Notícias
Melhor fonte sobre a atriz Anna Kendrick

16.11.2016
Anna Kendrick abre o jogo sobre o seu novo livro
1
Entrevista, Livro, Notícia

Anna Kendrick já está acostumada à vida sob holofotes.

Desde o seu papel como a amiga invejosa de Bella, a Jessica, na Saga Crepúsculo, ao seu filme com George Clooney, Amor Sem Escalas, até, por fim, ao lançamento da sua carreira musical como Becca em A Escolha Perfeita, a atriz passou boa parta de sua vida crescendo em frente às câmeras — e agora ela está pronta para contar ao mundo como foi isso.

No seu novo livro, Scrappy Little Nobody, que acabou de ser lançado, Anna conta tudo, desde as pessoas com quem contracenou até a forma com que lida com os repórteres, ela até mesmo compartilha um pouco dos seus planos para o futuro.

No entanto, antes do público colocar as mãos no livro, Anna conversou com o E! News e concedeu uma entrevista exclusiva sobre como ela espera que as pessoas reajam ao seu livro e como é ser rotulada como “alguém relacionável.”

“Eu acho que vai ser uma boa válvula de escape para pessoas que estão procurando se divertir em tempos sombrios,” a estrela de O Contador nos disse, garantindo que existem histórias embaraçosas de todas as etapas de sua vida que vão fazer com que os fãs deem boas gargalhadas.

Quanto ao que você pode esperar encontrar na leitura? Anna, surpreendentemente, contou algumas coisas sobre as pessoas com quem já contracenou.

“Eu mencionei o Chris Pine três vezes,” ela disse. “Eu o amo tanto.”

Chris não está sozinho, ela também fala sobre como foi trabalhar com Ben Affleck, Aubrey Plaza e sobre como foi beijar o Orlando Bloom.

“Eu queria que a Anna de 15 anos de idade percebesse que eu estava beijando o Legolas,” ela brincou ao contar que foi cuidadosa com o rosto dele, “Eu tive que ter certeza que não iria estragar o ganha pão dele.”

A atriz também contou como foi trabalhar com Zac Efron, à quem ela comparou com Charles Manson.

“Eu tenho um interesse mórbido pelo Charles Manson,” ela disse. “Sempre me perguntei o que tornava o Mason tão carismático. Até que eu conheci o Zac e entendi.”

“Sou grata pelo Zac não ter pedido à mim ou à ninguém para assassinar alguém por ele, porque eu provavelmente faria”, ela brincou.

Quanto à como ela se sente em relação à sua família descobrir os detalhes íntimos e menos engraçados da vida sexual? Ela tem tudo sob controle.

“Eu mandei, para os meus pais e o meu irmão, cópias com alguns bilhetinhos, indicando as partes que deveriam pular, para que não lessem nada que pudesse os traumatizar,” ela riu. “Eu enviei umas cópias especiais, com alguns capítulos de fora.”

Com os fãs, no entanto, ela ainda está se preparando mentalmente para quando a ficha cair.

“Tudo que está nesse livro eu tive que ter certeza que seria tranquilo para qualquer pessoa do mundo ser capaz de ler,” ela disse. “É uma daquelas coisas que, no papel, eu entendo, mas eu imagino que emocionalmente será surpreendente.”

Se você está preocupado com a possibilidade de Anna mudar o seu lado cômico e se tornar super séria — não precisa. O seu senso de humor negro ainda não foi à lugar nenhum, o que ela fez questão de nos lembrar quando a perguntamos sobre o porquê ela não quer ter filhos.

“Se eu tiver filhos, vai ser apenas outra criança que o seu filho vai ter que lutar quando a guerra pela água chegar,” a atriz disse. “O apocalipse zumbi está chegando e, com os meus genes, eu não acho que eles sobreviverão.”

“Ele serão a comida de alguém,” ela riu.

 Fonte: E! Online.

15.11.2016
Anna Kendrick é mais que “Scrappy Little Nobody”
2
Entrevista, Livro

Ela foi indicada ao Oscar e agora se tornou escritora.

Atriz e nativa de Portland, Anna Kendrick está lançando o livro “Scrappy Little Nodody”, não é um livro de memorias, é mais como uma coleção de (levemente) editado e (levemente) conectado a ensaios sobre seu duro trabalho até chega a Broadway ainda criança, sua ida para Hollywood, e bastidores, incluindo seus pensamentos de beijar Chris Pine no set de Caminhos da Floresta. Há também algumas coisas sobre moda e reflexão sobe homens e sexo.

A responsável pela edição da Touchstone fez poucas mudanças, Kendrick disse, e incentivou alguns cortes, tais como a história sobre um professor que ela amava no Deering High. “Muito para minha consternação, minha editora era como ‘Essa história é chata e não vai a lugar nenhum’. Para mim, foi a mais encantadora história”. (Isso envolve sussurrando “Kosovo” que dará para recordar uma sugestão, e nós tínhamos que concorda que não chegaríamos a lugar nenhum).

Com o evento já esgotado, Anna Kendrick estará na Books-a-Million em Portland, dia 23 de novembro, e ela disse estar animada porque é onde ela tinha o costume de fazer suas compras de natal, voltando a quando era um limite. Ela pode ter sido nomeada ao Oscar, mas ela nós chamou cedo para essa entrevista, essa ‘Mainer’ não foi totalmente para Hollywood. Essa entrevista foi editada e condensada.

 

Muitas atrizes divertidas tiveram seus livros entre os mais vendidos nos últimos anos – Tiny Fey (“Bossypants”), Amy Poehler (“Yes Please”) e Mindy Kaling publicou dois de memórias, “Is Everyone Haging Out Without Me?” em 2011 e “Why not me?” em 2015. Todas as atrizes de comédia agora se sentem na obrigação de escrever um livro?

A diferença entre eu e Mindy Kaling é que ela cria, escreve e participa de seu próprio programa de televisão e o isso na verdade serve para a maioria dessas mulheres – Amy, Tina e Lena. Então eu não senti muito pressão em tentar competir com elas. Porque havia parte do meu cérebro que dizia “Eu não sou escritora, e eu não tenho que me preocupar sobre isso”. Mas a outra parte do cérebro ficava como “Você deve fazer isso o mais decente, e você mesma tem que escrever cada frase”. Por outro lado, eu sempre vou me sentir culpada.

Você escreveu cada palavra?

Eu estava tão paranoica de ser desmascarada por não ser uma verdadeira escritora.  Teve uma ou outra coisa que minha editora reescreveu. E que me fez meu estômago doer, porque eu não conseguia escrever ele. Eu também não escrevi os capítulos porque eu sou realmente ruim com isso. Eu me sinto que tenho que falar sobre isso.  Ao contrário dessas mulheres que lançam livros brilhantemente, eu não sou escritora.

