escalas, com George Clooney, um dos mais importantes, já que ganhou nomeação como “Melhor Atriz Coadjuvante” nas premiação Golden Globes, Screen Actor Guild Awards e no BAFTA (algo mais?). Daí por diante, a temos visto em outros êxitos, como 50% e A Escolha Perfeita. E esse mês, Anna estreia O Contador, um filme intenso, que conta a história de Chris (Ben Affleck), um homem com uma mente extraordinária para a matemática, ainda que esse grande talento será usado para algo mais obscuro (e emocionante) que uma agenda cheia de contas e cálculos de impostos. A personagem de Anna, Danna, mudará a perspectiva de Chris sobre as pessoas e a maneira em que impacta nossa vida. Com tantos acertos em sua trajetória, nessa entrevista você lerá os plano de Anna para conquistar o mundo (ainda que acreditamos que ela já tenha conseguido).

 

ENTREVISTA

O filme O Contador tem de tudo: ação, drama, muitos momentos intensos… Ficamos encantados! Ben Affleck e você fazem um grandioso trabalho. Como você se preparou para esse papel?

Minha mãe é contadora, então pedi ajuda para entender a trama, já que alguns conceitos são muito concretos e queria estar certa de estar convincente na interpretação, Danna (meu personagem) é muito talentosa com números (mas não tanto como Chris, interpretado por Ben). Nunca me dei muito bem com a matemática, desafortunadamente não herdei  isso da minha mãe, de modo que sentamos durante várias horas e revisamos o roteiro. Foi interessante, triste que no momento exato em que terminamos as gravações, tudo saiu muito rápido da minha cabeça. Também tratei de pensar quem era Danna e o que aconteceu na sua vida. Tem uma cena especial entre ela e Chris onde ela conta coisas de sua família, é algo muito intimo e ajudou para conhecê-la e construí-la.  Ela conta que queria estudar algo mais criativo, mas seu pai foi quem a motivou a seguir aquele caminho, onde encontraria trabalho facilmente.  E eu gostei de como ela se relaciona com Chris; a primeira vista podia pensar que é limitado, mas para Danna ele tem um potencial enorme. O admira e gosta de sentir isso. A ele, graças a seu dom, não custou tanto trabalho para escolher seu destino como a Danna, ele já sabia.

Como foi trabalhar com Ben Affleck? Fazem um grande equipe!

Incrível. Ben fez muitas investigações sobre o tema, e nosso diretor, Gavin O’Connor, também estava com gente correta para armar uma história boa e genuína. Eu me preparei para reagir a qualquer personagem que Ben quisesse trazer para o cinema, pois foi algo que ele criou. Fizeram minha vida simples porque era entrar no estúdio e me adaptar as situações, somente tinha que ensaiar perfeitamente meus diálogos.

Definitivamente, o giro que tem a história é emocionante. Acredita que a frase: “nunca julgue um livro pela capa”?

Claro! Isso é parte da diversidade da vida, não? Por exemplo, eu gosto de mostrar para as pessoas que eles se equivocam sobre mim. E não falo só das primeiras impressões; quando você mostra as pessoas que te conhecem desde sempre o que você é capaz e até onde você pode chegar, são momentos emocionantes.

Apesar do filme se tratar de um assunto sério, sua personagem é relaxada e acessível. Você se identifica com a Danna?

Eu gosto de pensar que sou assim, uma pessoa que você pode se aproximar com facilidade… Desafortunadamente, as pessoas pode chegar a pensar que não é assim por eu ter resting bitch face. E eu sofro! Eu acredito que sou uma pessoa que você pode sentir proximidade.

Você pensa muito no que as pessoas podem te falar?

Não tanto. Isso que falei (na pergunta anterior) só aconteceu com algumas pessoas. Me sinto afortunada porque minhas experiências com as pessoas (pessoalmente e online) são boas, a maioria é amável, e eu agradeço. Afinal não me preocupa, eu foco somente nas coisas boas.

Com 13 milhões de seguidores, no instagram e no twitter, você deve sentir muita pressão. A fama não te mudou?

