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Melhor fonte sobre a atriz Anna Kendrick

16.02.2017
Anna Kendrick mostra seus dons matemáticos em The Accountant
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Entrevista, Filme
Da série “entrevistas antigas com a Anna Kendrick“, o AKBR traduziu uma matéria de outubro de 2016 onde Anna Kendrick fala sobre como foi estar no filme “The Accountant” ao lado de Ben Affleck.
Leia abaixo:
Este será um mês bem cheio para a atriz Anna Kendrick, já que ela tem dois filmes no cinema.
Em 20 de outubro, nós iremos vê-la atuando com Ben Affleck no filme The Accountant e uma semana depois, ela empresta sua voz para a personagem principal da animação Trolls.
Kendrick é aquele tipo de atriz que faz todo tipo de filme. Mesmo quando atua com artistas super experientes, ela consegue mostrar seu talento e se destaca. Em 2009 ela recebeu sua primeira indicação ao Oscar pelo papel em Up in the Air estrelando ao lado de George Clooney.
Na mesma época, Kendrick participou da franquia de Crepúsculo interpretando o papel de Jessica.
Mas o que realmente a fez ficar conhecida foi seu papel em 2012 em Pitch Perfect. Kendrick canta nos palcos desde criança. A atriz, nascida em Portland, Maine, de 31 anos, tinha somente 12 anos quando foi indicada para seu primeiro Tony Awards em 1998 por seu papel em High Society.
A atriz sempre teve uma afinação perfeita, só não sabíamos disso. Pitch Perfect deu a ela um lugar entre os 10 mais da Billboard, com a musica When I´m gone que ficou na 6ª posição em 2013.
A atriz de 1,57m de altura também se tornou grande no Twitter (@annakendrick47) graças a seus post inusitados e engraçados.
Nós compreendemos muito quando ela posta coisas do tipo: “Sim, claro que recebi sua mensagem. Eu só estou ignorando, não faça parecer estranho.”
Não é a toa que Ben Affleck estava totalmente apreensivo quando descobriu que iria trabalhar com Kendrick em The Accountant. Afinal, ela postou em seu twitter no mês de março: “Pergunta: quais as chances de eu assistir Batman vs Superman sem ficar vermelha “Vocês dois deveriam se beijar”.”
“Anna é aquele tipo de pessoa que traz energia boa, autenticidade e honestidade para cada cena que ela atua.” diz Affleck sobre trabalhar com ela no filme da Warner Bros.
“Mesmo antes deste projeto, eu já a admirava Anna muito e estava torcendo para uma chance de trabalhar com ela. Eu fiquei muito animado quando ela assinou o contrato, mas claro que eu estava um pouco preocupado em acabar sendo falado em um de seus Tweets”, ele diz.
Em The Accountant, Anna interpreta Dana Cummings, uma contadora que contrata Christian Wolf (Affleck), um gênio matemático anti social e contador freelancer, para dar uma analisada nos livros da empresa. Sem ela saber, os antigos clientes de Christian incluem alguns dos criminosos mais perigosos.
1- O que a fez participar de The Accountant?
A primeira coisa foi porque minha mãe é contadora, portanto eu sabia que ela ficaria muito animada com um filme onde matemática é algo sexy e os contadores viveriam em um mundo perigoso e desafiador.
Eu vou ser honesta – eu precisei ler o roteiro 3 vezes para entender o que aconteceria no filme. O filme é fácil de entender porque você está olhando para rostos ao invés de palavras no papel.
Eu não gosto muito de ler roteiros porque é muito formal, mas assim que eu terminei este, eu quis imediatamente começar do começo – e isso não acontece comigo nunca.
2- Como foi trabalhar com Ben e interpretar esta dinâmica entre os personagens?
Por sorte, Ben é uma pessoa muito acolhedora, o que fez o seu personagem Christian, mais fácil de lidar (risos).
Eu me diverti muito trabalhando com ele, porque ele é muito prático. Eu realmente admiro isso em atores – pessoas que tentam mostrar a melhor performance que puderem enquanto pensam em quantas outras pessoas tentam dar 100% em seus trabalhos, os quais são feitos em conjunto, não somente para eles próprios.
Ele é muito de trabalhar em equipe, e eu acho isso muito importante. Por isso eu fiquei muito muito muito feliz em trabalhar com ele assim tão de perto.
3- Vocês dois também são naturalmente engraçados. Você se acha uma pessoa que sabe improvisar?
Bom, eu pedi para minha mãe ajuda para improvisar um pouco (risos). Eu nunca fui o tipo de pessoa que soube improvisar muito bem, já que este foi um filme extremamente técnico e um pouco a mais do que eu sei de matemática.
Por isso eu mandei o roteiro para minha mãe e pedi para que ela me ajudasse com algumas partes específicas, as quais eu estava confusa, porque Dana realmente entende sobre ser contadora e eu queria interpretar autenticamente.
Eu me prendi ao que minha mãe falou após ler o roteiro por dois meses e depois disso eu utilizei um pouco meu cérebro (risos). Mas ela teve alguns comentários, como “bem, eu acho que esta pessoa poderia ter se dado melhor se tivesse feito x,y,z…”
Portanto, em alguns takes, eu tentei por mim mesma e isso foi divertido.
Eu fui bem. Eu não tenho certeza se isso apareceu bem no filme, mas por um segundo a equipe realmente achou que eu fosse mais inteligente do que eu aparento.
4- Como você se sentiu em ser uma gênia matemática por estes poucos meses?
Muito legal! Eu definitivamente conheço muita gente – minha mãe por exemplo – que ficam muito empolgadas com coisas que eu ficaria empolgada também. Logicamente, eu entendo o que faz eles ficarem fascinados, mas cada cérebro é diferente – isso é o que faz o ser humano ser maravilhoso. Por isso eu realmente tentei trazer aquele nível de diversão para algo que pessoalmente não tem como tirar muita coisa divertida.
Tem uma cena onde Ben calcula algo muito rápido, e eu fiquei tipo “Eu acho que Dana iria achar isso muito sexy na verdade (risos).” Portanto eu tentei imaginar que matemática rápida não somente me impressiona mas me faz ficar um pouco apaixonada.
5- É interessante que a matemática seja o ponto principal desse filme no meio de toda essa ação.
Sim, e é meu tipo preferido de ação. Isso só mostra como foi empolgando assistir Raiders of the lost ark e ver Indiana Jones atirar naquele cara. Tem este tipo de vibe. Esse cara é tão avançado não somente com a matemática, mas em combates, eu acredito, isso é muito divertido de assistir. Dana não sabe sobre isso por uma grande parte do filme, mas isso é definitivamente empolgante.