Você chegou a mostrar alguma coisa para suas amigas comediantes que também são escritoras?

Não. Porque eu sou bem estranho em controlar. Eu ficava como, “Oh, talvez eu devesse mostrar isso a algum amigo que é talentoso e engraçado”. Mas eu era como “Você não pode mostrar isso para as pessoas que são talentosas e engraçadas, porque não está terminado e o que vão pensar sobre isso?” Mas na hora que realmente terminei já era. Então meu plano falhou.

Tem muita linguagem sem corte nesse livro, incluindo assunto como sexy, especificamente sobre o direito das mulheres ao prazer. Como sua família respondeu? Eles já leram isso?

Eu enviei para eles. Eu envie ao meu irmão uma copia quando e tive que escrever algumas páginas sobre meninos.

Como eles reagiram?

Eu apenas fiz um “x” em tudo. E escreve “Vá para qualquer página”.

E quanto ao namorado que você perdeu a virgindade, que tenta te deixar envergonhada por estar tão entusiasmada com sexo? (Ele diz a ela: “Você não tem que ser assim, pronta e disposta. Eu não vou falar que nós não estaríamos fazendo sexo, é apenas que nem sempre você deve tomar a frente”).

Eu penso que isso provavelmente é um subproduto da cultura masculina e feminina. Eu não acho que esse cara chegou a essa conclusão sobre como eu deveria me comportar. Ele pensava que era influenciável pela maneira que cresceu e foi exposto. Era mais complicado que “homens tentando fazer meninas se sentirem ruins por causa do sexo”.

Você encontra com muita contundência a terra. Verdade? Tem algo relacionada a você ser do Maine?

Seria impossível dizer se tem algo relacionado com o Maine ou não, porque você só tem uma infância. Eu acho que está relacionado com o que você se identifica. Eu sempre tenho flashes de pessoas verídicas de todos os lugares, desde a minha infância, e o que eles pensariam de qualquer tipo de comportamento diva, e eu sou como “Você tem que se manter no controle, cara. É como voltar para a casa no jantar de natal, sempre vai ter um primo para colocá-lo em uma  headlock. Isso sempre será como você pensa de si mesmo. Eu não consigo me imaginar em uma mundo onde eu deixe ir isso e acho que estou quente. Porque eu estive comigo.

Seu irmão Mike que teoricamente quer colocá-la em uma headlock?

Ele definitivamente é a voz na minha cabeça antes de ir a um talk show, dizendo “Não seja uma idiota”.

O Contador” que você é co-estrela de Bem Affleck, ainda está em cartaz. Qual será seu próximo trabalho agora?

Eu o fiz recentemente. Eu tenho para gravar “Pitch Perfect 3” por enquanto. As filmagens começaram em janeiro.

Conte-me sobre o que você fazia (e via) nos teatros em Portland antes de você ser famosa.

Honestamente, é era tão desfocada. Eu estive em uma milhão de produções. Acho que fiz shows no Lyric Theatre e em lugares menores, e em Brunswick no Maine State Music Garden. Eu tive algumas experiências formativas assistindo “Waiting for Godot”, “A Doll’s House” e qual uma peça onde alguém está enterrado na areia? “Dias felizes!” Meus pais me trouxeram para isso. Esse título soa tão familiar. Mas é uma peça (Samuel) Beckett que é horrível. Esta mulher está meio enterrada e contemplando o suicídio e então a cortina surge no segundo ato e ela está enterrada até o pescoço. Eu provavelmente tinha 9/10 anos. Eu acho que meus pais pensaram que seria bom. Não há peitoss ou qualquer coisa. Apenas uma mulher com uma crise existencial. Beckett para seus filhos.

Pergunta aleatória. Você viu “Crucible Cast Party” no “Saturday Night Live” em outubro? Você pode confirmar ou desmentir que é um retrato exato dos partidos de geeks do ensino médio em todos os lugares?

Eu definitivamente fui a uma dessas festas de fantasia em um top de lantejoulas e pensei que eu era o homem. E sim, era definitivamente uma daquelas festas onde as luzes estavam acesas e estávamos comendo batatas fritas e havia um rumor de que alguém estava indo trazer pot brownies. O que acabou por não ser verdade. Sim, esse esboço era estranho.

Você é faz muito auto-apagamento  em “Scrappy Little Nobody”. O que você tem de mais humilde?

Definitivamente não sou a mais humilde. Tanto que eu tentei evitar, tentei para me ter uma boa aparência. Este é o minha mais patética tentativa de ser honesto e dizer toda a verdade enquanto eu também tentar fazer um olhar fresco. Estou fora de brincadeiras. O meu cérebro está vazio agora.

 

Fonte: Portland Press Herald

 

 

 

15.11.2016
Anna Kendrick fala sobre a sua carreira como atriz
1
Curiosidades, Entrevista, Filme, Notícia

Anna Kendrick sempre foi uma criança pequena com uma poderosa voz. Quando tinha seis anos, ela começou a se apresentar em um teatro comunitário e, aos doze anos, já tinha alcançado a Broadway, na qual foi nomeada ao prêmio Tony pelo seu papel no musical High Society.

Ela diz à apresentadora do programa Fresh Air, Terry Gross, “Eu sempre me perguntei se a minha voz era potente propositalmente — como um rugido para me afirmar em algum espaço no mundo.”

Agora, Kendrick está aplicando essa poderosa voz em um novo meio. O seu livro, Scrappy Little Nobody, é uma coleção de anedotas humoradas sobre a sua vida no estado do Maine e a sua transformação em uma artista. (A sua carreira cinematográfica incluem trabalhos como Trolls, A Escolha Perfeita 3 e Amor Sem Escalas, no qual foi nomeada ao Oscar).

Olhando para trás, Kendrick diz que não consegue se lembrar do tempo em que não levava a atuação à sério. “Eu não consigo te dizer o que, originalmente, me atraiu para esse meio artístico, porque é bem possível que, aos seis anos de idade, eu só quisesse chamar a atenção das pessoas,” ela diz. “Então, se transformou em algo realmente importante para mim… Se tornou a forma com que eu aprendia sobre mim mesma e sobre as outras pessoas.”

Sobre como ela conseguiu o papel de Natalie, uma executiva de uma empresa especialista em demissões, no filme Amor Sem Escalas.

Eu fiz uma audição. O bom e velho teste de elenco, acredita? Mas, após a audição, descobri que o diretor tinha escrito o papel para mim, depois de assistir à um filme independente que eu participei, chamado Rocket Science… No entanto, eu ainda tive que passar pelo processo de audição, porque era um filme com George Clooney, com um roteiro incrível e um ótimo estúdio, então eu acho que todas as garotas da notória cidade também fizeram esse teste. Mal sabia que, quando fiz o teste, já tinha a aprovação do diretor. Eu estava tentando chamar a atenção do estúdio, principalmente, para que eles contratassem alguém que não era famoso.

