Anna Kendrick para a coluna “Book Review” do New York Times — Anna Kendrick Brasil
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Anna Kendrick para a coluna “Book Review” do New York Times

A atriz, cantora e autora de Scrappy Little Nobody adoraria ser uma leitora de banho “mas o charme parisiense desapareceria depois de cinco minutos, e então eu só quero ficar seca”.

 

Que livros atualmente estão na sua mesa de cabceira?

Memórias de Taraji P. Henson, “Around  the Girl Way”. Eu estava um pouco sorrateira e perguntei aminha editora se ela poderia me dar uma copia antes que fosse lançado. Li apenas um capítulo e já amo.

Você lê livros de autoajuda? Qual seu livro desse gênero favorito de todos os tempos?

Eu não leio muitos livros de autoajuda, mas eu quero comprar vários deles. Eu costumo continuar lendo quando primeiro capitulo não me transforma magicamente em uma pessoa maravilhosa. A única exceção é o de Gavin Becker, “The Gift of Fear”. Ele deveria ser uma leitura obrigatória para todas as mulheres e homens. Talvez os homens então entendessem por que nós rejeitamos seus avanços em parques de estacionamento mal iluminados. Não é porque somos mulheres, é porque não queremos ser assassinadas.

Como e quando você lê? Por meio eletrônico ou papel? Banheira ou cama?

Eu prefiro papel. Eu gostaria de poder afirmar que é porque eu sou a moda antiga, mas é só porque continuo esquecendo como usar o leitor eletrônico – ou o que seja. Eu também gostaria de ser uma leitora de banho, mas o charme parisiense desapareceria depois de cinco minutos, e então logo quero ficar seca.

Como você prefere organizar seus livros?

Eu coloco os mais impressionantes onde as pessoas tem mais probabilidade de vê-los, amirite?! (Não, mas eu sei fazer isso).

O que você gosta de fazer no avião? No set? De férias?

Em um avião, eu gosto de ler algo leve e macio para neutralizar a ansiedade voando. No set, a leitura não ficção é especialmente divertida, porque eu começo a compartilhar pequenos fatos entre as tomadas (meus colegas de trabalho gostando ou não). Nas férias, eu gosto de livros que são escuros e envolventes, como “All Quieto n the Western Front” ou Cormac McCarthy’s “The Road”, porque a praia me faz sentir como se tivese muito conteúdo e eu não gosto.

Um livro que pode surpreender as pessoas por ser encontrado nas suas prateleiras?

Marcus Aurelius, “Meditations”. Eu sou o tipo de pessoa que próspera em stress, por isso quase me envergonho pela forma como me sinto confortável lendo esse livro. Eu nem sequer concordo com tudo, mas quando a filosofia é descrita em tão linguagem pratica, é reconfortante.

O melhor livro que você leu sobre Hollywoodd?

“Writing Movies for Fun and Profit”, por Robert Bem Garant e Thomas Lennon, é hilário, mas mais do que isso, é incrivelmente necessário – até sua atribuição de visitar um estacionamento de um estúdio tem significado.

Qual foi o último livro que fez você rir em voz alta?

Há uma brincadeira em “Sex at Dawn: How We Mate, Why We Stray, and What It Means for Modern Relationships,” de Christopher Ryan e Cacilda Jethá, sobre a crença comum que as mulheres escolhem seus parceiros sexuais com base na capacidade de um homem lhe “proporcionar”. Essencialmente, a piada é que Darwin acha que sua mãe é uma prostituta. De qualquer forma, o patriarcado, coisas boas.

O último livro que você leu e que te deixou furiosa?

Eu li somente “The Handmaid’s Tale”, de Margaret Atwood, bem recentemente. Na noite do primeiro deate presidencial, Patton Oswalt twittou: “Estamos a poucos momentos de distancia do “The Handmaid’s Tale””, e eu pensei em enviar uma mensagem para ele, “Ok, isso não foi engraçado!”.

Que tipo de leitor você era quando criança? Que livros infantis e autores você gostava mais?

Mais séria que agora. No ano que completei 12 anos de idade, eu li “The Crucible,” “Jane Eyre” e “The Great Gatsby”, e depois que eu terminei cada um estava com tanta raiva que fiquei fora de mim. Abigail Willians e Daisy Buchana nunca foram punidas, e Jane nunca chegou a sair (estilo Springer Jerry) da família Reed? Eu ainda sou louca por isso.

Se você pudesse exigir que o presidente lê-se um livro, qual seria?

“A History of the Wife”, por Marilyn Yalom. É um daqueles livros que li com o marcador na mão, porque não tinham tantas informações grandes nele. Talvez muita gente já saiba todas essas coisas, mas definitivamente não foi coberto nas minhas aulas de história.

Se você pudesse ter uma amizade com qualquer autor, vivo ou morto, quem seria?

Steve Martin

Quem você gostaria que escrevesse sua historia de vida?

Jon Ronson. “The Psychopath Test” e “So You’ve Been Publicly Shamed” foram um grande equilibro, de terrível a divertido. No entanto, as pessoas que ele escreve são submetidas a sua honestidade super perspicaz que eu poderia não sobreviver, por isso, por enquanto essa é a minha fantasia, eu preferiria que ela esperasse eu estar morta.

Qual será sua próxima leitura?

Meu irmão está lendo “Ready Player One”, de Ernest Cline, então eu acho que é melhor eu lê-lo antes das férias ou eu vou acabar em uma chave de braço.

 

Fonte: New York Times

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