Anna Kendrick é capa de fevereiro da GLAMOUR UK
Anna Kendrick Brasil
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Anna Kendrick é capa de fevereiro da GLAMOUR UK

Anna Kendrick foi anunciada como capa da edição de fevereiro da revista Glamour em sua edição britânica.

A atriz concedeu uma entrevista exclusiva e realizou um novo ensaio fotográfico maravilhoso.

Confira a entrevista traduzida pela Layana e as scans da revista:

ENTREVISTA

“O que eu gosto dos britânicos é a impressão constante que alguém vai te dar uma xícara de chá, droga!” Nós acabamos as fotografias por hoje e Anna Kendrick está maravilhada com a equipe muito atenciosa da Glamour. “Hoje, alguém me ofereceu chá – de verdade, genuinamente – em intervalos de 10 minutos. Chegou em um ponto que eu percebi que deveria simplesmente dizer que sim, para que eles não pensassem que teriam decepcionado a inteira nação em não me dar uma xícara de chá.”

Com o orgulho de nosso país intacto, nós encontramos um lugar quietinho na casa usada de locação – um pequeno quarto no sótão – para conversar. Esse ano irá marcar 20 anos desde o primeiro grande trabalho da Anna, um papel de coadjuvante no espetáculo High Society da Broadway, quando ela tinha 12 anos (ela foi indicada para um prêmio Tony). Mas quando você pensa em estrelas mirins, Anna não poderia estar mais longe do clichê “pessoa perturbada e trem desgovernado”.

“Eu descobri um jeito de ter micro atos de rebelião – tipo, se eu estou numa entrevista e alguém me faz uma pergunta ridículo, eu brinco a respeito”, ela diz, “Eu tiro a pressão da válvula todos os dias quando tenho essas pequenas vitórias. Eu imagino que se eu sentisse que não fosse permitido que eu me comportasse dessa forma, eu iria acumular e iria explodir.”

Em vez disso, a atriz de 31 anos desenvolveu um senso de humor auto depreciativo, o qual ela empregou durante toda a sessão de hoje, perguntando: “Alguém além de mim está vendo massivo “capô de fusca” aqui?”, quando estava experimentando um par de shorts particularmente justo e lançando: “eu estou parecendo como se tivesse me juntado a um culto”, enquanto vestia uma longa túnica branca com os pés descalços.

Na verdade, ao ter quase 02 décadas na indústria do entretenimento conquistadas, significa que ela já processou, e esquivou, de qualquer besteira potencial de Hollywood.

“Você conhece muitas pessoas excêntricas – mas não conviva com eles o tempo todo se não for a sua vibe”, ela diz numa voz óbvia. “Teve um momento tóxico em que eu pensava ‘Oh, eu tenho que me arrumar e sair e passar o meu tempo com celebridades’ e depois percebi, ‘Meu Deus, isso não é nenhum pouco divertido. Eu prefiro ficar em casa, assistindo Kitchen Nightmares.’ Muitas pessoas são boas em fingir para si mesmos que estão se divertindo, mas eu sou muito ruim nisso.”

Em vez disso, a ideia da Anna de uma boa saída envolve “beber em um bar burlesco e depois ir para a casa de alguém, pedir pizza na Domino’s, pedir emprestado uma roupa confortável e dividir todos os seus segredos. Comer Domino’s às 3h da manhã destrava algo em você que te faz dizer ‘Eu vou te contar tudo’”.

No ano passado, a Anna interpretou uma maconheira amável na comédia Mike and Dave Need Wedding Dates, deu voz à muito animada Princessa Poppy na animação musical Trolls e atuou de igual para igual com Ben Affleck no thriller criminal chamado O Contador. “Estilo Camaleão” é comumente usado para descrever a atriz, mas como Anna ressaltou, “Você não precisa ser um gênio do entretenimento para saber que logo depois que saiu Pitch Perfect, não interprete de novo uma garota de faculdade mal humorada, sabe?” (outra descrição que segue Anna por aí: pé-no-chão. “Parece uma descrição tão chata, que começa a parecer auto felicitação” ela diz.)

O seu próximo filme, Table 19, que vai sair em março, é uma comédia de casamento sobre a mesa dos “aleatórios”, ex: os convidados que foram chamados para o casamento por educação, mas quem os noivo e a noiva não esperavam verdadeiramente que comparecessem. Anna interpreta Eloise, a ex madrinha que foi liberada de suas funções quando seu namorado, o padrinho, deu um fora nela. Ela pode ter sido classificada na mesa dos “diferentões”, mas o personagem nunca cai no “território de mulher solteira no casamento” – e evitar estereótipos cansados de mulheres é importante para Anna quando ela escolhe seus projetos. “Se nas primeiras 30 páginas de um roteiro a garota tem dois amigos e um é muito muito nerd e o outro muito safado, eu penso que é um escritor preguiçoso.”

Quando se passa a discutir o amplo problema de sexismo em Hollywood, ela é mais ambivalente. “Não deveria ser a conversa mais importante sobre sexismo – porque ninguém quer ouvir os atores falarem sobre isso, porque nós estamos numa clara posição de privilegio”, ela diz. “Eu iria amar ouvir mais sobre o sexismo que existe nos outros campos e como podemos tratar isso – mas continuam nos perguntando.”