Sobre a roupa de negócios desconfortável que ela precisou vestir em Amor Sem Escalas.

Nós precisávamos fazê-la parecer muito elegante e expressiva, então eu usei uma cinta modeladora o tempo inteiro, além disso, precisava vestir essas blusas por dentro de uma saia muito apertada. E, a fim de manter as blusas esticadas, eles as costuravam à uma alça de velcro que ligava os dois lados entre as pernas. Então, eu sentia como se estivesse vestindo um collant e alguns escarpins desconfortáveis. Não eram os trajes mais relaxantes do mundo.

Sobre Cups, a sua música de A Escolha Perfeita que se tornou um sucesso.

Eu lembro que estava filmando outro filme independente, enquanto a música atingia o topo das paradas de sucesso, por assim dizer. Estava em New York, dormindo no chão de um porão de uma igreja em Harlem, a locação do filme, e, entre uma cena e outra, o meu empresário me enviava um email dizendo, “Essa música está agora entre as dez mais tocadas da Billboard.”

Ainda me lembro de ter imaginado todos os outros artistas que estavam nessa lista, promovendo a sua música no Good Morning America, gravando videoclipes e que deveriam estar pensando, “Que merda é essa? O que está acontecendo?”

Eu acho que essa continuará sendo uma das maiores surpresas da minha carreira. Foi incrível e encantador, o fato de que isso aconteceu — tão naturalmente — também foi tão incrível.

Sobre como o Antigo Testamento a assustava quando criança.

Quando criança, você escuta essas passagens do Antigo Testamento e fica aterrorizada enquanto absorve tudo aquilo. Então, eu me lembro que os meus pais ficaram muito chocados quando eu disse que estava com medo de ir para o inferno, porque éramos da Igreja Episcopal e eles achavam que tinham me inserido em uma atmosfera religiosa calorosa. No entanto, não tinham considerado o fato de que eu, obviamente, não conseguia filtrar tudo que escutava sobre o Antigo Testamento.

Eu lembro que tinha uma passagem assim, É mais fácil passar o camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar o rico no Reino de Deus.” E, naquele momento, porque… Eu e meu irmão tínhamos os nossos próprios quartos e tínhamos uma garagem, eu pensei, “Isso somos nós. Nós somos ricos e precisamos doar tudo que temos, senão a minha família vai para o inferno.”

Minha mãe riu do meu pensamento de que éramos ricos e explicou que tudo iria ficar bem. No entanto, eu não conseguia me conformar: “Mas está escrito! Está escrito bem aqui!” Então, quando criança, eu acho que você tem total consciência sobre o que a Bíblia lhe diz e, ao contrário dos seus pais, ainda não escolheu quais partes irá levar ao pé da letra.

Fonte: NPR.

14.11.2016
Anna Kendrick fala sobre “Scrappy Little Nobody”
1
Entrevista, Livro, Notícia

Anna Kendrick não gosta muito de ser entrevistada. Você não conseguiria perceber isso pela sua voz, que é amigável e espevitada, ou pelas suas respostas, que são atenciosas e envolventes. Na verdade, apesar de ninguém ter a ilusão de que atores gostam de conceder entrevistas, não temos como dizer que Kendrick odeia todo esse processo, exceto por um pequeno detalhe — ela menciona isso em seu livro, Scrappy Little Nobody.

“Acabamos de nos conhecer!” Kendrick confessa no seu livro de memórias. “Eu teria que ser louca para ficar ‘animada’ em conversar com um estranho sobre mim mesma, sabendo que eles planejam fazer com que todas as minhas palavras estejam disponíveis para todos os outros humanos do planeta.”

Ela também menciona querer mastigar o seu braço fora ao pensar em ter que fazer isso. Eca.

“O quê? Eu não sei do que você está falando,” Kendrick inocentemente provoca, quando essa passagem do livro é mencionada. “Na verdade, esse é o meu objetivo, deixar os jornalistas nervosos.”

Missão realizada com sucesso.

Scrappy Little Nobody é repleto de anedotas pontualmente precisas e autodepreciativas — está claro que Kendrick não quer ser levada muito a sério. ( “Nossa. Será que agora, na minha página do Wikipédia, vai estar escrito autora? Isso vai fazer com que eu pareça tão (beep).”) Promover um filme é completamente diferente do que promover um livro.

“Não importa o tipo de divulgação que está fazendo, é quase um exercício narcisista. Você começa a odiar o som da sua própria voz e quer conversar sobre qualquer coisa, menos sobre si mesma, e é a partir daí que começa a falar sobre o filme,” Kendrick disse, explicando como promover Scrappy é até mesmo pior do que promover um filme. “É incrível a rapidez com que fico entediada com esse tópico. Eu, definitivamente, acho que levo para o lado pessoal mais rapidamente. Talvez seja pelo fato de que, se estiver promovendo um filme e alguém me perguntar sobre o meu primeiro namorado, posso responder, ‘Isso não é da sua conta.’ No entanto, agora eu acho que tenho que entrar no assunto. E a culpa é minha.”

Scrappy começa com Kendrick convidando o leitor a entrar dentro da sua mente e adverte que “a loucura quer sair.” Ela não deixa nenhum assunto de fora, desde a sua infância precoce, namoros, até a sua nomeação ao Oscar. Ela diz que a sua parte preferida das premiações é quando chega em casa e come macarrão com queijo, troca seu traje por um moletom, mas continua com as joias. Ela coloca um episódio de 30 Rock (alguns de seus favoritos incluem o episódio Jackie Jormp-Jomp ou “qualquer um com Devon Banks”). Exceto os diamantes de milhares de dólares, ela parece bem normal.

Isso não significa que Kendrick não toca em assuntos mais pesados. Um dos seus mais sinceros conselhos em Scrappy Little Nobody é uma desconstrução da palavra “agradável”, sugerindo que ela prefere almejar qualidades como intensa, forte ou inteligente.

“Na verdade, eu acabei de sair de uma reunião sobre um filme, eu disse à entrevistadora que alguém que eu conhecia a havia descrito como agradável e ela meio que revirou os olhos,” ela disse. “Na mesma hora eu disse, ‘Ai, meu Deus, é exatamente assim que eu me sinto!’ É uma das afirmações mais genéricas. Apenas significa que alguém é tolerável. É uma daquelas palavras que não significam nada. Eu sinto como se tivesse que lutar contra isso para conseguir o que eu quero. Tendo em vista que pedir o que você quer não é visto como agradável, o que é tão bizarro. Porque, na teoria, isso significa que pessoas agradáveis — principalmente mulheres agradáveis — não precisam de nada, não querem nada. ‘Estou bem. Estou bem.’ Então alguma vezes eu penso, ‘Eu acho que você está confundindo ser agradável com ser pouco exigente.’ E eu, definitivamente, não sou pouco exigente. Eu tenho tudo o que eu quero.”