No inicio era estranho. Quando apenas começava a carreira e eu não me reconhecia tanto, me sentia nervosa poque não queria falar coisas equivocadas e tinha medo de decepcioná-los. Isso me preocupava. Não queria decepcionar ninguém, assim que houve um momento que tratei de ser a menina digna de concurso de beleza, mas os anos passaram, tomei confiança e meu sarcasmo e personalidade foram mostrados ao mundo. Graças a isso me sinto mais cômoda em público e não tenho medo de conversar com as pessoas. Gosto que meu tipo de humor já é conhecido e posso brincar com todo mundo…  Espero que pensem o mesmo!

É bom sair desse estereotipo de que as mulheres devem ter um humor inocente, um pouco de sarcasmo não faz mal.

Claro! Fico encantada que já não importa gênero, raça, religião ou orientação, agora você tem a oportunidade de escolher o que quer. E não se trata de ser irreverente; Sara Milican do Reino Unido é hilariante, e seu humor é doce. Por outro lado, está a Sarah Silverman, que é acida, mas igual de desfrutar. Gosto que nossa percepção se abra para qualquer tipo de gênero, não importa quem seja. Me fascina estar cercada de pessoas graciosas.  Acredito que não poderia me conectar com pessoas que não tenha algo sarcástico e de bom humor. Você pode ser uma boa pessoa, amável com o mundo, mas se não brinca nem um pouquinho, meu cérebro me manda uma mensagem de alerta:”Cuidado! Não confie nessa pessoa!” (risos).

Temos que ter cuidado! E o que te faz feliz?

Muitas coisas! Protetor solar, internet, açúcar e escapar das minhas responsabilidades. Já sabe, o que faz todo mundo feliz.

Não poderia seguir meus dias sem isso. E as coisas que te motivam?

Nesse trabalho, as boas oportunidades chegam repentinamente, inclusive se você não está preparada, e sou consciente de que tenho somente 24 horas para completar minhas metas. Meu segredo é concentrar nos meus brincos, tomar um Red Bull e entrar em pânico. Não tem nada que me mova mais a seguir adiante do que isso.

Desde jovem você esteve envolvida em projetos que envolviam os palcos. Quando soube que queria seguir esse caminho?

Eu tenho perguntado muitas vezes isso a mim mesma, mas somente quis fazer, desde que me lembre e desejo que siga assim.

Quais foram os momentos mais difíceis?

Uff, os primeiros anos da minha carreira. Tinha um ritual de ver a conta bancaria e pensar quantos dias poderia suportar viver no meu carro. Muitas coisas me faziam pensar que talvez não ia dar certo e que deveria considerar outras opções. Mas aos 17 anos conheci uma menina que me falou: “Fique calma. Não pode só pensar em dinheiro. Isso vai chegar sozinho”. E em momentos intensos, quando acreditava que ia ser despejada (risos), pensava que as coisas iam se resolver, tinha somente que seguir me esforçando. Cada vez que lembro das palavras dela, sinto que foi um conselho vindo do coração. Fico feliz de tê-la escutado e ter acreditado.

A paciência é um grande aliado. Por outro lado, no filme, sua personagem conta a Chris sobre uma anedota, em que ela busca ser a menina com o “efeito wow”. Você também é?

(Risos) Claro que não! Esse tipo de ideia resulta em ser falsa, mas todas as mulheres já tivemos. Nessa cena, Danna fala sobre o desejo de ser aceita e as conexões que queria, mas essa história era de quando era muito jovem, estava no período da escola e queria que à aceitassem. Mas quando se é adulto, são poucas as pessoas pelas quais deveria buscar esse tipo de aprovação. Seus amigos ou sua família, mas eles te querem como você é. Esse momento do filme é uma ilustração de como queremos conectar as pessoas, mas no mal sentido. Ela se dá conta disso, e Chris observa que existem maneiras mais importantes e profundas de conhecer as pessoas.

Então como poderia obter o “efeito wow” agora?

De maneira rápida? Coloque fogo em alguma coisa em um quarto cheio de gente. Você vai chamar atenção rapidamente. Super garantido!

