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Em entrevista, Anna fala que teve seu coração partido por um ‘hot dog’

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Anna concedeu uma entrevista para o site “Village Voice” onde diz “que teve seu coração partido por um cachorro-quente”.

Confira a entrevista traduzida, na íntegra, a seguir:

“Eu esqueço que as pessoas acham que eu sou a garota que usa rabo de cavalo e uma pasta”, diz Anna Kendrick sentada num sofá em uma camiseta e jeans. O papel que lançou sua carreira como uma sólida empreendedora em Up in the Air é tão distante de sua real pessoa que ela ainda se surpreende quando o resto de nós fica surpreso com a realidade. Digamos, o ator em seu próximo filme Into the Woods, pensou que ela é vegetariana. “Ele pensou ‘Por causa dos personagens que você faz’”, que eu era gluten-free e muito receosa com comida.”

Em comparação, Kendrick mostra as compras que fez naquele dia no shopping: um saco de balas de goma, salgadinho sabor churrasco/pimenta jalapeño e uma fatia gigante de bolo de coockie. Considere sua jornada emocional com um cachorro-quente de Chicago nomeado Anna Kendrick. “Meu cachorro-quente tinha sido a Britney Spears e a Keira Knightley. Então era eu, e eu assinei o cardápio do cachorro-quente, e ‘Yay!’ e eu fiz a coisa toda, e eu pensei, ‘Ok, eu estou lá pra vida toda”, diz Kendrick. “E agora é a porra da Malin Akerman. Que é muito gostosa, mas porra, cara!”

Ainda assim, Kendrick não ficou chocada quando Joe Swanberg a colocou no elenco como o equilibrado paralelo de Olivia Wilde em Drinking Buddies. Ela e o diretor só tinham se falado uma vez, pelo Skype. Mas ela levantou uma sobrancelha quando Swanberg mais tarde perguntou se ela faria o papel principal em seu próximo filme, Happy Christmas, sobre uma garota de 20 e poucos anos com coração partido chamada Jenny, que agita a vida de seu irmão (Swanberg) e sua cunhada (Melanie Lynskey), quando ela passa a morar no porão do casal. Kendrick ri: “Eu não sei se eu deveria estar orgulhosa ou realmente preocupada que, após Joe me conhecer, ele falou, ‘Oh yeah, você deve fazer uma egoísta, narcisista, e bêbada.’”.

Ao longo de Happy Christmas, Jenny enche a cara, envergonha a sua família e sua melhor amiga (Lena Dunham), fica chapada com o babá de seu sobrinho, e se esconde como um cão assustado quando percebe que está em apuros. Pior, ela arrisca a segurança do filho recém-nascido de seu irmão (filho real de Swanberg, Joe) em um acidente impensado, uma cena que Kendrick chama de “o pior dia de filmagem”. Ela esperava passa pelo fundo do poço de Jenny em uma única tomada, mas então Swanberg – exercendo seus direitos tanto como parceiro de cena como diretor – pediu uma segunda tomada como backup. Kendrick suspira: “Eu odiei aquilo, eu odiei fazer de novo, eu odiava tanto porque Joe estava gritando para mim, e eu não poderia dizer ‘eu sinto muito. ’”.

A boa notícia é que Jenny pode finalmente substituir a imagem perfeita da Srta Kendrick. A má notícia é que ela pode ter feito um trabalho muito bom.

“Quando eu estava no Festival de Sundance, esta mulher levantou a mão e realmente elogiou o desempenho de Melanie, e então ela olhou para mim e disse: ‘Você -. Você, eu queria estrangular ‘”. Na festa pós-première, Kendrick ficou se monitorando com as bebidas e se perguntando por que ela não conseguia esquecer as palavras da estranha. “Elas me assombraram”, diz ela. “Eu acho que você deveria tomar isso como um elogio, que as pessoas tinham uma resposta tão visceral ao seu personagem que eles não conseguem separar você da sua atuação. Mas era inquietante.”

Parte do problema é que ela é Jenny, pelo menos um pouco. Swanberg procura sinergias entre os atores e seus papéis. Para fazer Jenny, Kendrick ofereceu pedaços tanto dela e de seus amigos para julgamento. “Eu estava realmente expondo partes de mim que eu não gostava”, diz Kendrick. Swanberg, durante as filmagens, lhe pedia para fazer coisas como falar em câmera sobre uma visita recente de sua mãe. “E é uma traição profunda, em todos os sentidos, é expor partes de pessoas que são incrivelmente próximas de mim.”

Ser uma jovem atriz significa navegar em armadilhas emocionais e estratégicas: tanto o que você pode segurar, tanto o quanto você realmente quer de Hollywood, mesmo quando ela clama por mais. Não é coincidência que Kendrick, que faz uma média de cinco filmes por ano, é vigilante com sua imagem, o que significa recusar ofertas intermináveis para atuar. Ela tem que dizer não para os projetos errados antes das audiências dizerem não para ela, e ela está cercada por advertências. “Como Jennifer Lawrence estar em toda parte e, em seguida, as pessoas vão dizer, ‘Ugh, essa Jennifer Lawrence em todas as porras de lugares”, diz Kendrick. “Certo, mas isso é porque você a colocou em todos os lugares. Você continua escrevendo sobre ela, e então ela é muito onipresente para o seu gosto.”

Por enquanto, Kendrick está entre às estrelas clássicas dos anos 30 e 40, o seu período favorito na história de Hollywood. Ela está trabalhando próxima à diretores que ela ama (ano que vem, Digging For Fire será seu terceiro filme com Swanberg em 18 meses) e até mesmo ressuscitar o musical com três filmes de uma só vez: Into the Woods, The Last Five Years, e Pitch Perfect 2. “Isso era o oposto de um plano – tipo, você não deveria fazer isso”, admite ela. Isso não significa que ela está fazendo uma carreira como dançarina. “E eu não tenho a disciplina para dançar como uma bailarina do Busby Berkeley. Essa merda é demais.”

Enquanto se preparava para Woods, o diretor musical avisou que nenhuma Cinderela já tinha realizar a grande canção, “On the Steps of the Palace”, um turbilhão atonal.
“Há sempre uma nota ou duas que estão erradas, porque a música é impossível”, Kendrick disse: “então eu fiz da minha missão fazer as malditas notas direito, o que eu não sabia que ia ser um problema.” Isso não soa como o voto de uma perfeccionista Tipo-A no final das contas?
“Eu acho”, Kendrick disse relutante. Ela faz uma pausa, em seguida, começa a rir. “Ou você pode olhar para isso como, bem, esse é o meu trabalho.”

Fonte: Village Voice
Tradução e Adaptação: Anna Kendrick Brasil

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