15.02.2017
CINEPLEX: Anna Kendrick fala sobre o filme “Table 19”
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Entrevista, Filme

Para promover o filme Table 19 – que estreia no início de março nos Estados Unidos -, Anna Kendrick concedeu uma entrevista por telefone para a edição de fevereiro da revista CINEPLEX. Nela, Kendrick fala um pouco sobre o filme, diretor Blitz e carreira. Leia a matéria traduzida pela Layana da equipe do AKBR:

Anna Kendrick lidera um elenco ralé e muito engraçado de atores cômicos em TABLE 19 – um filme sobre fazer o melhor que você pode mesmo sendo os convidados de casamento menos queridos.

Anna Kendrick tem tido uma boa carreira ultimamente. Estrelando com Ben Affleck no thriller do último outono “O CONTADOR”, provendo a voz principal – cantada e falada – ao surpreendentemente popular TROLLS, tendo publicado seu primeiro livro SCRAPPY LITTLE NOBODY, preparando para o terceiro filme na franquia campeã de bilheteria que ela estrela PITCH PERFECT

Então, parece um pouco injusto que Kendrick seja renegada à seção dos perdedores na sua última comedia, TABLE 19.

“Sempre terão as pessoas que você não quer no seu casamento, mas que você tem que convidar de qualquer forma”, a doce e irritável atriz/cantora de 31 anos nascida em Portland, Maine, comenta durante uma conversa de telefone.