Te vimos em diversos gêneros cinematográficos, desde drama e comédia até terror, em The Voice, com Ryan Reynolds. Você gostaria de experimentar algo novo? 

Esse filme foi um desafio grandioso, uma combinação de todo. Agora me sinto um pouco cobiçosa.

Como foi trabalhar com Marjane Satrapi, a diretora dessa grande história?

Estava tão feliz de fazer, me esforcei muito. Amo o livro e o filme de “Persépolis”, e me lembro certinho quando falamos por Skype para se organizar. Só gostaria de me sentir bem com ela, até iluminei perfeitamente meu quarto e coloquei algumas coisas para o fundo ficar legal. Fiquei obcecada! Ela não soube de nada disso até terminarmos de trabalhar juntas.

E agora você também é autora. Logo estará publicando Scrappy Little Nobody. O que você pode nos contar sobre isso?

São ensaios autobiográficos. As vezes penso que escrevi relatos que não deveria… Definitivamente coisas que me fazem levantar a noite, aterrorizada. Foi um projeto divertido, e sigo a mesma filosofia: rir de si mesmo faz o caminho mais leve.

Pode ver alguma evolução como atriz ao escrevê-lo?

Ainda estou esperando me converter em uma adulta. Tem uma parte de mim que está buscando esse progresso, mas é bom ver comportamentos que tinha aos 21 anos que mudaram. Por exemplo, sinto que melhorei a comunicação com as pessoas que gosto. Antes dessa entrevista, estava conversando com uma amiga e me perguntava coisas de saúde, planos de vida… Tudo muito adulto! E antes a única coisa que importava era sair e beber cerveja. Isso é o que importa, essas pequenas mudanças.

Desde os 13 anos você construiu sua carreira. De acordo com sua experiência, como foi crescer na indústria?

Eu gostei porque cada uma das pessoas que conheço que estão no meio são incrivelmente trabalhadoras, e também gostam de compartir tudo e isso foi um benção. E, bom, eu sei, existem alguns loucos, mas também podem ser um exemplo para saber o que nunca fazer.

Então tudo é ficção na vida hollywoodense?

Posso resumir em duas coisas o que é o estilo de vida: cremes corretivos e spanx. Nada mais!

Como é um dia livre na vida de Anna Kendrick?

Ah, no meu caso é diferente. Eu sou muito glamourosa, sempre estou arrumada, com a vida perfeitamente organizada. Se alguém falar que é ao contrário, desde agora te juro que é um grande mentiroso (risos).

Você se sente, nesse momento, que tem controle sobre tudo?

Claro que não! Quem bom que as pessoas que me cercam são pacientes, me perdoem que não respondo mensagem em uma semana.

Incrível que fale isso! Muitos te olham como um role model.

Então meu plano malvado está funcionando no mundo!

Acredita que exista a mulher perfeita-multitask?

Não sei bem se posso chegar a definir o que é a perfeição, mas conheço muitas mulheres que fazem coisas extraordinárias. Cuidam de seus filhos, cuidam a casa, tem seu próprio negócio… Essas são as pessoas que deveriam ser perguntadas sobre seus segredos porque definitivamente não posso fazer nada disso.

Outro filme que é bem popular é A Escolha Perfeita. Um grupo de menina, sendo geniais. Qual seria a fórmula perfeita para amizade entre meninas?

Duas palavras: humor e honestidade. Essas são as qualidades importantes para mim e que conseguimos passar em A Escolha Perfeita.

Aí mesmo podemos ver outro de seus talentos: cantar. Será que teremos um álbum totalmente seu?

Ah, não acredito… Se a industria do cinema é difícil, o mundo da música é uma loucura. Exige muito tempo e energia. Tenho amigos músicos e sempre ficam surpreendidos pela solicitação e como pode ser complicado. No meu caso, o que eu gosto é poder combinar a música com os filmes, mas pelo momento é a único que farei no aspecto.

Se tivesse a oportunidade de viajar no tempo, o que você gostaria de fazer: te ver no futuro ou olhar o passado?