Nem agradabilidade ou pouca exigência tornaria o processo de escrever um livro mais fácil para Kendrick. Uma amante declarada de estruturas e regras, ela teve que criar um sistema para conseguir terminar o trabalho. Por quarenta e cinco dias, ela se trancou na sua casa com uma autoimposição de escrever, pelo menos, duas mil palavras por dia. O resultado? Oito laudas por dia, por quarenta e cinco dias.

“Não vou mentir para você, foi, realmente, muito difícil,”  Kendrick disse.

Outro aspecto que ela precisou se acostumar foi com a natureza solitária da escrita. Após anos no cinema, sendo constantemente cercada por outros na construção da sua arte, escrever sozinha pareceu um pouco maluco.

“Houve dias em que eu pensei, ‘Ai, meu Deus, eu não consigo acreditar que não estou cercada por um um supervisor de roteiro detalhista ou um cara suado que cuida do microfone,” Kendrick disse. “Eu tive a oportunidade de ficar na minha casa e criar algo sozinha. Algumas vezes isso parecia ser ótimo. E outras, eu pensava, ‘Eu vou colocar fogo em mim mesma.'”

Kendrick também admitiu ter sido um pouco paranoica na questão de mostrar à outras pessoas algumas páginas antes de ter terminado completamente, uma decisão que, se pudesse fazer tudo de novo, mudaria. (Ou se fosse escrever outro livro. Mas podem esperar sentados — ela está convencida de que para ser uma escritora é preciso ser “clinicamente louca”).

“Eu não recebi muitas contribuições externas e eu queria que tivesse, só assim eu não ficaria conversando demais na minha cabeça, porque eu penso demais — não sei se já deu para perceber,” ela disse. “Eu acho que isso teria me ajudado. Quando preciso tomar decisões, definitivamente, me torno um monstro do pensamento excessivo.”

Talvez tenha sido melhor ela não ter recebido conselhos. No livro, Kendrick confessa, logo de cara, que a sua mãe queria que ela incluísse mais anedotas que mostrassem o seu lado bom, mas, até mesmo com uma arma metaforicamente apontada para sua cabeça, ela não compartilharia essas histórias.

“Não, eu, literalmente, não posso te contar, porque isso faria com que eu parecesse… Porque, eu sei que, ao menos uma ou duas vezes, alguém faz algo angelical, altruísta e fofo na vida, mas quando você diz isso em voz alta soa tão patético e presunçoso,” Kendrick disse. “Eu ficaria envergonhada se tivesse que dizer, ‘Então, teve esse dia que eu fui a criatura mais incrível e generosa.’ Eu tentei pensar em uma forma de exemplificar no livro, sem parecer uma idiota, mas simplesmente não consegui. Toda vez que eu tentava escrever uma dessas histórias eu acabava achando muito esquisito.'”

No entanto, por baixo de toda essa autodepreciação e anedotas sobre a vida de celebridade e, apesar de Kendrick ter se recusado a seguir o conselho de sua mãe, família é a essência de Scrappy Little Nobody. Kendrick está esperando a opinião de um membro da família em particular: o seu irmão, Mike, à quem o livro é dedicado. Dois anos mais velho que ela, ele serviu de inspiração para o título do livro, a levou para testes de elenco em New York e ofereceu-a sua primeira cerveja. Kendrick disse que apenas recentemente o enviou uma cópia do livro (com alguns capítulos destacados), mas ainda não obteve resposta.

“Eu falo tanto sobre ele, ele provavelmente irá amar,” ela brincou. “Aquele idiota.”

Fonte: Redeye.

12.11.2016
Anna Kendrick concede entrevista para “Advocate”
1
Entrevista

A estrela de A Escolha Perfeita, Anna Kendrick, se declara como fabulosamente imperfeita em seu livro de memórias, Scrappy Little Nobody, que será lançado no dia 15 de novembro. Mas, quando se trata de seu apoio à comunidade LGBT, a atriz indicada ao Oscar é totalmente incrível.

Depois de ler o seu novo livro de memórias, sinto que somos melhores amigos. Isso é estranho?

É estranho. No começo eu estava apenas falando sozinha e agora eu estou percebendo que eu posso entrar em um lugar onde estranhos sabem detalhes realmente íntimos sobre minha vida. Merda! Mas é minha culpa, então eu tenho que superar isso.

O livro tem um tema relacionável “Estrelas: Elas são como nós!” Era esse o seu objetivo?

Meu editor pode ter tido objetivos diferentes, mas meus objetivos eram torná-lo divertido e engraçado. Além disso, meu objetivo maior, que pode ter sido muito alto, era dizer algo honesto e talvez um pouco corajoso que poderia trazer conforto para outras pessoas.

Por que não há um capítulo sobre você se tornar um ícone gay?

Eu sou tão hetéro, cis, tenho cara de chata, então eu amo que isso possa ser mesmo um pouco verdade. A idéia que eu esteja ressoando outras pessoas que já se sentiram como estranhos é a coisa mais legal.

Após Camp e A Escolha Perfeita você estrelou em Os últimos 5 anos e Caminhos da Floresta. Faça mais filmes musicais e, basicamente, você será Bette Midler.

Isso é, literalmente, meu sonho, então não me ameace com isso. Na verdade eu estava ouvindo Experience the Divine.

Quando você se deu conta da platéia LGBT?

Bem, eu estive na Broadway aos 12 anos, então… (risos) Anos mais tarde, quando eu me estabeleci em L.A., eu morava em West Hollywood, onde eu era uma mini celebridade por causa de Camp. Eu estava basicamente neste filme que ninguém tinha visto – exceto todos em West Hollywood. Foi onde eu conheci alguns dos meus mais antigos e verdadeiros amigos.

Em resposta a um fã que acreditava que ele poderia se tornar seu melhor amigo, você twittou uma vez, “Se você é um cara gay, essa merda é provavelmente verdadeira.”

Eu nem percebi isso, mas então eu penso nos meus dez amigos mais próximos, do sexo masculino e feminino, e sinceramente, eles são todos gays. Pessoas gays sempre estiveram na minha vida. Lembro de meus pais terem que me dizer, quando eu era uma criança, que havia pessoas, como algumas em nossa igreja, que se opunham à homossexualidade. Eu ficava tipo, “Espere, então eles são idiotas, certo?”.

Mais de 13 anos após seu lançamento, você ainda ouve falar de muitos fãs de Camp?

Eu ouço. Se as pessoas viram esse filme, querem mencioná-lo como o oposto a algo mais atual. Os fãs de Camp vão deixar você saber que eles são fãs Camp, o que eu não poderia amar mais.

Você escreveu em seu capítulo sobre Camp que você minimizou a ambiguidade sexual da seu personagem Fritzi por causa de suas próprias inseguranças de 16 anos. Olhando para trás, você a vê como uma lésbica?