“Esse filme é sobre todos eles em uma mesa”.

No filme, a personagem Eloise de Kendrick, deveria ter tido um lugar melhor para sentar no casamento de sua melhor amiga. Mas foi banida à mesa 19 – o grupo que deveria ter mandado suas desculpas e não ter comparecido – quando o irmão da noiva, e padrinho do noivo, termina com ela algumas semanas antes do evento. Ela vai assim mesmo e pode até mesmo ter uma noite bacana apesar da dispensa.

Fazer o filme foi uma situação bem mais feliz, pois reuniu Kendrick com o cineasta que a ajudou a fazer a transição de jovem fenômeno da Broadway (ela recebeu uma indicação ao Tony por uma produção de HIGH SOCIETY) para artista de cinema viável.

“TABLE 19 é dirigido por Jeffrey Blitz, quem me colocou no meu primeiro filme sindicalizado, chamado ROCKET SCIENCE”, ela diz, “Então, 10 anos depois nós conseguimos trabalhar juntos novamente. Ainda que o público geral não tenha visto ROCKET SCIENCE, muitos cineastas viram e essa é a razão que eu tenho uma carreira.”

“Todo diretor que eu trabalhei, particularmente, nos 05 anos que seguiram o filme faziam referência a ROCKET SCIENCE quando me contratavam. Eu consigo trabalhar hoje porque Jeff foi um sonho”.

Essa careira inclui uma performance nomeada ao Oscar (UP IN THE AIR), sólidas e de grandes estúdios (INTO THE WOODS e a saga CREPÚSCULO) e créditos independentes (ela é uma atriz regular no estilo improvisado dos dramas/comédias de autoria do veterano Joe Swanberg e TABLE 19 foi escrito e micro financiado pelos heróis do cinema Jay e Mark Duplass). Apenas no último ano, Kendrick apareceu em 05 estreias cinematográficas, algumas que já tinha sido feitas há muito tempo. Por causa disso, ela ironicamente se sente um pouquinho como uma ninguém.

“É engraçado, eu meio que sem querer me tornei uma grande viciada em trabalho nos anos recentes” Kendrick reconhece. “No último ano eu estava escrevendo meu livro e Pitch Perfect ficou mudando na agenda que eu acabei em um hiato obrigatório. Eu estava realmente preocupada que ia enlouquecer, porque eu normalmente faço cinco filmes por ano. Mas na verdade foi ótimo, então estou bem nervosa que vou me tornar uma eremita que apenas sai da toca quando precisar pagar o aluguel.”

“Eu acho que estou com a coceira de atuar de novo”, ela admite. “Tem sido divertido, no entanto, eu consigo limpar minha casa, o que foi ótimo para a parte com TOC do meu cérebro. Então, ter um pouco de tempo livre tem sido horrível e divertido”.

Kendrick pode se reconfortar no fato de que ela está novamente no radar das pessoas de uma forma grandiosa. E que ela pode ficar inquieta que alguns ainda podem não pensar muito nela.

“Um dia desses um amigo meu disse para mim, ‘Ah Meu Deus, você fez uma cara tão Poppy”, ela diz, fazendo referência ao seu desenho de princesa em Trolls. “Eu fiquei tipo, okay, o universo está de cabeça pra baixo. Poppy tem 15 cm, é rosa e coberta de pelugem, e você está me dizendo que eu pareço com a Poppy? Não é nem, oh, Poppy parece com você. Na vida real, eu estou fazendo uma cara Poppy”.

FONTE: Cineplex

14.01.2017
FOTOS & VÍDEOS: Anna Kendrick no Globo de Ouro 2017
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Fotos, Premiações, Vídeo

No domingo, 08, Anna Kendrick marcou presença na 74ª cerimônia de premiação do Globo de Ouro. A atriz foi convidada a apresentar uma categoria no evento que premia os melhores do cinema e tv da temporada.

Kendrick posou no red carpet com um vestido longo cinza da grife francesa, Vionnet. Para completar o look, a atriz usou jóias Neil Lane e uma bolsa Tyler Ellis.