Se pudesse falar alguma coisa quando jovem seria: não use delineador branco e preto para ir a escola. Não sabe o que está fazendo porque os tutorias do YouTube ainda não existem, assim que não faça, por favor. E não me veria no futuro, isso sempre é uma má ideia. Ainda que aproveitaria o momento para saber de algumas coisas, e assim voltar ao presente e apostar muito dinheiro. Só por isso valeria apena fazer.

E por último, algo que queira falar as nossas leitoras?

Espero que vocês gostem de O Contador! Esse filme tem tudo. Basicamente tem muito ação, Ben Affleck chutando bundas e eu estou aí para transformar toda a situação em algo muito incomodo. E isso é o melhor que faço no mundo.

 

FOTOS

 Photoshoot para a Glamour Mexico por Rachell Smith | Novembro

Anna Kendrick na capa da Glamour Mexico | Novembro

30.10.2016
Anna Kendrick fala sobre os seus novos projetos
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Entrevista, Filme, Livro

Nativa do estado de Maine, Anna Kendrick tem vários filmes, músicas e um novo livro chegando.      

Em seu novo livro, Scrappy Little Nobody, Anna Kendrick escreve que, aos 13 anos, ela decidiu “manter a loucura dentro da minha cabeça, onde ela pertencia”, mas admite que isso tem que sair de algum lugar. Esse lugar, para a já indicada ao Oscar e ao Tony, de 31 anos, vem de atuar e cantar.

“Ela é muito engraçada, e ela é tão talentosa e tão divertida de se assistir nas telas”, diz Ben Affleck, que estrelou com Kendrick no thriller policial recém-lançado, O Contador. “Ela é uma dessas pessoas que tem um tipo especial de qualidade, que é difícil de encontrar, mas os torna irresistíveis e divertidos.”

Os seguidores do Twitter da atriz – ela tem cerca de 6 milhões em @annakendrick47 – já sabem o quão engraçada ela pode ser. Divertida o suficiente para que ela seja convidada pela Touchstone para escrever um livro de histórias sobre sua vida, que vai além 140 caracteres.

Kendrick é relutante em dizer que Scrappy Little Nobody, que será publicado dia 15 de Novembro, é um livro de memórias ou mesmo uma coleção de dissertações, e isso não soa como se a nativa de Portland, Maine, fosse desistir do seu trabalho principal.

Ela esteve em três filmes recentes,  Família Hollar, O Contador e Os Caça Noivas. Além de uma comédia indie escrita por Jay e Mark Duplass chamada Table 19, prevista para lançar em janeiro, além disso, no próximo ano ela vai começar as gravações de A Escolha Perfeita 3.

Você pode ouvir Kendrick na animação musical Trolls da DreamWorks, onde ela dá voz à Poppy – descrita como “a Troll mais feliz que nasceu.” Justin Timberlake dá a voz ao seu antagonista, – o rabugento Branch –  mas os dois são forçados a ir em uma missão juntos para salvar os Trolls, com muita cantoria durante o caminho. O elenco inclui Zooey Deschanel, James Corden, Jeffrey Tambor e Christine Baranski.

Quando, recentemente, conversou sobre Trolls, Scrappy Little Nobody e o processo de escrever um livro, Kendrick mostrou seu senso de humor irônico. Aqui estão alguns trechos editados da conversa.

Nas notas da imprensa de Trolls, disseram que você não queria ser a troll “mais feliz”.

Quando eles me pediram para fazê-la, eu estava um pouco confusa, porque eu não sou conhecida por fazer personagens realmente animados, e eu não sou conhecida por ser uma pessoa alegre e otimista. Então, eu estava feliz que eles me deixarem fazê-la, um pouco sem limites e com um pouco de energia psicótica feliz. Eu também acho que isso torna mais divertido estar ao lado dela, do que de um personagem que é apenas muito alegre.

Geralmente, em filmes de animação, você não encontra os outros membros do elenco durante as gravações. Foi isso que aconteceu aqui?

Justin e eu fizemos alguns diálogos juntos — mas nem tantos. Mas fizemos todas as músicas. Eu nunca gravei uma música sem a presença dele.