Ah, sim. Grande momento. E agora eu estaria tão animada para interpretar uma menina lésbica e louca que lava roupas íntimas de outra menina à mão. Eu subestimei o quanto as pessoas iriam abraçar e encontrar o humor nisso.

Você teve conversas com o diretor Todd Graff sobre a sexualidade da personagem?

Acho que nunca discutimos isso. Minha abordagem sobre a sua sexualidade foi apenas ignorar o óbvio, sendo honesta. Eu pensei que, enquanto eu não defini-la em voz alta, poderia ser qualquer coisa. Não era nem que Fritzi pudesse ser gay, eu estava mais apostando em alguém que claramente não retribuía aqueles sentimentos. Você se esforça tanto naquela idade para não se parecer com essa pessoa, mas então eu estava fazendo isso em um filme.

Se você fosse interpretar outra lésbica, quem você escolheria para ser o seu interesse romântico?

Nossa! Essa é uma pergunta capciosa. Tem um grupo de fãs que torcem por Beca e Chloe, a minha personagem e da Brittany Snow em A Escolha Perfeita, então eu acho que seria quase uma traição se não escolhesse a Brittany. Nossos personagens estão, praticamente, em um relacionamento lésbico. Até o que sabemos, elas são secretamente apaixonadas. Nós até brincamos dizendo que no terceiro filme teremos cenas muito intensas e passionais entre as duas. Uma pena que ainda precisamos da nossa classificação etária para maiores de 13 anos.

A sua química com Brittany em A Escolha Perfeita 2 garantiu um prêmio no Teen Choice Award. Beca e Chloe até têm uma hashtag própria. Você está, basicamente, dando aquilo que os fãs de #BeChloe querem?

Se as pessoas não achassem isso fofo, não exploraríamos essa química ainda mais em A Escolha perfeita 2. Quanto mais nos divertimos com isso, mais as pessoas gostam de assistir.

Você já flertou com outras famosas nas redes sociais, além de ter expressado um certo fascínio por atrizes como Blake Lively e Emily Blunt. Você é suscetível à atração por mulheres?

Sim. É divertido, não é? Não consigo imaginar como isso se manifesta em homens héteros com atração por homens, mas quando mulheres se atraem por outras eu sinto como se fosse esse amor de adolescente, difícil de explicar. Não é uma atração de adulto, mas não é puramente platônica também.

Nas redes sociais, muitas mulheres falam que são atraídas por você.

É lisonjeador. Se um cara quer transar com você, é tipo, parabéns, você tem uma vagina e pulso. Mas se uma garota quer transar comigo, eu, na verdade, me sinto muito bem com isso.

No jantar de Ação de Graças do ano passado, você estava com um grande grupo de mulheres assumidamente lésbicas. Qual a história por trás disso?

Sim, eu acho que, talvez, tinha uma hétero ali, mas eu nem pensei nisso naquele momento. Como eu disso, meus amigos mais próximos são homens e mulheres gays. Se estou em u  janta de Ação de Graças com a minha família, provavelmente, terão menos lésbicas e isso me deixa um pouco triste.

Courtney, a personagem que você deu voz na inovadora animação ParaNorman tem uma queda enorme no Mitch, um atleta bobão, que, por fim, revela-se gay. Você já imaginava que isso provocaria muitas controvérsia?

Eu achei que seria um marco para o filme ter o primeiro personagem abertamente gay em uma animação convencional. Foi muito fofo, então eu imaginei que muitas pessoas respoderiam positivamente. Foi uma maneira tão bonita e inocente de normalizar as pessoas gays.

Você já se apaixonou por um cara gay?

Uma vez, na minha juventude. Sou tão feliz por hoje conseguir achar um cara bonito, perceber que ele é gay e, então, desligar essa paixão como se fosse um interruptor. Seria tão frustrante e desapontador ter sentimentos não correspondidos por alguém com uma orientação sexual diferente.

Você dá voz à princesa troll, na nova animação Trolls. Existem algum troll gay?

Eu acho que não. Não existe nenhum indicador, mas o troll de James Corden tem um lado sensível bem aflorado.

É importante salientar que o seu companheiro de elenco, Justin Timberlake, fez um cover de True Colors, um hino LGBT, para a trilha sonora de Trolls.

Sim, temos muita consciência do que essa música significa e representa, fomos muito cautelosos e comprometidos em dar o nosso melhor, para homenagearmos isso e não nos desviarmos de algum jeito repreensível. No filme, a música foi usada em um momento que diz muito sobre autoaceitação.

Você vinculou a sua imagem com o Trevor Project, além de ter usado o Twitter para apoiar o casamento entre duas pessoas do mesmo sexo, celebrou quando Ellen Page assumiu a sua sexualidade e criticou Jelly Belly pelas suas doações anti-transgêneros. Por que você se dedica tanto às causas LGBT?

Você nunca sabe o quão grande é a sua influência, mas eu tenho a consciência de ter muitos seguidores jovens que eu possa, talvez, inspirar. Algumas vezes eu sinto que não deveria dizer nada, porque não sei o suficiente sobre um assunto em particular, como o conflito na Síria, mas as questões LGBT são mais fáceis, para mim. Elas parecem ser complicadas para muitas pessoas e isso é insano.

Você sente a responsabilidade de ser um bom exemplo?

Em geral, eu não sinto muita responsabilidade. Eu tenho poucas expectativas para mim mesma.

Você também já se mostrou uma grande fã de RuPaul’s Drag Race. Qual seria a sua dica para uma drag queen que escolha te personificar?

Ah, não! Até eu ficaria desapontada se visse uma drag queen vestida como eu!

Fonte: Advocate.

11.11.2016
Anna Kendrick concede entrevista para “Los Angeles Magazine”
1
Entrevista

Anna Kendrick tem vários sentimentos sobre Taco Bell, Emily Ratajkowski e Padarias Sensuais.

A atriz está cotada a ser um best-seller com sua coletânea de dizeres com muito humor.

Uma quase onipresença pode ser uma sentença de morte até mesmo para celebridades ganhadoras (estamos falando de você, Anne Hathaway). Mas onipresença ainda há de trair Anna Kendrick. A atriz indicada ao Tony Awards e ao Oscar, de 31 anos, mudou-se para LA do Maine quando ainda era adolescente, no último ano esteve em 6 filmes, 5 vezes mais que em 2003. Seus tweets em que ela ri de si mesma, tornaram-se uma lenda, e toda entrevista que ela dá só mostra mais que Anna Kendrick é gente como a gente. (Ela sobreviveu comendo somente sorvete de coco e salgadinhos durante os primeiros meses em LA, assim como você provavelmente.)