Confira abaixo as fotos e vídeos da atriz na premiação:

FOTOS

  Anna Kendrick no Globo de Ouro 2017 (Red Carpet) | 08 de Janeiro

 Anna Kendrick no Globo de Ouro 2017 (Press Room) | 08 de Janeiro

  Anna Kendrick no Globo de Ouro 2017 (Palco) | 08 de Janeiro

VÍDEOS

RED CARPET

PALCO

12.01.2017
Anna Kendrick em negociação para interpretar Mamãe Noel em filme da Disney
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Filme, Notícia

Foi divulgado hoje, 11, por diversos portais a notícia de que Anna estaria em negociação para participar de um novo filme da Disney.

Confira a repercussão na imprensa:

The Hollywood Reporter

Anna Kendrick está em negociação para estrelar o filme da Disney, “Nicole”, um conto sobre uma Mamãe Noel.

Marc Lawrence está cotato para dirigir, enquanto Suzanne Todd, que trabalhou com o studio em Alice No País das Maravilhas, irá produzir.

Lawrence também escreveu o roteiro, o qual os detalhes estão congelados. Em resumo, é que seria uma aventura natalina, que centraliza em uma Mamãe Noel.

Disney foi muito bem falada com relação a contos natalinos, com a triologia Santa Clause de Tim Allen, que lançou em 1994.

Lawrence talvez seja mais conhecido por escrever e dirigir Music and Lyrics, uma comédia romântica de 2007 onde atuou Hugh Grant e Drew Barrymore. Outras direções dele incluem The Rewrite e Did you hear about the morçans, ambos estrelados por Grant também. Lawrence estreou sua carreira escrevendo e produzindo Family Ties.

Todd atualmente está produzindo Magic Camp, um filme para família da Disney.

Kendrick já participou em uma produção Disney, quando fez o papel de Cinderella no musical adaptado Into The Woods. Sua voz pode ser ouvida na recente produção Trolls e ela atualmente está participando das gravações de Pitch Perfect 3.

Fontes dizem que “Nicole” não é um musical, porém Kendrick pode acabar utilizando seu lado musical.

Variety

Anna Kendrick estaria cotada para participar de filme Disney com direção de Marc Lawrence.

Anna Kendrick estaria em negociação para participar de uma produção natalina da Disney dirigida pelo escritor de Miss Simpatia, Marc Lawrence.

A princípio, o filme se chamaria “Nicole“, onde a história seria de que a filha do Papai Noel é forçada a continuar com os negócios da família quando seu pai decide se aposentar e seu irmão fica com os pés congelados após seu primeiro voo na véspera de Natal.

Lawrence escreveu o roteiro e irá dirigir também. Suzanne Todd irá produzir, enquanto Louie Provost também está cotado pela Disney.

O filme seria um grande marco na carreira de Marc desde o filme com Hugh Grant, “The Rewrite”.

Kendrick está saindo de um 2016 super cheio de trabalhos incluindo The Accountant, Mike And Dave Need Wedding Dates, The Hollars e seu mais recente ainda não lançado Table 19. Ela também emprestou sua voz para a animação Trolls.

Kendrick está já ensaiando para a gravação de Pitch Perfect 3 esperado para estrear em Dezembro.

08.01.2017
Anna Kendrick é capa de fevereiro da GLAMOUR UK
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Entrevista, Fotos, Revista

Anna Kendrick foi anunciada como capa da edição de fevereiro da revista Glamour em sua edição britânica.

A atriz concedeu uma entrevista exclusiva e realizou um novo ensaio fotográfico maravilhoso.

Confira a entrevista traduzida pela Layana e as scans da revista:

ENTREVISTA

“O que eu gosto dos britânicos é a impressão constante que alguém vai te dar uma xícara de chá, droga!” Nós acabamos as fotografias por hoje e Anna Kendrick está maravilhada com a equipe muito atenciosa da Glamour. “Hoje, alguém me ofereceu chá – de verdade, genuinamente – em intervalos de 10 minutos. Chegou em um ponto que eu percebi que deveria simplesmente dizer que sim, para que eles não pensassem que teriam decepcionado a inteira nação em não me dar uma xícara de chá.”