Como foi o Justin como produtor? Você cantou com outra pessoa durante as gravações?

Eu achei que seria intimidador, mas Justin foi incrivelmente paciente, prático e me deu algumas dicas específicas, que me ajudaram muito. Fazer regravações de músicas clássicas dos anos 70 foi divertido. Mas eu não trabalhei com ninguém além do Justin. Como atriz, eu fico insegura na minha vez de cantar uma música. Então, fiquei feliz que Zooey Deschanel não estava lá me assistindo enquanto eu cantava.

E quanto ao seu livro? Você gostou do processo de escrevê-lo?

Seria mentira dizer que “gostar” é a palavra correta. Eu achei muito interessante e, algumas vezes, eu escrevia algo que era muito bom e, outras vezes, eu escrevia algo e três semanas depois o meu editor me dizia, “Não vamos usar isso.”

Quais foram as dificuldades?

Houve momentos em que eu achava que deveria mudar o ritmo da história ou abordar determinado tema de um capítulo anterior, então eu pensava “Eu não sei porquê alguém me deixar fazer isso. É tão diferente de tudo que eu já tive que fazer na minha vida.”

Como você se sente sobre isso agora que está perto de ser lançado?

Foi muito desafiante, e estou feliz e orgulhosa do resultado. Mas é difícil saber, porque ainda não foi lançado. Então, eu acho que ainda posso melhorá-lo. Geralmente, você trabalha em um filme por alguns meses, tão intensamente e, às vezes, você sente que nada mais existe. Então, tudo acaba e você esquece sobre isso por um ano. Mas foi diferente com o livro. Trabalhar em algo que eu sempre poderia voltar, mudar as coisas ou consertar algo, é uma proposta diferente para mim, porque eu, definitivamente, sou indecisa. Muitas vezes eu adicionei frases e o meu editor as cortava dizendo, “Você não precisa explicar isso.” Eu estou sempre com medo de ser mal interpretada. Então, milhões de vozes na minha mente diziam que eu deveria esclarecer que eu estava sendo sarcástica, mas isso se tornava uma coisa chata de ler.

Você vai ler as críticas?

Eu não leio críticas desde os meus dois primeiros filmes, eu não tenho a intenção de ler as críticas do meu livro. Uma parte de mim ficou surpresa quando me dei conta que pessoas iriam criticar o meu livro, porque eu sentia que isso não era algo que eu realmente faço. Eu não sou uma escritora de verdade. Por que se incomodar em criticar? Claro que esse foi um pensamento bobo. Mas como alguém que se agarra a cada palavra como algo que pode ser interpretado de forma negativa, ler as críticas seria uma coisa insensata de se fazer.

Então, você não vai chamar isso de autobiografia?

Eu falo sobre a minha vida, e uma grande parte sobre o meu trabalho. Mas, obviamente, estou muito hesitante de alguém achar que esse é um livro de memórias. Recentemente, eu fiz a minha primeira entrevista com uma pessoa que leu o livro, e ele queria falar sobre coisas do tipo, “Quando você percebeu que a sua carreira estava decolando ou algo assim?” E eu pensei, “Meu Deus, ele está me entrevistando como se eu fosse Dustin Hoffman refletindo sobre a minha carreira.” Fiquei constrangida. Eu penso no livro como uma coleção de experiências que eu já tive. Aqui estão alguns dos pensamentos estúpidos que estão na minha mente. Se alguém estiver interessando, vá em frente, leia!

Você tem uma turnê de divulgação do livro marcada. Você vai ler trechos do seu livros?

Eu não. Na verdade, espero que não. Seria desconcertante. Eu sou melhor em apenas conversar com as pessoas. Essa é uma daquelas coisas bobas, não é uma turnê de verdade. Mas, ao mesmo tempo, é uma turnê de verdade.

Mas você tem 10 datas, incluindo Los Angeles.

Eu não penso nisso como algo real, porque não está conectado com nada que eu faça profissionalmente. Esse é um daqueles momentos que você se dá conta quão bizarro é a sua própria lógica, tipo, não é uma turnê de verdade.

Fonte: Bangor Daily News.