Tal simpatia, só pode trazer coisas boas para essa primeira coleção de dizeres, Scrappy Little Nobody (lançamento em 15 de novembro nos EUA), pelos quais ela conta histórias de sua vida sexual, carreira, altos e baixos, e seu passado em LA. O livro mostra como ela cresceu na rede social, e ao mesmo tempo que ela conta de tudo (é sobre a minha vida toda, ela sussurra) não conta de tudo não. Aqui ela fala sobre sua fantasia em um grupo de A Capella e tudo sobre os nachos do Taco Bell.

 

ENTREVISTA

Trilha sonora para um filme falando da sua vida:

Casa de Tijolos (Brick House)

O que?

Sem hesitação

Porquê então?

Você sabe aqueles CD com uma coMpilação que são usados em propagandas de TV? Eu comprei “Pure Funk”, e uma das primeiras músicas era “Brick House”. Eu fiquei tipo, “esse é o melhor pedaço de música que vou ouvir na vida, e eu quero que esse seja o tema da minha vida imediatamente, mesmo que a música fale de alguém completamente o oposto de mim: uma mulher voluptuosa, forte, atlética e que provavelmente não é branca. Mas no meu coração eu me sinto com uma casa de tijolos.

No seu livro, você fala que se atuar não tivesse dado certo, você provavelmente seria uma estrela pornô hipócrita. Qual seria seu nome de trabalho?

De acordo com o jogo – o nome do seu primeiro animal de estimação e a rua que você cresceu – eu seria Pixie Fuller. É um nome um pouco pesado, por isso funcionaria.

Você cozinha. Uma sobremesa que melhor representa LA?

Um bolo princesa sueca.

Alguém assiste “The Great British Bake Off”.

Eu assisto sim, mas eu fiz o bolo princesa sueca antes do programa, eu tinha uns 21 ou 22 anos.

Isso é incrível!

Foi uma das coisas mais difíceis que fiz na vida, eu acho.

Porque LA é como este bolo?

Porque é tipo uma esponja super leve com um creme super leve também e um pouco de geleia de frutas. É açúcar em cima de açúcar, em cima de açúcar. Não tem nenhum ingrediente diferente disso no bolo – tipo, não tem como dizer que o sabor de amêndoas em um marzipã corta o sabor do açúcar? Porque é puro açúcar também.

Nome de uma confeitaria em LA que um publicitário jamais aprovaria?

Estamos indo então para uma conversa de duplo sentido?

Sempre.

Ok, entendi. Quando eu cozinhava bastante, teve um tweet que eu pensei, onde as páginas do meu livro de receitas estavam grudadas, porque quando você cozinha você deixa tudo sujo. Eu fiquei tipo, oh, isso que os homens pensam sobre as revistas pornográficas. Ninguém achou graça, só eu. Então pensei, ” eu curto tanto confeitaria que as páginas do meu livro de receitas estão grudadas.”? É aquele tipo de piada que você precisa explicar, e esse é o melhor tipo de comédia.

Um resumo da sua vida em forma musical estréia hoje no Pantages. Como se chama?

Mudança vertical. Ou Matinê em cinema ao ar livre.

Matinê em cinema ao ar livre?

Calma, calma, calma…Quando eu tinha nove anos, eu imaginei que se um dia eu lançasse um CD com músicas Indie Rock, se chamaria assim – porque você não poderia ir a uma Matinê em um Cinema ao Ar Livre. Eu achei que estava sendo muito esperta.

Quem interpretaria você?

James Marsden, porque eu tenho um desejo sujo em ver ele com salto alto. Isso é estranho? Ele despertou algo assim em alguma outra pessoa?

Em mim, quando ele fez HairSpray. Por isso eu te entendo. 4 pessoas que você recrutaria para um grupo ACapella?

Adam Lambert, que foi um dos meus primeiros amigos em LA. Ele fez minha maquiagem na noite que a gente se conheceu. E cinco anos depois eu descobri que ele cantava. Deixa comigo, eu não sabia disso. Steve Martin parece ser muito musical, e nós devemos ter alguém com teorias musicais. Kelley Jakle, que é uma das heroínas de Pitch Perfect. Ela sempre sabe a parte de todo mundo, por isso ela faria todo o trabalho desse tipo. E talvez, Emily Rarararara…?

Ratajkowski? A modelo?

Sim, a modelo que eu fico nervosa em falar o sobrenome. Eu não sei nem se ela canta, mas se nosso grupo passasse por um acidente de trem, ela ficaria em cima do palco, em um saco de lixo ou uma caixa de papelão, gritando “isso é muito divertido, eu estou amando.”

Alguma celebridade que você trabalhou que você gostaria que fizesse uma serenata pra você?

Rebel Wilson, com certeza! Eu já ouvi muita gente com técnicas musicaIs muito boas na minha vida, e tem vezes que você simplesmente quer uma australiana apaixonada que jogue coisas como um tom ou uma nota para dentro da janela em favor de uma emoção. Não é que ela não saiba cantar, é porque ela não deixa que a mensagem fique no meio do caminho.

Você ama Taco Bell. E também Ariana Grande. Nachos BellGrande ou Ariana Grande?

Eu cometi diversos homicídios para deixar certos itens do menu do Taco Bell no mundo. Mas. Comer Nachos enquanto dirigia: arriscado. Comer Nachos em casa: solitário. Ariana Grande: sempre perfeita. Portanto Ariana Grande, e eu vou continuar com o meu Gordita Crunch. É a comida perfeita, pois tem todas as texturas.

Um personagem Disney que seria o menos chato paparazzo?

O gato Robin Hood, o qual é estranhamente lindo. Ele é mais atraente que o Príncipe Eric. Ele seria super charmoso, e eu ficaria tipo: “oh Robin Hood seu gato, todos os outros te deram um nome terrível. Você é um dos bonzinhos, não?”

 

Fonte: Los Angeles Magazine

11.11.2016
Anna Kendrick fala sobre “The Accountant”, “Trolls” e “Pitch Perfect 3” para Heat UK
1
Entrevista

Enquanto Anna Kendrick se junta a Ben Affleck no novo filme The Accountant, ela fala para a gente sobre Timberlake, Trolls e Pitch Perfect.

Está sendo um ano maravilhoso para Anna Kendrick. A super querida atriz de 31 anos, que participou da Saga Crepúsculo, teve vários filmes lançados esse ano como Mike And Dave Need Wedding Dates, e o recém lançado Trolls.

Semana que vem ela estréia mais um grande sucesso, The Accountant, é um filme de ação onde Anna e Ben Affleck interpretam dois contadores. A personagem de Anna é uma contadora comum, louca por seu trabalho em uma empresa de robótica, enquanto o personagem de Affleck é além de um trabalhador autônomo, um assassino treinado, e que também sofre com o autismo.