Com o orgulho de nosso país intacto, nós encontramos um lugar quietinho na casa usada de locação – um pequeno quarto no sótão – para conversar. Esse ano irá marcar 20 anos desde o primeiro grande trabalho da Anna, um papel de coadjuvante no espetáculo High Society da Broadway, quando ela tinha 12 anos (ela foi indicada para um prêmio Tony). Mas quando você pensa em estrelas mirins, Anna não poderia estar mais longe do clichê “pessoa perturbada e trem desgovernado”.

“Eu descobri um jeito de ter micro atos de rebelião – tipo, se eu estou numa entrevista e alguém me faz uma pergunta ridículo, eu brinco a respeito”, ela diz, “Eu tiro a pressão da válvula todos os dias quando tenho essas pequenas vitórias. Eu imagino que se eu sentisse que não fosse permitido que eu me comportasse dessa forma, eu iria acumular e iria explodir.”

Em vez disso, a atriz de 31 anos desenvolveu um senso de humor auto depreciativo, o qual ela empregou durante toda a sessão de hoje, perguntando: “Alguém além de mim está vendo massivo “capô de fusca” aqui?”, quando estava experimentando um par de shorts particularmente justo e lançando: “eu estou parecendo como se tivesse me juntado a um culto”, enquanto vestia uma longa túnica branca com os pés descalços.

Na verdade, ao ter quase 02 décadas na indústria do entretenimento conquistadas, significa que ela já processou, e esquivou, de qualquer besteira potencial de Hollywood.

“Você conhece muitas pessoas excêntricas – mas não conviva com eles o tempo todo se não for a sua vibe”, ela diz numa voz óbvia. “Teve um momento tóxico em que eu pensava ‘Oh, eu tenho que me arrumar e sair e passar o meu tempo com celebridades’ e depois percebi, ‘Meu Deus, isso não é nenhum pouco divertido. Eu prefiro ficar em casa, assistindo Kitchen Nightmares.’ Muitas pessoas são boas em fingir para si mesmos que estão se divertindo, mas eu sou muito ruim nisso.”

Em vez disso, a ideia da Anna de uma boa saída envolve “beber em um bar burlesco e depois ir para a casa de alguém, pedir pizza na Domino’s, pedir emprestado uma roupa confortável e dividir todos os seus segredos. Comer Domino’s às 3h da manhã destrava algo em você que te faz dizer ‘Eu vou te contar tudo’”.

No ano passado, a Anna interpretou uma maconheira amável na comédia Mike and Dave Need Wedding Dates, deu voz à muito animada Princessa Poppy na animação musical Trolls e atuou de igual para igual com Ben Affleck no thriller criminal chamado O Contador. “Estilo Camaleão” é comumente usado para descrever a atriz, mas como Anna ressaltou, “Você não precisa ser um gênio do entretenimento para saber que logo depois que saiu Pitch Perfect, não interprete de novo uma garota de faculdade mal humorada, sabe?” (outra descrição que segue Anna por aí: pé-no-chão. “Parece uma descrição tão chata, que começa a parecer auto felicitação” ela diz.)

O seu próximo filme, Table 19, que vai sair em março, é uma comédia de casamento sobre a mesa dos “aleatórios”, ex: os convidados que foram chamados para o casamento por educação, mas quem os noivo e a noiva não esperavam verdadeiramente que comparecessem. Anna interpreta Eloise, a ex madrinha que foi liberada de suas funções quando seu namorado, o padrinho, deu um fora nela. Ela pode ter sido classificada na mesa dos “diferentões”, mas o personagem nunca cai no “território de mulher solteira no casamento” – e evitar estereótipos cansados de mulheres é importante para Anna quando ela escolhe seus projetos. “Se nas primeiras 30 páginas de um roteiro a garota tem dois amigos e um é muito muito nerd e o outro muito safado, eu penso que é um escritor preguiçoso.”