29.10.2016
Anna Kendrick participa do programa de Jimmy Fallon
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Entrevista, Livro, Vídeo

Anna Kendrick participou na última sexta, 28, do programa ‘The Tonight Show com Jimmy Fallon’. A atriz conversou sobre seus projetos, inclusive do seu livro, Scrappy Little Nobody, previsto para chegar as lojas nos Estados Unidos no próximo dia 15.

FOTOS

Anna Kendrick no programa de Kimmy Fallon em NYC | 28 de Outubro

VÍDEOS

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28.10.2016
Anna Kendrick deixando hotel em New York
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Fotos

Na última sexta, dia 28, Anna Kendrick foi vista saindo de um hotel em Manhattan, New York.

Confira as fotos:

FOTOS

Anna Kendrick deixando hotel em NYC | 28 de Outubro

28.10.2016
Anna Kendrick e Justin Timberlake: trolls de corpo e alma
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Entrevista, Filme

Justin Timberlake desperta muitas paixões. E ainda que tenha deixado sua época de boyband, às vezes relembra aqueles anos que fazia parte do NSYNC e arrasava enquanto andava rodeado de guarda-costas. A imagem se repetiu na última edição do Festival de Cannes, onde apresentou algumas cenas exclusivas de Trolls junto com sua companheira de elenco, Anna Kendrick.

Trolls é um filme de animação da DreamWorks em que Timberlake (cantor, produtor musical e ator), além de dar vida a um dos protagonistas, também exerce a função de produtor executivo musical. Em concreto, Justin cede a voz a Branch, um dos protagonistas que, junto a Poppy (que tem a voz de Kendrick na versão original), tentam devolver a liberdade e a alegria de seus iguais, os Trolls, esses encantadores bichinhos coloridos que passam o dia cantando, rindo e se abraçando.

Depois de passar pelo festival, e com a Riviera Francesa literalmente a seus pés, Justin Timberlake e Anna Kendrick (indicada ao Oscar de 2010 por Up In The Air) iniciavam uma intensa campanha de promoção do filme que acaba de chegar aos nossos cinemas e cuja a canção principal (que pode  ter te feito dançar no verão) é “Can’t Stop The Feeling”, a última do cantor.

A música, junto com uma maravilhosa experiência de animação, estão confirmadas nos cinemas em que também participam outros interpretes como Gwen Stefani, Zooey Deschanel, James Corden e a dupla Icono Pop. Mas isso não foi o único, nós conversamos com os protagonistas…

 

Entrevista

 

Justin, seu personagem em Trolls é um grosso que não gosta de música, muito menos de cantar…

JT: Basicamente eu mesmo… (risos) Foi divertido interpretar um personagem como esse porque no geral não me oferecem papeis sarcásticos e hostis. Então eu me diverti muito

AK: Ao contrário de mim que sempre recebo personagens sarcásticos…

JT: Mas dessa vez você teve um muito alegre e brincalhão.

 

Quais as dificuldades de dar voz a um personagem?

AK: É mais divertido que difícil. Obviamente é um repto, porque você não pode usar sua própria cara e nem corpo, e aí está o desafio. É uma grande experiência: você tem que resolver as dificuldades que te apresentam, mas você mesma, nunca tem que lidar com que o co-protagonista perca o papel, o com que o diretor tenha uma sincope porque começou a chover… Em um filme como esse tudo está em suas mãos e isso te dá uma sensação de verdadeiro prazer.

JT: Aliás, o irônico é que em um trabalho como esse usasse mais o corpo. Depois das sessões de dublagem chegava em casa exausto porque utilizava todas as minhas extremidades para ter certeza que meu personagem ‘sairia’, é uma ferramenta que se tem a mão para te dar voz, a força ou a energia necessária.

 

Como foi trabalhar com os animadores?

JT: Os animadores são as peças mais valiosas em todo o trabalho. Faziam closes de nossos rostos, não como um motion capture (movimentos reais que são passadas para animação), se não para ter esses vídeos como referências na hora de fazer as animações. Assim faziam com que seu personagem movesse a boca como você, que tivesse gestos seus e expressões.