Um dos pontos altos do filme, é ver estes dois atores trabalhando juntos em uma química super forte. Por isso, antes de falarmos com a Anna sobre esse ano super ocupado para ela onde ela anda para cima e para baixo com Justin Timberlake, nós queremos saber tudo sobre essa dupla “Bendrick”, a qual decidimos nomear.

 

ENTREVISTA

Como é trabalhar com o Ben?

Trabalhar com o Batman? Sim, é legal. Ele desceu um pouco para o meu nível, mas a sua performance foi impecável.

Então, ele é um pouco amador?

É tipo, “qual é, trabalhe”(ela ri). Não, teve uma cena pela qual eu estava sem acreditar que eu estava gravando com ele, e com os diretores JK Simmons e Gavin O’Connor – é estar ao redor de mentes brilhantes, mas ao mesmo tempo é muito divertido pois tenho trabalhado muito ultimamente. Eu tenho pulado de filme para filme, para entrevistas para filmes, e de repente você se vê no automático.

Você teve um tempo para você mesma, durante tudo isso?

Sim! Durante as gravações de The Accountant, eu estava tipo: “pare, dê um tempo..” E eu aprendi com isso, peguei minha experiência e pensei: “É por isso que você atua, é assim que funciona, por isso você entrou nessa vida.”

Para ser sincera, The Accountant é um dos 50 filmes que você está lançando…

Por favor, sem exageros. Na verdade são 42.

Você também está na animação Trolls. Seu colega Justin Timberlake disse que não tinha trolls quando era pequeno…

Sim, bem, eu vi ele olhando de longe para eles, e isso fez com que a nostalgia aparecesse. Ele só está tentando ser mais moderninho.

Você teve algum?

Eu tive vários quando pequena. Bem, na verdade, espera…você nunca vai ter o suficiente. Eu não acredito que disse algo assim. Mas sim, tecnicamente eu tive vários.

Quantos são vários?

Uma dúzia, talvez.

Oh, achamos que você iria dizer uns 100. 12 nem é muita coisa.

É sim, não é? Eu estava me sentindo especial, e agora não me sinto mais. Obrigada por tirar isso de mim.

Desculpe, claro. Isso foi errado.

Muito melhor assim. Eu adorava eles, eu adorava o cabelo, eu adorava como eles eram feios e fofos ao mesmo tempo, tipo aqueles cachorros da raça Pug, que são tão feios, mas ao mesmo tempo você tem vontade de esmagar. E eu dou muito crédito ao filme por terem feito seu dever de casa direito, pois eu vibrava quando ganhava um daqueles enfeites para lápis, e escrever com eles era muito divertido. Eu adorava brincar com o cabelo deles, fazia tranças…espera, talvez tudo isso tenha influência na minha educação, talvez agora tudo faz sentido…eu poderia ter me tornado uma médica, ou algo do tipo…

Pelo seu amor aos Trolls, fazer esse filme acreditamos que tenha sido maravilhoso então…

Sim, sim, um grande e fácil sim. Mas eu fiquei muito chocada com o convite.

Porque?

Porque filmes infantis não são muito a minha praia. Eu não fui feita para tanta felicidade, disposição, e é isso que a minha personagem Poppy traz para as pessoas. Mas eu não posso me prender a somente um tipo de trabalho. Eu preciso arriscar sempre. E de preferência, não ver o meu trabalho afundar.

E Poppy é uma personagem muito divertida de interpretar..

Sim! Eu conheci Poppy, e ela é super divertida, direta e está sempre no controle da situação. É um pouco exagerada demais, o que eu gosto de pensar que tive um pouco a ver com isso. E ela é também tão fofa e adorável ao ponto de que eu queria gritar e chorar. Quero dizer, é a combinação perfeita em uma só personagem. Ela tem várias qualidades.

Você é mais parecida com a Poppy ou com o mal humorado Branch na vida real?

Eu acho que sou mais parecida com Branch do que o Justin (que interpreta o personagem). Eu sou pessimista, sem querer ser. Eu pulo direto para a parte negativa das coisas. Eu penso: ” isso vai ser um desastre”, “oh, isso vai dar errado”. Eu sempre penso o pior. Qualquer coisa que aconteça eu já acho que tudo vai acontecer da pior maneira e todos vamos morrer. Eu sou muito negativa.

Com o que você se preocupa?

Eu me preocupo com tudo o tempo todo. E se eu não tenho nada para me preocupar, eu dou um jeito de achar algo para isso. O que por sinal, não é uma forma legal de se viver, tudo no fim termina bem. Por isso eu preciso ser um pouco mais como a Poppy. Eu juro que estou tentando.

Você já era fã do Justin Timberlake antes de trabalhar com ele?

É engraçado, pois estou trabalhando em Trolls faz um tempo, e sei que tem um boato de que eu não era fã dele…eu sabia que algo estava acontecendo, e comecei a me preocupar em ser demitida. O que mostra completamente como sou parecida com Branch, sempre pensando negativamente. Mas eles vieram falar comigo e foi algo do tipo: “eu não sei se você sabe, mas estamos trazendo Justin Timberlake para trabalhar no filme também e com as músicas.” E simplesmente senti como se estivessem me pedindo permissão para isso. Sabe, “está tudo bem pra você? É algo que você consegue trabalhar?” Dentro de mim eu estava: “MEU DEUS, É O JUSTIN TIMBERLAKE, CARAMBA!!” E por fora eu estava tipo: “ok, claro…tudo bem, eu acho..”

Você ficou muito nervosa ao se apresentar com ele no palco?

Meu Deus, você não tem ideia! E não foi somente cantar com Justin, e sim cantar “True Colors”. Foi tipo, isso tudo é real? Eu não conseguia acreditar.

Fala a verdade! Você ainda vai lançar um álbum no futuro…seus fãs iriam a loucura.

Ahn..não. Isso não vai acontecer.

Porque não? Tem tanta gente tão ruim gravando por ai. E você é incrível.

Bem, eu sei disso..obviamente (risos)

Bom, ao menos vamos ter você cantando novamente em Pitch Perfect 3.

Pobre de vocês…

É uma marca muito forte. Você imaginava que isso iria acontecer?

Com robôs, espaçonaves, e monstros, e vários tipos de super heróis, a resposta é um grande não. Mas sim, é ótimo que estes filmes alcançaram um grande número de pessoas.

E não somente as meninas..

Jamais! Os meninos adoram também. Eles não admitem, claro. Eles são mais: “Sim, minha namorada adora…e me obrigou a assistir..” “mas não foi tão horrível assim..” quando secretamente eles amaram.

Existe um pedido muito grande para que sua personagem e a personagem de Brittany Snow fiquem juntas no próximo filme. Você aceitaria?

Sim! Brittany como minha namorada, sim. Eu adoraria.

Existem muitas fanfics ao redor do mundo com as suas personagens. Uma em particular chamada “50 tons de Bechloe – Capitulo 1: a banheira”…

Meu Deus! Eu preciso ver isso! Isso é incrível, o que acontece?