Quando se passa a discutir o amplo problema de sexismo em Hollywood, ela é mais ambivalente. “Não deveria ser a conversa mais importante sobre sexismo – porque ninguém quer ouvir os atores falarem sobre isso, porque nós estamos numa clara posição de privilegio”, ela diz. “Eu iria amar ouvir mais sobre o sexismo que existe nos outros campos e como podemos tratar isso – mas continuam nos perguntando.”

Se ela acha que celebridades tem a responsabilidade de usar a plataforma que têm para falar desses problemas? “Bom, é estranho não é? Porque eu me questiono porque alguém iria querer a minha “opinião especialista” em qualquer desses tópicos. Se você quer aprender mais sobre feminismo intersetorial, leia Roxane Gay, não me pergunte a respeito, sabe? Estão me pedindo para falar dessas coisas que eu mesma estou tentando aprender.”

Sendo levemente alérgica a sinceridade – “Eu não sou super confortável com sinceridade” – Anna é franca sobre a vida sob os holofotes. Rodízio de promoção para a mídia podem ser fazer a nossa mente ficar dormente, cerimônias de premiação são melhores quando você não está ganhando porque “pode beber – Eu passei a maior parte da minha temporada perdendo e eu fiquei feliz por isso”, e ter que ficar “ligada” o tempo todo não vem naturalmente. “Eu sou o tipo de pessoa que só senta e é estranha e pode talvez dizer algo obscuro e quieto. Não sou do tipo ‘beijo, beijo – foi um prazer imenso’ Eu vou me repreender por isso, mas eu prefiro não ser merda de falsa, eu acho.”

Ao mesmo tempo, ela é inteiramente aberta sobre as próprias inseguranças, admitindo que grandes eventos de tapete vermelho como o Met Gala, podem ser “assustadoramente nervosos – você sente que você não é boa/legal o bastante para estar ali”, e diz, “Eu ainda tenho medo de todos que não conheço… Não tenho certeza se isso é algo especificamente feminino, de achar que todos que você não conhece devem te odiar. Tipo quando você vê um grupo de garotas em uma festa e você pensa, ‘Urg, vacas, elas provavelmente me odeiam.’ Daí você de fato conhece elas e pensa, ‘Essas pessoas são ótimas!’”.

No fim do ano, Anna reprisará o seu papel de Beca no terceiro filme de Pitch Perfect – e ela está confiante que as Bellas cantantes e dançantes campeãs a capella de Barden ainda são capazes de entregar (Pitch Perfect 2 superou o sucesso do primeiro filme, faturando $287 milhões de dólares no mundo todo). “O elenco é muito comprometido, os fãs obcecados. Meninas nos mandam arte de fãs, eles conversam uns com os outros por meio das nossas contas do Twitter – nós queremos fazer um projeto incrível para eles”. Podemos esperar então um Pitch Perfect 4,5 e 6? “Parece uma trilogia, mas eu não sei, talvez foi o que disseram de Velozes e Furiosos?”.

No que concerne ao plano geral de carreira que ela planejou com sua equipe, atualmente “não tem merda de plano nenhum. Eu sinto que deveria pensar um porque é por não tê-lo que acabo nessas situações onde eu gravo filmes um atrás do outro e eu não quero me desgastar ao ponto de não fazer bons trabalhos.”

Apesar de sua rotina pesada de promoção de filmes e filmagem, Anna conseguiu inserir a pequena façanha de publicar seu primeiro livro, uma coleção de ensaios autobiográfico chamado Scrappy Little Nobody (incluindo capítulos sobre como ela perdeu a virgindade e como ficou completamente chapada de analgésicos no tapete vermelho). “Quando você se torna muito ocupada, você acaba com as pessoas na sua vida que estão dispostas a aguentar isso. As outras pessoas acabam ficando para trás”, ela diz. “Eu me sinto culpada ao deixar basicamente todos os meus relacionamentos de lado, mas para minha sorte, todos que importam são compreensivos.”