 

Em Trolls vocês cantam “True Colors” (originalmente interpretada por Cyndi Lauper), vocês lembram-se da primeira vez que escutaram essa música?

JT: Saiu em 1984 mais ou menos, não? Lembro-me de escuta-la quando era pequeno.

AK: É uma dessas músicas que você sempre se lembra, é muito famosa. Mas não sei exatamente quando foi a primeira vez que escutei.

JT:  O que sempre passa com essas grandes músicas é que você não consegue se lembrar quando escutou pela primeira vez; parece que ela sempre esteve aí…

 

Justin, como aconteceu essa versão de “True Colors” para o filme e como foi a criação da trilha sonora?

JT: Antes de me unir como produtor executivo, a musica já havia sido escolhida  e já tinha um primeiro arranjo. Foi como um sinal para mim, porque me deu a oportunidade de incluir várias músicas pop de diferentes décadas. Quando fiz a primeira apresentação, a sensação era de algo muito moderno e irreverente, assim que decidimos manter essa linha. Foi uma benção que tivessem escolhido “True Colors”, porque foi o primeiro impulso para escrever “Can’t Stop The Feeling”, por exemplo.

 

Quantas músicas você escreveu para o filme?

JT: A trilha sonora inclui cinco temas originais co-escritos e produzidos por mim.  Um deles a Ariana Grande interpreta e o outro canto com Gwen Stefani.

 

Então é um dueto?

JT: Algo parecido. Ela canta grande parte da música, porque quando se tem Gwen Stefani cantando deve deixa-la fazer. Não pode fazer mais nada.  “Can’t Stop The Feeling” tem duas versões diferentes, uma interpretada pelo elenco. Foi um processo muito emcionante.

 

Vocês começaram a fazer promoção de Trolls nas redes sociais com muita antecedência, comunicar diretamente com seus seguidores seus trabalhos se tornaram uma parte do mesmo?

AK: Eu coloquei muitas coisas no instagram com esse telefone (o pega e levanta), mas simplesmente porque tinha fotos geniais. Não que minha intenção fosse levar tudo como estratégia de promoção pelo instagram, mas estivemos em cidades maravilhosas e tínhamos muitas fotos.

 

Uma das características de Trolls são os penteados. Justin, isso você conhece: você teve muitos estilos…

JT: Por que lembrou de mim?

 

Pergunto-me se você se arrependeu de algum…

JT: Me arrependi de mais de um (risos).

 

Existe algum que você realmente repudia?

JT: Olha, melhor deixarmos por aqui, sim? Ou você quer que eu volte para terapia? (volta a rir).

 

Fonte: GRAZIA.es

 

 

 

 

 

 

28.10.2016
Anna Kendrick, “The Accountant” e “Mike and Dave Need Wedding Dates” são pré-indicados ao People’s Choice Awards 2017
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Premiações

Começou na última terça, 25, a votação dos pré-indicados ao People’s Choice Awards 2017.

A atriz Anna Kendrick concorre em três categorias,  os filmes The Accountat e Mike and Dave Need Wedding Dates também receberam pré-indicações a premiação. Confira as categorias:

 

Favorite Movie Actress

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Favorite Comedic Movie Actress 

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Favorite Dramatic Movie

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Favorite Comedic Movie

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Favorite Social Media Celebrity 

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Esse etapa vai até dia 3 de novembro e para votar basta clicar nas imagens das categorias! Contamos com vocês.

26.10.2016
VÍDEOS: Anna Kendrick marca presença no talk show de Ellen DeGeneres
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Entrevista, Filme, Livro

Anna Kendrick marcou presença no programa de Ellen DeGeneres nessa quarta, dia 26.

A atriz conversou com Ellen sobre seu livro, Scrappy Little Nobody, e sobre a animação Trolls. Além disso, Anna também participou da brincadeira “Never have I ever” junto com Snoop Dog e Martha Stewart.

Confira os vídeos:

VÍDEOS

Anna Kendrick conversa com Ellen Degeneres

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Anna Kendrick participa da brincadeira “Never have I ever”

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