Se ela acha que celebridades tem a responsabilidade de usar a plataforma que têm para falar desses problemas? “Bom, é estranho não é? Porque eu me questiono porque alguém iria querer a minha “opinião especialista” em qualquer desses tópicos. Se você quer aprender mais sobre feminismo intersetorial, leia Roxane Gay, não me pergunte a respeito, sabe? Estão me pedindo para falar dessas coisas que eu mesma estou tentando aprender.”

Sendo levemente alérgica a sinceridade – “Eu não sou super confortável com sinceridade” – Anna é franca sobre a vida sob os holofotes. Rodízio de promoção para a mídia podem ser fazer a nossa mente ficar dormente, cerimônias de premiação são melhores quando você não está ganhando porque “pode beber – Eu passei a maior parte da minha temporada perdendo e eu fiquei feliz por isso”, e ter que ficar “ligada” o tempo todo não vem naturalmente. “Eu sou o tipo de pessoa que só senta e é estranha e pode talvez dizer algo obscuro e quieto. Não sou do tipo ‘beijo, beijo – foi um prazer imenso’ Eu vou me repreender por isso, mas eu prefiro não ser merda de falsa, eu acho.”

Ao mesmo tempo, ela é inteiramente aberta sobre as próprias inseguranças, admitindo que grandes eventos de tapete vermelho como o Met Gala, podem ser “assustadoramente nervosos – você sente que você não é boa/legal o bastante para estar ali”, e diz, “Eu ainda tenho medo de todos que não conheço… Não tenho certeza se isso é algo especificamente feminino, de achar que todos que você não conhece devem te odiar. Tipo quando você vê um grupo de garotas em uma festa e você pensa, ‘Urg, vacas, elas provavelmente me odeiam.’ Daí você de fato conhece elas e pensa, ‘Essas pessoas são ótimas!’”.

No fim do ano, Anna reprisará o seu papel de Beca no terceiro filme de Pitch Perfect – e ela está confiante que as Bellas cantantes e dançantes campeãs a capella de Barden ainda são capazes de entregar (Pitch Perfect 2 superou o sucesso do primeiro filme, faturando $287 milhões de dólares no mundo todo). “O elenco é muito comprometido, os fãs obcecados. Meninas nos mandam arte de fãs, eles conversam uns com os outros por meio das nossas contas do Twitter – nós queremos fazer um projeto incrível para eles”. Podemos esperar então um Pitch Perfect 4,5 e 6? “Parece uma trilogia, mas eu não sei, talvez foi o que disseram de Velozes e Furiosos?”.

No que concerne ao plano geral de carreira que ela planejou com sua equipe, atualmente “não tem merda de plano nenhum. Eu sinto que deveria pensar um porque é por não tê-lo que acabo nessas situações onde eu gravo filmes um atrás do outro e eu não quero me desgastar ao ponto de não fazer bons trabalhos.”

Apesar de sua rotina pesada de promoção de filmes e filmagem, Anna conseguiu inserir a pequena façanha de publicar seu primeiro livro, uma coleção de ensaios autobiográfico chamado Scrappy Little Nobody (incluindo capítulos sobre como ela perdeu a virgindade e como ficou completamente chapada de analgésicos no tapete vermelho). “Quando você se torna muito ocupada, você acaba com as pessoas na sua vida que estão dispostas a aguentar isso. As outras pessoas acabam ficando para trás”, ela diz. “Eu me sinto culpada ao deixar basicamente todos os meus relacionamentos de lado, mas para minha sorte, todos que importam são compreensivos.”

Ela está namorando o cinematógrafo Ben Richardson desde 2014. Apesar de não falar sobre ele, ela está feliz de não estar navegando na cena dos setores. “Parece completamente assustador. Eu acho que o Tinder é um app desenhado pelo Satã para destruir a todos nós, eu não acho que conseguiria usá-lo.” Ela, no entanto é “totalmente pró ‘perdido’. Eu sei o que as pessoas dizem, ‘Bom, eu preferiria que alguém me dissesse que não gosta mais de mim, do que completamente desaparecer e nunca mais me contatar,’ mas eu não sou adulta o suficiente para isso – Eu preferia descobrir por mim mesma e ficar com um pouco de dignidade, na verdade.”

Enquanto a gente troca as piores histórias de terror do Tinder que já ouvimos – incluindo a saudação, “Bem dotado, interessada?” – A publicitária da Anna bate na porta. O carro dela está aqui para leva-la até a Arena O2, onde ela vai ver o co-star Justim Tiberlake se apresentar, então nós temos tempo para mais uma importante pergunta: qual a melhor forma de responder a uma foto de pênis não solicitada/esperada? “Encontre um jeito de mandar para a mãe dele – ou ainda o ameace com isso”, ela recomenda. “Porque ainda que você não conheça a mãe dele, ele ainda teria aquele momento de pânico – isso seria satisfatório.”

FONTE: GLAMOUR UK

SCANS

  Anna Kendrick na capa da “Glamour UK” | Fevereiro

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