Anna Kendrick e Justin Timberlake: trolls de corpo e alma
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Anna Kendrick e Justin Timberlake: trolls de corpo e alma

Justin Timberlake desperta muitas paixões. E ainda que tenha deixado sua época de boyband, às vezes relembra aqueles anos que fazia parte do NSYNC e arrasava enquanto andava rodeado de guarda-costas. A imagem se repetiu na última edição do Festival de Cannes, onde apresentou algumas cenas exclusivas de Trolls junto com sua companheira de elenco, Anna Kendrick.

Trolls é um filme de animação da DreamWorks em que Timberlake (cantor, produtor musical e ator), além de dar vida a um dos protagonistas, também exerce a função de produtor executivo musical. Em concreto, Justin cede a voz a Branch, um dos protagonistas que, junto a Poppy (que tem a voz de Kendrick na versão original), tentam devolver a liberdade e a alegria de seus iguais, os Trolls, esses encantadores bichinhos coloridos que passam o dia cantando, rindo e se abraçando.

Depois de passar pelo festival, e com a Riviera Francesa literalmente a seus pés, Justin Timberlake e Anna Kendrick (indicada ao Oscar de 2010 por Up In The Air) iniciavam uma intensa campanha de promoção do filme que acaba de chegar aos nossos cinemas e cuja a canção principal (que pode  ter te feito dançar no verão) é “Can’t Stop The Feeling”, a última do cantor.

A música, junto com uma maravilhosa experiência de animação, estão confirmadas nos cinemas em que também participam outros interpretes como Gwen Stefani, Zooey Deschanel, James Corden e a dupla Icono Pop. Mas isso não foi o único, nós conversamos com os protagonistas…

 

Entrevista

 

Justin, seu personagem em Trolls é um grosso que não gosta de música, muito menos de cantar…

JT: Basicamente eu mesmo… (risos) Foi divertido interpretar um personagem como esse porque no geral não me oferecem papeis sarcásticos e hostis. Então eu me diverti muito

AK: Ao contrário de mim que sempre recebo personagens sarcásticos…

JT: Mas dessa vez você teve um muito alegre e brincalhão.

 

Quais as dificuldades de dar voz a um personagem?

AK: É mais divertido que difícil. Obviamente é um repto, porque você não pode usar sua própria cara e nem corpo, e aí está o desafio. É uma grande experiência: você tem que resolver as dificuldades que te apresentam, mas você mesma, nunca tem que lidar com que o co-protagonista perca o papel, o com que o diretor tenha uma sincope porque começou a chover… Em um filme como esse tudo está em suas mãos e isso te dá uma sensação de verdadeiro prazer.

JT: Aliás, o irônico é que em um trabalho como esse usasse mais o corpo. Depois das sessões de dublagem chegava em casa exausto porque utilizava todas as minhas extremidades para ter certeza que meu personagem ‘sairia’, é uma ferramenta que se tem a mão para te dar voz, a força ou a energia necessária.

 

Como foi trabalhar com os animadores?

JT: Os animadores são as peças mais valiosas em todo o trabalho. Faziam closes de nossos rostos, não como um motion capture (movimentos reais que são passadas para animação), se não para ter esses vídeos como referências na hora de fazer as animações. Assim faziam com que seu personagem movesse a boca como você, que tivesse gestos seus e expressões.

 

Em Trolls vocês cantam “True Colors” (originalmente interpretada por Cyndi Lauper), vocês lembram-se da primeira vez que escutaram essa música?

JT: Saiu em 1984 mais ou menos, não? Lembro-me de escuta-la quando era pequeno.

AK: É uma dessas músicas que você sempre se lembra, é muito famosa. Mas não sei exatamente quando foi a primeira vez que escutei.

JT:  O que sempre passa com essas grandes músicas é que você não consegue se lembrar quando escutou pela primeira vez; parece que ela sempre esteve aí…

 

Justin, como aconteceu essa versão de “True Colors” para o filme e como foi a criação da trilha sonora?

JT: Antes de me unir como produtor executivo, a musica já havia sido escolhida  e já tinha um primeiro arranjo. Foi como um sinal para mim, porque me deu a oportunidade de incluir várias músicas pop de diferentes décadas. Quando fiz a primeira apresentação, a sensação era de algo muito moderno e irreverente, assim que decidimos manter essa linha. Foi uma benção que tivessem escolhido “True Colors”, porque foi o primeiro impulso para escrever “Can’t Stop The Feeling”, por exemplo.

 

Quantas músicas você escreveu para o filme?

JT: A trilha sonora inclui cinco temas originais co-escritos e produzidos por mim.  Um deles a Ariana Grande interpreta e o outro canto com Gwen Stefani.

 

Então é um dueto?

JT: Algo parecido. Ela canta grande parte da música, porque quando se tem Gwen Stefani cantando deve deixa-la fazer. Não pode fazer mais nada.  “Can’t Stop The Feeling” tem duas versões diferentes, uma interpretada pelo elenco. Foi um processo muito emcionante.

 

Vocês começaram a fazer promoção de Trolls nas redes sociais com muita antecedência, comunicar diretamente com seus seguidores seus trabalhos se tornaram uma parte do mesmo?

AK: Eu coloquei muitas coisas no instagram com esse telefone (o pega e levanta), mas simplesmente porque tinha fotos geniais. Não que minha intenção fosse levar tudo como estratégia de promoção pelo instagram, mas estivemos em cidades maravilhosas e tínhamos muitas fotos.

 

Uma das características de Trolls são os penteados. Justin, isso você conhece: você teve muitos estilos…

JT: Por que lembrou de mim?

 

Pergunto-me se você se arrependeu de algum…

JT: Me arrependi de mais de um (risos).

 

Existe algum que você realmente repudia?

JT: Olha, melhor deixarmos por aqui, sim? Ou você quer que eu volte para terapia? (volta a rir).

 

Fonte: GRAZIA.es

 

 

 

 

 

 

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