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Anna Kendrick fala sobre os seus novos projetos

Nativa do estado de Maine, Anna Kendrick tem vários filmes, músicas e um novo livro chegando.      

Em seu novo livro, Scrappy Little Nobody, Anna Kendrick escreve que, aos 13 anos, ela decidiu “manter a loucura dentro da minha cabeça, onde ela pertencia”, mas admite que isso tem que sair de algum lugar. Esse lugar, para a já indicada ao Oscar e ao Tony, de 31 anos, vem de atuar e cantar.

“Ela é muito engraçada, e ela é tão talentosa e tão divertida de se assistir nas telas”, diz Ben Affleck, que estrelou com Kendrick no thriller policial recém-lançado, O Contador. “Ela é uma dessas pessoas que tem um tipo especial de qualidade, que é difícil de encontrar, mas os torna irresistíveis e divertidos.”

Os seguidores do Twitter da atriz – ela tem cerca de 6 milhões em @annakendrick47 – já sabem o quão engraçada ela pode ser. Divertida o suficiente para que ela seja convidada pela Touchstone para escrever um livro de histórias sobre sua vida, que vai além 140 caracteres.

Kendrick é relutante em dizer que Scrappy Little Nobody, que será publicado dia 15 de Novembro, é um livro de memórias ou mesmo uma coleção de dissertações, e isso não soa como se a nativa de Portland, Maine, fosse desistir do seu trabalho principal.

Ela esteve em três filmes recentes,  Família Hollar, O Contador e Os Caça Noivas. Além de uma comédia indie escrita por Jay e Mark Duplass chamada Table 19, prevista para lançar em janeiro, além disso, no próximo ano ela vai começar as gravações de A Escolha Perfeita 3.

Você pode ouvir Kendrick na animação musical Trolls da DreamWorks, onde ela dá voz à Poppy – descrita como “a Troll mais feliz que nasceu.” Justin Timberlake dá a voz ao seu antagonista, – o rabugento Branch –  mas os dois são forçados a ir em uma missão juntos para salvar os Trolls, com muita cantoria durante o caminho. O elenco inclui Zooey Deschanel, James Corden, Jeffrey Tambor e Christine Baranski.

Quando, recentemente, conversou sobre Trolls, Scrappy Little Nobody e o processo de escrever um livro, Kendrick mostrou seu senso de humor irônico. Aqui estão alguns trechos editados da conversa.

Nas notas da imprensa de Trolls, disseram que você não queria ser a troll “mais feliz”.

Quando eles me pediram para fazê-la, eu estava um pouco confusa, porque eu não sou conhecida por fazer personagens realmente animados, e eu não sou conhecida por ser uma pessoa alegre e otimista. Então, eu estava feliz que eles me deixarem fazê-la, um pouco sem limites e com um pouco de energia psicótica feliz. Eu também acho que isso torna mais divertido estar ao lado dela, do que de um personagem que é apenas muito alegre.

Geralmente, em filmes de animação, você não encontra os outros membros do elenco durante as gravações. Foi isso que aconteceu aqui?

Justin e eu fizemos alguns diálogos juntos — mas nem tantos. Mas fizemos todas as músicas. Eu nunca gravei uma música sem a presença dele.

Como foi o Justin como produtor? Você cantou com outra pessoa durante as gravações?

Eu achei que seria intimidador, mas Justin foi incrivelmente paciente, prático e me deu algumas dicas específicas, que me ajudaram muito. Fazer regravações de músicas clássicas dos anos 70 foi divertido. Mas eu não trabalhei com ninguém além do Justin. Como atriz, eu fico insegura na minha vez de cantar uma música. Então, fiquei feliz que Zooey Deschanel não estava lá me assistindo enquanto eu cantava.

E quanto ao seu livro? Você gostou do processo de escrevê-lo?

Seria mentira dizer que “gostar” é a palavra correta. Eu achei muito interessante e, algumas vezes, eu escrevia algo que era muito bom e, outras vezes, eu escrevia algo e três semanas depois o meu editor me dizia, “Não vamos usar isso.”

Quais foram as dificuldades?

Houve momentos em que eu achava que deveria mudar o ritmo da história ou abordar determinado tema de um capítulo anterior, então eu pensava “Eu não sei porquê alguém me deixar fazer isso. É tão diferente de tudo que eu já tive que fazer na minha vida.”

Como você se sente sobre isso agora que está perto de ser lançado?

Foi muito desafiante, e estou feliz e orgulhosa do resultado. Mas é difícil saber, porque ainda não foi lançado. Então, eu acho que ainda posso melhorá-lo. Geralmente, você trabalha em um filme por alguns meses, tão intensamente e, às vezes, você sente que nada mais existe. Então, tudo acaba e você esquece sobre isso por um ano. Mas foi diferente com o livro. Trabalhar em algo que eu sempre poderia voltar, mudar as coisas ou consertar algo, é uma proposta diferente para mim, porque eu, definitivamente, sou indecisa. Muitas vezes eu adicionei frases e o meu editor as cortava dizendo, “Você não precisa explicar isso.” Eu estou sempre com medo de ser mal interpretada. Então, milhões de vozes na minha mente diziam que eu deveria esclarecer que eu estava sendo sarcástica, mas isso se tornava uma coisa chata de ler.

Você vai ler as críticas?

Eu não leio críticas desde os meus dois primeiros filmes, eu não tenho a intenção de ler as críticas do meu livro. Uma parte de mim ficou surpresa quando me dei conta que pessoas iriam criticar o meu livro, porque eu sentia que isso não era algo que eu realmente faço. Eu não sou uma escritora de verdade. Por que se incomodar em criticar? Claro que esse foi um pensamento bobo. Mas como alguém que se agarra a cada palavra como algo que pode ser interpretado de forma negativa, ler as críticas seria uma coisa insensata de se fazer.

Então, você não vai chamar isso de autobiografia?

Eu falo sobre a minha vida, e uma grande parte sobre o meu trabalho. Mas, obviamente, estou muito hesitante de alguém achar que esse é um livro de memórias. Recentemente, eu fiz a minha primeira entrevista com uma pessoa que leu o livro, e ele queria falar sobre coisas do tipo, “Quando você percebeu que a sua carreira estava decolando ou algo assim?” E eu pensei, “Meu Deus, ele está me entrevistando como se eu fosse Dustin Hoffman refletindo sobre a minha carreira.” Fiquei constrangida. Eu penso no livro como uma coleção de experiências que eu já tive. Aqui estão alguns dos pensamentos estúpidos que estão na minha mente. Se alguém estiver interessando, vá em frente, leia!

Você tem uma turnê de divulgação do livro marcada. Você vai ler trechos do seu livros?

Eu não. Na verdade, espero que não. Seria desconcertante. Eu sou melhor em apenas conversar com as pessoas. Essa é uma daquelas coisas bobas, não é uma turnê de verdade. Mas, ao mesmo tempo, é uma turnê de verdade.

Mas você tem 10 datas, incluindo Los Angeles.

Eu não penso nisso como algo real, porque não está conectado com nada que eu faça profissionalmente. Esse é um daqueles momentos que você se dá conta quão bizarro é a sua própria lógica, tipo, não é uma turnê de verdade.

Fonte: Bangor Daily News.

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