Ela está namorando o cinematógrafo Ben Richardson desde 2014. Apesar de não falar sobre ele, ela está feliz de não estar navegando na cena dos setores. “Parece completamente assustador. Eu acho que o Tinder é um app desenhado pelo Satã para destruir a todos nós, eu não acho que conseguiria usá-lo.” Ela, no entanto é “totalmente pró ‘perdido’. Eu sei o que as pessoas dizem, ‘Bom, eu preferiria que alguém me dissesse que não gosta mais de mim, do que completamente desaparecer e nunca mais me contatar,’ mas eu não sou adulta o suficiente para isso – Eu preferia descobrir por mim mesma e ficar com um pouco de dignidade, na verdade.”

Enquanto a gente troca as piores histórias de terror do Tinder que já ouvimos – incluindo a saudação, “Bem dotado, interessada?” – A publicitária da Anna bate na porta. O carro dela está aqui para leva-la até a Arena O2, onde ela vai ver o co-star Justim Tiberlake se apresentar, então nós temos tempo para mais uma importante pergunta: qual a melhor forma de responder a uma foto de pênis não solicitada/esperada? “Encontre um jeito de mandar para a mãe dele – ou ainda o ameace com isso”, ela recomenda. “Porque ainda que você não conheça a mãe dele, ele ainda teria aquele momento de pânico – isso seria satisfatório.”

FONTE: GLAMOUR UK

SCANS

  Anna Kendrick na capa da “Glamour UK” | Fevereiro

04.01.2017
CANDIDS: Anna Kendrick deixando a Kate Somerville Skin Care
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Fotos

Na primeira aparição do ano, Anna Kendrick foi fotografada por paparazzis enquanto deixava a clínica Kate Somerville, em Beverly Hills, no dia 03 de janeiro.

A atriz está nos preparativos pré-Golden Globes e gravações de Pitch Perfect 3 – que começam no final do mês de janeiro.

Confira as candis abaixo:

  Anna Kendrick deixando a Kate Somerville Skin Care, em Beverly Hills | 03 de Janeiro

13.12.2016
FOTOS & VÍDEO: Anna Kendrick apresenta os nomeados ao 74th Golden Globe Awards
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Evento, Premiações

Anna Kendrick foi uma das apresentadoras das nomeações ao Globo de Ouro 2017 que ocorreu nesta segunda-feira, 12, em Beverly Hills.

Ao lado dos atores Laura Dern e Don Cheadle, a atriz anunciou os indicados ao prêmio que consolida os melhores da temporada.

O filme “Trolls” – em que Anna dubla a personagem principal, Poppy- recebeu uma indicação na categoria de melhor canção original em animação.

A 74ª cerimônia de premiação do Globo de Ouro acontecerá no dia 8 de janeiro.

Confira a lista completa dos indicados aqui!

FOTOS

  Anna Kendrick apresenta os nomeados ao 74 Globo de Ouro, em Beverly Hills | 12 de Dezembro

VÍDEO

06.12.2016
Anna Kendrick para a coluna “Book Review” do New York Times
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Entrevista

A atriz, cantora e autora de Scrappy Little Nobody adoraria ser uma leitora de banho “mas o charme parisiense desapareceria depois de cinco minutos, e então eu só quero ficar seca”.

 

Que livros atualmente estão na sua mesa de cabceira?

Memórias de Taraji P. Henson, “Around  the Girl Way”. Eu estava um pouco sorrateira e perguntei aminha editora se ela poderia me dar uma copia antes que fosse lançado. Li apenas um capítulo e já amo.

Você lê livros de autoajuda? Qual seu livro desse gênero favorito de todos os tempos?

Eu não leio muitos livros de autoajuda, mas eu quero comprar vários deles. Eu costumo continuar lendo quando primeiro capitulo não me transforma magicamente em uma pessoa maravilhosa. A única exceção é o de Gavin Becker, “The Gift of Fear”. Ele deveria ser uma leitura obrigatória para todas as mulheres e homens. Talvez os homens então entendessem por que nós rejeitamos seus avanços em parques de estacionamento mal iluminados. Não é porque somos mulheres, é porque não queremos ser assassinadas.

Como e quando você lê? Por meio eletrônico ou papel? Banheira ou cama?