Bom, vocês duas estão em uma banheira…

Elas poderiam lavar o cabelo uma da outra…eu não sei… talvez nem seja por um apelo sexual, eu sei que é. O que francamente eu ficaria desapontada se não fosse…

Elas podem ficar juntas no terceiro filme?

Eu quero que aconteça, tipo, 1.000 por cento. Eu acho que isso está para acontecer desde a cena do chuveiro. E no segundo filme, aconteceram alguns momentos que poderia ser perfeito rolar alguma coisa…

Você trabalha tanto. Quando vai tirar um tempo para você?

Não vou. Eu tenho trabalhado tanto nos últimos tempos, que envelheci uns 20 anos em 6 meses. Hollywood gosta muito de pessoas mais novas, tipo aos 30 anos, certo?

Como você se sente com 30 anos até agora?

É bom! Não está muito diferente de quando eu tinha 20 e poucos, mas acho que é porque eu achava que tinha 30 já com meus 20 e poucos – eu fui muito apressada. Sabe, com 28, você já se sente uma mulher de 30. É bom. Mas você sente muito mais pressão para se cuidar mais fisicamente.

O que você faz para se manter em forma?

Eu preciso comer de forma saudável e fazer exercícios, o que é muito chato, eu realmente odeio. Eu fico com mais raiva ainda porque eu me sinto bem quando faço.

Ser saudável é o pior…

É o pior. Eu vou pedir um Big Mac depois dessa entrevista..

 

Fonte: Heat UK

08.11.2016
Anna Kendrick estampa capa da “Oh! Magazine” da República Dominicana
1
Entrevista, Revista

Anna Kendrick está mais uma vez estampando uma revista da América Latina. Depois de ser capa de duas revistas mexicanas, a atriz agora está na capa da “Oh! Magazine” da República Dominicana.

Confira a entrevista traduzida e os scans da revista:

 

ENTREVISTA

Anna Kendrick, os valiosos trolls e sua brilhante carreira.

Anna Kendrick protagoniza junto a Justin Timberlake o filme Trolls, uma aventura musical da DreamWorks Animation da mais entretida, animada e engenhosa. Kendrick da voz a Poppy, a combativa, graciosa e audaciosa líder dos trolls, que são naturalmente felizes… todo o tempo! Diferenciados pelos longos e coloridos cabelos, os trolls são otimistas que amam cantar e dançar. O aposto de Timberlake, que empresta sua voz a Ramón (Branch), um troll amargo, intratável e temeroso. Contrário aos outros, é mau humorado e pessimista, sobre os Bertenos, que capturam os trolls e os comem. O filme em 3D, foi dirigido por Mike Mitchell e Walt Dohrn. Timberlake é o produtor executivo musical.

Da equipe da DreamWorks Animation responsável pelos exito de Shrek, Trolls tem uma irreverência parecida e é igualmente engraçado. O filme se inspirou nos bizarros bonecos ternos/feios com cabelos coloridos que foram originalmente inventados por um artista de madeira em 1959 e que foram populares em todo o mundo nos anos setenta. Visualmente, o mundo dos trolls é impactante e original, com um look diferente como se tivesse sido feito a mão, que é um reflexo da paixão de Poppy por fazer álbuns com recortes. Radiante, usando em vestido preto e branco de Jonathan Simkhai, com sandálias da Opening Ceremony, Anna Kendrick se sentou para a seguinte entrevista nos estúdios da DreamWorks no sul da Califórnia.

O que levou sua participação no filme?

Para ser sincera, provavelmente teria feito qualquer coisa que a DreamWorks me pedisse, mas me explicaram o filme e achei genial. Me contaram sobre Poppy, usando muitas referências visuais, e depois de um momento eu só esperei que me deixassem falar “sim”.

Quem é Poppy?

Quando estava conversando sobre o filme, me falaram que Poppy era a mais feliz de todos os trolls, e que os outros trolls já eram bastante felizes. Poppy é amor, alegria e felicidade. Pensa que todo mundo tem algo bom e quer que tudo seja arco-iris e festas. Poppy tem muita vitalidade e brilho.

Como é a relação de Poppy com Ramón?

Ramón tem a voz do maravilhoso e gracioso Justin Timberlake, ele é o único troll de toda a Villa Troll que é rabugento e enojado. Mas Poppy ama tudo e todos, assim que ama Ramón ainda mais. Ele quer se esconder em um casa do pânico que ele criou. Mas termina ajudando Poppy na missão para salvar os amigos dos Bertenos, que sequestraram alguns dos amigos favoritos de Poppy e que possivelmente serão refeição. Ramón e Poppy precisam ir ao Povoado dos Bertenos e encontrar uma forma de resgatar os outros. São completamente opostos, mas se apoiam um no outro através dessa viagem. 

Como foi para você atuar e cantar no filme?

É um sonho fazer animação, comédia e musical no filme. A música é o mais divertido. Tem muitas músicas antigas, e acredito que Justin tentou incorporar esse som as novas músicas. Parece um pouco com o estilo disco, mas também tem algumas baladas e músicas originais. Musicalmente, tem um excesso de riquezas. Foi maravilhoso cantar covers de clássicos como “The Sound of Silence”, “True Colors” e “Move Your Feet”… o nossa versão, “Move Your Hair”. Você se sente um pouco como se tivesse cantando em com um borrifador e tivessem pagando por isso.

Pode resumir o que podemos esperar de Trolls?

Trolls tem um estilo de animação que nunca vi antes. O filme é atraente e faz sorrir. Poder ver essas criaturinhas, simplesmente me faz feliz. É muito entretido e acredito que a meta principal era fazer algo que os pais desfrutassem, mas também algo que as crianças amassem e se lembrariam com carinho. Queremos que as pessoas que forem assistir se sintam felizes. Espero que seja um desses grandes filmes animados que as crianças queiram ver uma e outra vez.

Que tão satisfatória e feliz é sua vida atualmente?

É um máximo. Nesse momento estou feliz passando tempo em casa. Não tenho estado lá por quatro anos pelo trabalho. Assim que finalmente quero plantar algumas flores e ervas no meu jardim. O estar em casa e ver meus amigos é um luxo. E eu amo estar com uma cozinha limpa!

“Acredito que era muito inquieta quando criança e definitivamente era competitiva, mas suponho que todos somos um pouco mais felizes na infância (risadas). Cada vez mais me dou conta que sigo sendo a mesma pessoas que era quando tinha três anos.”

“As pessoas sempre me perguntam se quero tirar férias, mas simplesmente o estar em casa com as pessoas que amo, é estar de férias. Como viajo tanto, minha casa definitivamente é meu lugar feliz.”

SCANS

Anna Kendrick na capa da “Oh! Magazine” | Novembro