Eu prefiro papel. Eu gostaria de poder afirmar que é porque eu sou a moda antiga, mas é só porque continuo esquecendo como usar o leitor eletrônico – ou o que seja. Eu também gostaria de ser uma leitora de banho, mas o charme parisiense desapareceria depois de cinco minutos, e então logo quero ficar seca.

Como você prefere organizar seus livros?

Eu coloco os mais impressionantes onde as pessoas tem mais probabilidade de vê-los, amirite?! (Não, mas eu sei fazer isso).

O que você gosta de fazer no avião? No set? De férias?

Em um avião, eu gosto de ler algo leve e macio para neutralizar a ansiedade voando. No set, a leitura não ficção é especialmente divertida, porque eu começo a compartilhar pequenos fatos entre as tomadas (meus colegas de trabalho gostando ou não). Nas férias, eu gosto de livros que são escuros e envolventes, como “All Quieto n the Western Front” ou Cormac McCarthy’s “The Road”, porque a praia me faz sentir como se tivese muito conteúdo e eu não gosto.

Um livro que pode surpreender as pessoas por ser encontrado nas suas prateleiras?

Marcus Aurelius, “Meditations”. Eu sou o tipo de pessoa que próspera em stress, por isso quase me envergonho pela forma como me sinto confortável lendo esse livro. Eu nem sequer concordo com tudo, mas quando a filosofia é descrita em tão linguagem pratica, é reconfortante.

O melhor livro que você leu sobre Hollywoodd?

“Writing Movies for Fun and Profit”, por Robert Bem Garant e Thomas Lennon, é hilário, mas mais do que isso, é incrivelmente necessário – até sua atribuição de visitar um estacionamento de um estúdio tem significado.

Qual foi o último livro que fez você rir em voz alta?

Há uma brincadeira em “Sex at Dawn: How We Mate, Why We Stray, and What It Means for Modern Relationships,” de Christopher Ryan e Cacilda Jethá, sobre a crença comum que as mulheres escolhem seus parceiros sexuais com base na capacidade de um homem lhe “proporcionar”. Essencialmente, a piada é que Darwin acha que sua mãe é uma prostituta. De qualquer forma, o patriarcado, coisas boas.

O último livro que você leu e que te deixou furiosa?

Eu li somente “The Handmaid’s Tale”, de Margaret Atwood, bem recentemente. Na noite do primeiro deate presidencial, Patton Oswalt twittou: “Estamos a poucos momentos de distancia do “The Handmaid’s Tale””, e eu pensei em enviar uma mensagem para ele, “Ok, isso não foi engraçado!”.

Que tipo de leitor você era quando criança? Que livros infantis e autores você gostava mais?

Mais séria que agora. No ano que completei 12 anos de idade, eu li “The Crucible,” “Jane Eyre” e “The Great Gatsby”, e depois que eu terminei cada um estava com tanta raiva que fiquei fora de mim. Abigail Willians e Daisy Buchana nunca foram punidas, e Jane nunca chegou a sair (estilo Springer Jerry) da família Reed? Eu ainda sou louca por isso.

Se você pudesse exigir que o presidente lê-se um livro, qual seria?

“A History of the Wife”, por Marilyn Yalom. É um daqueles livros que li com o marcador na mão, porque não tinham tantas informações grandes nele. Talvez muita gente já saiba todas essas coisas, mas definitivamente não foi coberto nas minhas aulas de história.

Se você pudesse ter uma amizade com qualquer autor, vivo ou morto, quem seria?

Steve Martin

Quem você gostaria que escrevesse sua historia de vida?

Jon Ronson. “The Psychopath Test” e “So You’ve Been Publicly Shamed” foram um grande equilibro, de terrível a divertido. No entanto, as pessoas que ele escreve são submetidas a sua honestidade super perspicaz que eu poderia não sobreviver, por isso, por enquanto essa é a minha fantasia, eu preferiria que ela esperasse eu estar morta.

Qual será sua próxima leitura?

Meu irmão está lendo “Ready Player One”, de Ernest Cline, então eu acho que é melhor eu lê-lo antes das férias ou eu vou acabar em uma chave de braço.

 

Fonte: New York Times